Doka e pais de ROBERTO CACHÉU

Doka e pais de ROBERTO CACHÉU
Doka e pais de ROBERTO CACHÉU

sexta-feira, 28 de Novembro de 2014

Alberto Nambeia afirma que ele e Kumba Ialá foram os fundadôres do PRS, conversa dita numa reunião de anciãos no dia 13 de Novembro de 2014 em Patchi Pansau.
Será isso verdade?
Cômpete aos idealizadôres se ainda restam de confirmar ou não a referidas declarações feitas pelo Nambeia nessa localidade.
Esta imagem fala por si só. Os senhores:
- Carlitos Sousa.
- Mário Pires.
- Embunhe Encada.
- José de Pina.
- Bacar Mané.
- Dr. Lumba Ialá no topo da mesa.



Os dirigentes do PRS de hoje, deitaram abaixo e enterraram os ideais daqueles que um dia lutaram para que o hoje este partido estivesse no patamar em que esta.
O MAIOR PARTIDO DA OPOSIÇÃO.


Asssociação dos Empreiteiros de Construção Civil e Obras Públicas, mostra toda a prova, contra a instituição e pessoas envolvidas no processo de malandragem e bandidagem. Esta associação esta firme e decidida em levar a cabo uma luta qie para eles vai ao encontro da verdade e da legalidade.  As fotos falam por si só.

 Existe um circuito de obtenção de dinheiro de uma forma ilegal e de atribuição de obras de reabilitação de escolasdentro dos tais concursos ficticios na base de conhecimento e de suborno segundo esta associação.
Levantam o dinheiro, e posteriormente é dividido entre eles. Mas o mais grave, dão inicio as obras e logo depois declaram falência, abandonam as obras, ficam com o dinheiro, ninguém é exigido, ninguém é levado aos tribunais e de seguida essas mesmas pessoas criam uma outra nova empresa e com um novo nome  voltam a concorrer num novo concurso falso, voltam a ganhar, recebem o dinheiro e abandonam as obras?
 Pergunta- se a Ministra caso isto possa ser algo normal!
Asssociação dos Empreiteiros de Construção Civil e Obras Públicas está fazendo o tudo por tudo de ultrapassar esta situação ridicula na base de dialógo, mas infelizmente, todas as tentativas na base da decência e do profissionalismo caíram por terra visto que segundo a Asssociação dos Empreiteiros de Construção Civil e Obras Públicas foram desrepeitados e ignorados pela Ministra de área.
Sendo assim, sem mais meios ou alternativas, a associação aceita a Guerra declarada em defesa dos seus associados que de momento estão sendo discriminados.

O presidente actual da Asssociação dos Empreiteiros de Construção Civil e Obras Públicas, esclarece de que todo este conflito nada absolutamente possa ser contra a pessoa de Lóló Nhaga ou Malam Banjai...., mas sim uma luta contra a corrupção, contra a bandidagem e com o objectivo de repôr a verdade, a decência e a legalidade.

Por outro lado eu Doka, procurei entrar em contacto via telefónica com  Lóló Nhaga umas 6/ 7 vezes tendo em conta a nossa amizade de longos anos de estudos em Cuba, enviei- lhe mensagens a fim de ouvir o outro lado...., mas Lóló recusa- se a falar comigo, enfim, não atende as minhas chamadas.  PORQUÊ???

Recordar que quem está na luta pela verdade, mostra, apresenta factos da coisa..., e o quem está no zig zag, procura sempre esquivar ou desinformar aquilo que não pode ser desinformado.

