Doka

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terça-feira, 22 de Julho de 2014

NANDA PAM, esposa e viúva de VIRIATO  PAM, fuzilado no caso 17 de Outubro, vem e dispara contra Maria Evangelista.
Vejam e oiçam o que aì vem dentro em breve
Trabalho Invesrigativo, apenas aqui no Doka Internacional

segunda-feira, 21 de Julho de 2014

NOVA DEFINIÇÃO DA CPLP?......

A partir da conquista de Ceuta em 1415, o império colonial português espalhou-se ao mundo dominando um vasto número de territórios. A exploração pelos portugueses  da costa africana começou em 1419. Dizia-se que o objetivo era encontrar uma rota marítima para o lucrativo comércio de especiarias do Oriente. 

Hoje, os portugueses voltam a dobrar o “Cabo da Boa Esperança” em direção ao Oriente. No próximo dia 23 de Julho, decorrerá em Dili (Timor-Leste) a X Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), sob o tema “A CPLP e a Globalização”.

Ora, até aqui, sabemos que a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), onde estão integrados os países como  Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau ,Moçambique, Portugal São Tomé e Príncipe e Timor Leste, é definida como o foro multilateral privilegiado para o aprofundamento de amizade mútua, da concertação política e cooperação entre os seus membros, particularmente nos domínios económico, social, cultural, jurídico, técnico-científico e interparlamentar. Não é uma claque de apoiantes de um clube desportivo. A CPLP tem como “rivais e concorrentes”, no mundo, não as nações que a integram, mas, sim, as que são membros, por exemplo, da  “Commonwealth” (também conhecida como “Comunidade das Nações” (Commonwealth of Nations), da “Francofonia”, etc., para quem tem de se ombrear tendo em vista a promoção da “língua comum”. 

A “Comunidade das Nações” é uma organização composta por 55 países independentes que, com a exceção de Moçambique e Ruanda, compartilham laços históricos com o Reino Unido. A rainha Isabel II do Reino Unido é a chefe da organização. O seu principal objetivo é a cooperação internacional no âmbito político e económico, e desde 1950, ficou claro que a entrada na organização não implica submissão alguma à Coroa britânica. A Organização Internacional da Francofonia (OIF), também conhecida como Francofonia, à partida de uma instância de cooperação técnica, tornou-se ao longo do tempo uma organização internacional com ambições mais políticas, tomando uma organização que visa promover a língua francesa e as relações de cooperação entre os 77 Estados-Membros ou observadores. O Secretário-Geral da Francofonia, pedra angular do sistema, é desde 2003 o Sr. Abdou Diouf, antigo Presidente da República do Senegal.

O elo linguístico comum da CPLP é decretado pelo novo Bartolomeu Dias, o Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Luís Campos Ferreira, essencialmente, como “(…) uma comunidade de língua e valores portugueses, de valores de proteção e troca de experiências, de valores culturais, de história em comum, de afetos, mas também de trocas económicas e comerciais, de cooperação no ensino e na saúde, é um espaço de partilha entre países que se gostam e querem construir um futuro conjunto". É uma definição atabalhoada, procurando escamotear a velha superstição ideológica salazarista de que os povos “indígenas” não tinham história. Os povos “civilizados” eram os portugueses. A história dos “povos indígenas” se definiriam a partir das “descobertas” coloniais portuguesas.  Pretende o impostor Campos Ferreira, com esta trapalhada, ajustar “peças desiguais”, passar por cima das soberanias dos Estados, para (re) fundar a imagem salazarista do império.

domingo, 20 de Julho de 2014

Estejam preparados para a continuação do trabalho investigativo.
Desta vêz NANDA PAM, ataca MARIA EVANGELISTA, chamando de todos os nomes possivéis e acusando a esta de muitas coisas acerca da morte de Viriato Pam.
Não percam, o trabalho investigativo é apenas aqui no DOKA INTERNACIONAL.

sábado, 19 de Julho de 2014

BREVE RETRATO DAS PESCAS…

Apenas os pervertidos não concordarão, mas somos todos unânimes de que se os sucessivos governos do PAIGC, que estão no poder há 40 anos, gerissem com transparência e responsabilidade  os recursos pesqueiros, hoje, não estaríamos a mendigar o mundo pelo apoio em meios para controlar a nossa Zona Económica Exclusiva da pirataria marítima.

