OGIVA NUCLEAR

terça-feira, 6 de outubro de 2015







Informação e esclarecimento
A direcção do Partido da Renovação Social (PRS) manteve na manhã do dia 05 de Outubro, um encontro com o Presidente da República, José Mário Vaz. O encontro realizado a pedido do PRS visava entre outros discutir questões ligadas a prevalecente crise política que o país vive e outras questões que tocam com a integridade física de certos responsáveis políticos.
A saída do encontro, Florentino Mendes Pereira, secretário-Geral do PRS explicou os motivos que nortearam o encontro com, José Mário Vaz. Esclareceu que a possibilidade do PRS integrar o Governo está fora da questão e que as discussões nunca tiveram lugar nesse sentido, mas houve assuntos de interesse nacional que justificavam um encontro daquela natureza. Nas mesmas declarações, Florentino Mendes Pereira revelou que o PRS iria promover uma conferência de imprensa quando conseguir falar com o presidente do PAIGC.
No entanto, em todo este processo, o que é verdade é que, o assunto debatido vai ser revelado apenas pelo PR. O PRS por sua vez deverá realizar uma conferência de imprensa para esclarecer os contornos que estiveram no fracasso das negociações para integrar o futuro Governo.

Complô?
Entretanto na sequência do encontro de ontem com o Chefe de Estado, circularam informações e insinuações em como o PRS estava a reunir com o PR para formar um novo complô contra o PAIGC, não obstante ouvirem de perto o conteúdo das declarações do Secretário-Geral do PRS. Essas informações, para além de serem falsas e tendenciosas, visam apenas desviar dos guineenses e da Comunidade Internacional no essencial da questão. O essencial da questão neste momento tem a ver com o impasse entre os dirigentes do PAIGC. O PRS não pode nunca ser envolvido neste processo e vamos lutar para que isso não aconteça. Portanto a ideia de complô está fora da questão. Tranquilizem-se, Senhores!!!
Sendo um partido nacional com as suas estruturas legais, e dispondo de uma política a seguir, o PRS nunca se deixará levar pelas insinuações e fazer o seu trabalho. Uma oposição construtiva, para tirar o mártir povo do sofrimento. Qual é o partido que quer fazer complô e vai as negociações com o seu adversário político, as vezes necessárias. Havendo a justiça, o que deve dizer aqui é que, o acordo falhou, porque houve tentativa de tratar os assuntos fora dos parâmetros aceitáveis, legais e normais.
No que se refere à interferência nos assuntos alheios, ou seja instigar o PAIGC, ou ainda ser aliado ao Presidente da República, informem-se muito bem junto das vossas fontes. O PRS nunca fez isso. Da nossa parte, a única verdade é que isso nunca aconteceu. O PRS sempre se disponibilizou a negociar-se com o PAIGC, mas que tal seja com base no respeito às instituições. E quem connosco negociou pode testemunhar. Não existem e nunca existiram as intensões de assaltar um processo que pertence aos donos deste caso. O PAIGC. Complô com um número tão elevado de dirigentes, por mais ingénuos que o partido fosse, não iria nunca fazê-lo. O PRS foi a Presidência tratar de outros assuntos, alguns até graves e que certamente os dirigentes do PAIGC colocarão na rua nos próximos dias.
A nível do PRS estamos a sentir tristes, porque infelizmente, existem manobras dilatórias para manipular e confundir a opinião pública. Para além das pessoas conhecerem e muito bem o verdadeiro papel que o PRS jogou num ano de governação, nota-se que existem estratégias de colar o PRS a crise. Tal nunca será aceite.
A presente campanha não terá sucesso, porque o partido vai continuar distante e a fazer o seu trabalho. Existem questões do Fórum político que sempre que necessário o PRS irá abordar, tomando como sempre em primeiro lugar, os interesses da Nação.
Foram esses interesses nacionais que levaram o partido ao Primeiro Governo do PAIGC. Porque tratando-se da justiça, qualquer um sabe que, 5 pastas no Governo em 31 existentes, não são suficientes para às responsabilidades de um partido que dispõe 41 deputados garantidos.

Desgastar o PRS para quê?
Se tudo aquilo aconteceu ao país até aqui, é da inteira responsabilidade do PAIGC, porque razão de tanta manobra dilatória para sujar o partido. A velha estratégia de manipulação de quem sempre arranjou problemas para o país, está na sua máxima força.
Sabemos que o objectivo é desgastar o PRS, mas fiquem descansados que isso não acontecerá. O PRS tem a maturidade necessária para lidar com situações dessa natureza. O PRS não entrará nunca no radicalismo de fechar as portas do diálogo neste processo, porque conhece as suas responsabilidades. A par dessa abertura, as garantias que o partido pode dar aos seus dirigentes, militantes e simpatizantes, conforme ordenaram a www.prsgb.com ewww.prsgbissau.blogspot.com para que informe, é que, o PRS nunca servirá para resolver o problema de terceiros. Os problemas actuais são do PAIGC e cabe ao PAIGC resolvê-los.
O que não pode continuar, até porque não abona para nenhum guineense e muito menos a classe política, é o sofrimento em que o povo foi votado.
Temos noção clara de que as mudanças demonstradas e provadas pelo partido nos últimos temos incomodam muita gente, mas infelizmente, ela é o que é. O PRS mudou e será para positiva para sempre.

Di bó amigus di comunicação di PRS.

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