Aqui na Guiné Bissau tudo esta as cambalhotas. E o cérebro daqueles que deveriam funcionar a 100 por cento, apenas reage a 1 cm do conhecimento normal devido a burrice de quem nunca foi nada e nunca percebeu a diferença da verdade e da mentira. Porque vejamos:
1-   Botché Candé actual ministro da administração interna, diz que foi raptado, interceptado, interpelado, abordado ou seja lá como fôr, o que é certo houve qualquer acontecimento com os rebeldes numa determinada área da Guiné Bissau e que foi algo fora do normal e que não acontece todos os dias. Pois bem, análisemos isto.  Eu Doka sou COMANDANTE EM CHEFE DAS FORÇAS ARMADAS, e tenho o conhecimento de irregularidades, anómalias, invasão territorial no que diz respeito a integridade e defesa da soberania na nossa pátria/ território....., supostamente eu Doka como Presidente da República e Comandante em chefe das forças armadas, o primeiro passo seria de chamar o meu chefe de estado maior general das forças armadas e transmitir- lhe a minha preocupação em relação a isso.  E uma vêz feito esse ato, tenho a certeza de que o meu C.E.M.G.F.A., tomaria a sua decisão imediatamente...., como tomou, porque eu Doka, falando, dando ordens...., ela tem que ser cúmprida quanto mais numa situação tão delicada e que põe em causa a vida de uma nação inteira.
2-   Conflitos na fronteira, é da inteira responsabilidade MILITAR/ TROPA. Então tendo em conta este aspecto, mais uma vêz eu Doka tenho a certeza absoluta de que os militares guineenses estiveram nessa área, nessa zona e de que houve um relatório concluído dizendo que nada do que havia sido referenciado em relação ao assunto podesse ter alguma veracidade real da causa.
3-   A pergunta que se faz é: Sendo assim, porque razão Botché Candé como sendo ministro de interior se dirigiu a tal dita zona em conflito e sem conhecimento ou autorização do governo?   Não deveria ele ter ido mais bem posicionado em termos de protecção e segurança? Porque estaria ele tão  desfalcado?  E como foi que os rebeldes souberam que ele como ministro de interior, iria passar ali naquele preciso momento e precisamente naquele caminho?  E naquela comitiva, estariam jornalistas....., todos sabemos o que é um acto terrorista..., e terrorristas não se deixam identificar...., então qual a razão pelo qual se deixaram filmar durante tanto tempo?  Estariam os equipamentos jornalisticos preparados para tal cena?  Como? A não ser que tudo tenha sido uma montagem/ orquestração?  E se foi tudo isso...., qual o objectivo?  Meter o governo de DSP em choque com a Presidência?  Esta história esta muito mal contada e a cabeça de Botché Candé, deveria de rolar para fora do elenco governamental.

O mais engraçado, é que Botché Candé gosta e adora jornalistas.
O homem acorda, chama aos jornalistas, vai dormir chama aos jornalistas, ressôna e chama aos jornalistas...., pôrra, então, como é que é? Afinal quem é o Botché Candé? Ele só é LUTADUR,vende açucar e cada kilo a 36 euros, porque eu Doka apresentei documentos do que estou falando..., é ministro de interior, quer ser ministro das obras públicas porque é um perito na construção de muralhas- Muro do seu ministério, quer ser o máximo responsavél da comunicação social, quer ser CEMGFA, e agora deu- lhe na telha de ser primeiro ministro.


Pôxa, tirem o homem deste governo porque não faz falta.

quinta-feira, 27 de Novembro de 2014

O António Aly Silva- Vulgo Ticha..., mais uma vêz veio ao público atacando e denegrindo a imagem de Carlos Vaz,
Eu Doka depois de ter lido o artigo difamatório que recaía sobre Carlos Vaz, procurei entrar em contacto com o mesmo.
Conversamos durante muito tempo e pude constatar mediante documentos que o Carlos Vaz me facultou de que tudo o que Aly Silva editou no seu Blog, não passava de calúnias e mentiras.

Alias coisas tipicas do Aly Silva por ser uma pessoa tendenciôsa e malvada.
Tenho na minha posse todo o comprovativo dos documentos necessários que demonstra que Aly Silva mais uma vêz mentiu e apenas procura desinformar a opinião daqueles que querem e desejam o bem da Guiné Bissau.

Como sempre, o que move Aly silva é o dinheiro e a falta de dignidade.
Porque uma pessoa de bem não faria tal coisa.

Mas se formos fazer uma análise profunda de Aly Silva, vemos que a causa de tudo é a cocaína.

I ta tcheral tudu ora
JOMAV NÃO PODE FALHAR!

Apesar da sua reconhecida importância para a economia nacional e para a salvaguarda da estabilidade social, para além de tudo quanto representa em termos de potencialidade humana (Quadros Médios e Superiores, uma Mão-de Obra altamente qualificada, uma Juventude dinâmica e empreendedora, etc.), a diáspora guineense nunca constituiu uma prioridade nas agendas governativas do nosso País.

Foram necessários quinze anos para que a nossa Comunidade residente no estrangeiro fosse de novo chamada a pronunciar-se sobre a questão da liderança do País e fê-lo com muito entusiasmo, na esperança de se ver devidamente representada nos principais Órgãos de Soberania (Assembleia Nacional, Governo e Presidência da República) e assegurar a defesa intransigente dos Direitos Cívicos que lhe assistem, consagrados na nossa Carta Magna e não somente “para caboverdeano ver”, como infelizmente tem estado a acontecer. Senão vejamos:

Quase um ano depois de ter sido eleito, o deputado do P.A.I.G.C. para o Círculo da Europa continua a ser um desconhecido que nunca se apresentou ao público (nem antes e nem depois das eleições) e duvida-se que esteja munido de algum projeto para dar resposta aos problemas que afligem a nossa vasta comunidade espalhada por esta complexa Europa dos 27. Segundo consta, o referido deputado que era Presidente da representação do seu Partido em Portugal está atualmente muito empenhado em leiloar esse lugar a margem dos dispostos nos Estatutos do seu Partido que neste caso parecem não significar absolutamente nada para ele e para a sua determinação de colocar os seus interesses pessoais acima de tudo.

É extremamente difícil encontrar uma explicação racional para as razões que levaram à recondução do atual Secretário de Estado das Comunidades numa função que já tinha exercido anteriormente em virtude de ter apoiado o Golpe de Estado de 12 de Abril de 2012 e em que se recomendou como sendo altamente corrupto e perigosamente incompetente e traiçoeiro, que na hora de salvar a face não hesitou em “passar a perna” ao seu primo, amigo íntimo e cúmplice protegido da nossa Embaixada em Portugal, acusando-o publicamente de indevida apropriação das receitas desta Instituição, assim como de outros atos de corrupção e favorecimentos, que num País normal, seria objeto de uma minuciosa investigação com as devidas consequências.

Profundamente contestada pela nossa Comunidade, a Embaixada da Guiné-Bissau em Portugal é para esquecer. Uma Instituição que por ideia devia constituir a mais importante Missão Diplomática do nosso País no estrangeiro, foi transformado num verdadeiro labirinto de corrupção e intriga política, denegrindo e desacreditando gravemente a imagem do nosso País e das suas Instituições aos olhos do nosso povo. Em suma, a forma como a nossa Embaixada em Portugal funciona constitui um bom exemplo de como é que não se deve estar na diplomacia.

Nesta complexa malha de incapacidades, falhanços, indefinições e irresponsabilidades, resta ao Presidente da República salvar a situação e arrumar casa no que se refere a inclusão da nossa Diáspora no leque das preocupações do nosso Estado, nomeando um assessor seu para a emigração.

Convém salientar que neste caso realmente muito pertinente para colmatar as deficiências das demais Instituições supra citadas, o referido assessor deve ser uma figura consensual e transversal à complexa teia social, étnico-religiosa, política, etc., que constitui a nossa diáspora espalhada pelos quatro cantos do Mundo; uma figura irrepreensível do ponto de vista político (que nunca tenha apoiado qualquer Golpe de Estado e demais formas de violação da Ordem Constitucional no nosso País) e que partilhe a visão estratégica do Presidente da República em matéria de emigração; um Quadro superior respeitador e muito respeitado, com comprovada competência, reconhecida experiência política e associativa, credibilidade e autoridade moral para representar a diáspora junto do Presidente da República e com manifesta predisposição para o diálogo e indiscutível capacidade para acatar e veicular as nossas preocupações à quem de direito, ou seja, capaz de fazer a diferença pela positiva; uma personalidade residente na Europa e portadora da dupla nacionalidade (para facilitar a sua movimentação pelo mundo fora); um assessor do Presidente da República que protege e orgulha a nossa Comunidade residente no estrangeiro.

Nomeando um assessor com estes argumentos, o Presidente da República estará impreterivelmente a lançar as bases de uma Política Nacional para a Emigração.
Bem-haja a Guiné-Bissau!
Viva a Cidadania Ativa!

JOSCAR


   

   
A GUINÉ-BISSAU COMO O COLORIDO MARINHO?

Já ouvi tudo menos isto. Já ouvi falar em apátridas, pessoa que perdeu a sua nacionalidade e não adquiriu legalmente outra. Já ouvi, inclusivamente, usar o termo comum “cidadão do mundo”, que, muito embora seja usado com variedades significações, a Organização das Nações Unidas tem-no usado para premiar algumas individualidades com o título honorífico com a esse título de “Cidadão do Mundo”. 

O que nunca escutei é o termo “cidadão lusófono” (CPLP), “cidadão francófono” (OIF) ou “cidadão anglófono” (Commonwealth). 

Ou seja, que falantes de uma língua fossem nacionais dos países ou espaços territoriais que a usam como língua nacional e oficial. 

O termo “cidadão” ou “cidadania” envolve um sentido limitativo do ser humano a um espaço, ao mesmo tempo, cultural e físico. Língua, enquanto elemento cultural, pode não coincidir com espaço territorial concreto. Ela é difusa e pode propagar-se livremente pelo mundo. 

Mas, a “cidadania”, não, porque ela pressupões “um vínculo jurídico-político que, traduzindo a pertença de um indivíduo a um Estado, o constitui, perante esse Estado, num conjunto de direitos e obrigações.” Podemos dizer que é circunscrito a entidade Estado e não pode ser tomado como algo difuso ou incerto. 

Ora, a propósito, gostaríamos de saber se Domingos Simões Pereira faz parte, ou não, das pessoas que desaprovam as divisões geopolíticas tradicionais derivadas dos conceitos de cidadania nacional que acabamos de referir, dando preferência a um sistema de governo mundial, abertura de fronteiras, assim como era no tempo dos impérios? Perguntado, entre outras coisas, pela Radio ONU: Como está o relacionamento com a CPLP. 
Como está o vínculo com os países do bloco? Respondeu assim: “Eu penso que estamos a fazer um bom trabalho. 

Eu sou um cidadão da CPLP e não tenho qualquer tipo de reservas em relação a isso. Eu sempre digo que a minha pertença ao espaço regional, nesta caso à CEDEAO e outros não podem impedir nem condicionar a minha pertença a outro espaço. 

Eu falo o português, não falo outras línguas e portanto assumo como homem livre para de facto desenvolver todas as parcerias que sejam positivas para o meu país. E é nessa perspectiva que eu tenho, por um lado, fortalecido a nossa presença. 

Nós não podemos ter vergonha de pertencer aos espaços a que de facto pertencemos. Não podemos ter nem vergonha, nem medo, portanto nós temos feito este trabalho de consolidação da nossa presença na CPLP, participamos na Cimeira de Díli e pedimos a todos os Estados-membros da CPLP para que sejam advogados da Guiné-Bissau. 

Na melhoria, não só da nossa visibilidade como das condições para o desenvolvimento. Agora, ao mesmo tempo que dizemos isso, também afirmamos que não é contraditório com a nossa pertença ao espaço regional.

Por isso, eu tenho mantido um contacto permanente com as instâncias da CEDEAO, da UEMOA, porque considero que a CPLP possa nos ajudar a tirar um proveito maior da nossa pertença ao espaço regional portanto eu considero que a nossa presença na CPLP tem sido bastante positiva e frutífera.” 

E podemos concluir com estas palavras que estamos perante um combatente pela CPLP e não pela Guiné-Bissau.
Dentro de momentos toda a história sobre a montagem??? Se assim podermos usar o termo aos acontecimentos com os rebeldes na zona fronteiriça.
Porque daquilo que se mostrou, ou álias que foi mostrado e dito..., deixa muito a desejar e nos dá muito que pensar.
Será que o Ministro de Interior foi realmente interceptado pelos rebeldes? Ou tudo não passa de uma farsa em termos de grandisiodade da sua pessoa? como?  
Já a seguir.