Recordo-lhes um curto episódio relatado pelo então Secretário de Estado das Pescas, Mário Dias Sami, em Janeiro de 2010. Na altura, foram apreendidos 10 navios pirata pelos fuzileiros da Armada na faina na nossa Zona Económica Exclusiva (ZEE). As investigações levadas a cabo pelo Ministério Público na Pescas, resultou na prisão preventiva de um alto funcionário.

Mário Dias Sami, explicava em entrevista a Rádio Galáxia de Pindjiguiti, dizendo que ao assumir as rédeas das Pescas constatou, de imediato, que durante todo o mês de Setembro de 2009 não havia sido realizadas operações de fiscalização nas águas territoriais. Preocupado então com a situação contactou o coordenador da FISCAP, pedindo-lhe mais informações sobres as razões  inação durante um mês. A resposta do responsável foi de que, na altura, não havia fundos disponíveis para realizar operações de fiscalização. Sami recordou-lhe dos  fundos concedidos no âmbito do acordo de pesca com a União Europeia. 

O encarregado retorquiu-lhe de que essa verba se esgotara desde o mês de Janeiro. Era verdade, reconheceu Sami! De fato, os fundos utilizados em 2009, eram fundos do ano 2007, no quadro do protocolo de acordo com a União Europeia. Os de 2008/2009, por alguma razão, não tinham sido ainda desbloqueados.  Entretanto, o responsável ainda explicou que, durante aquele período, o seu departamento estava apenas a assegurar o monitoramento e controlo de fiscalização dentro das zonas reservadas da pesca artesanal por meio dos postos avançados de Cacheu e Cacine.

O então governante, resolveu descer mais a fundo do poço. E de acordo com as informações obtidas no terreno, constatou que não foram realizadas as operações de fiscalização naquela período (Setembro de 2009), justamente porque as licenças de pesca concedidas a alguns navios tinha expirado e estes, por sua vez, não tinham providenciado no sentido de obter novas licenças. Continuaram simplesmente a praticar atividades piscatórias. O que lhe deu a entender que, na realidade, existia conivência de alguém nesse assuntos.

Reparou depois que havia coincidência entre a atividade de  fiscalização, que se realizaria no final do ano de 2009, e a previsão da disponibilização  de fundos.  Sami  deu a entender também que havia, constantemente, no seio da equipa de fiscalização, fugas de informação, permitindo fuga dos navios, antes dos fiscalizadores chegarem ao local. 

Disse que houve, inclusivamente, situações em que um representante de um navio com multa de cem milhões francos CFA o tentou aliciar com trinta e três milões francos CFA no seu gabinete.

sexta-feira, 18 de Julho de 2014

“REATIVAR ACORDOS”….

O Governo de Domingos Simões Pereira parece da continuidade do de Cadogo Jr.. Pelo menos os “lobbies” económicos são os mesmos e estão sediados em Portugal, onde jogam o papel de staff da sua governação em Bissau. Por outro lado, não é fácil explicar a urgência em reativar acordos sem que se tenha o conhecimento aprofundado, sobretudo, dos dossier mais polémicos e difíceis de gerir. 

Acredito que é por isso que José Mário Vaz, no discurso da sua tomada de posse quis vincar a promessa eleitoral de lutar contra essa praga ao dizer que “(…) iria estar atento e vigilante no que se refere ao flagelo do fenómeno da corrupção e sobretudo que chamaria ao meu gabinete todos os dossiers relacionados com o abate das árvores e exploração ilegal dos nossos recursos naturais a bem da nossa querida Guiné e das gerações vindouras.”

O novo chefe do executivo guineense esteve em Bruxelas a 14 de Julho. Ora, com olhos postos nos nossos recursos naturais, sobretudo, na pesca, o executivo comunitário, considerou a visita, particularmente importante, visto que marcava o regresso à normalidade das relações entre a UE e Guiné-Bissau. E dizia-se que a visita de Simões Pereira teve lugar apenas dois dias depois de o Conselho da União Europeia ter decidido “retomar a cooperação plena” com Bissau, levantando as medidas restritivas impostas em 2011.

As medidas restritivas da cooperação entre a Guiné-Bissau e União Europeia foram impostas em Julho de 2011,  devido ao golpe militar de 1 de Abril de 2010. Recorda-se que no dia 16 de Junho desse mesmo ano – um mês antes - o Governo guineense assinou, em Bissau, com a União Europeia um convénio de transição sobre as pescas válido para um período de 12 meses. 

O que significava que os navios da União Europeia iriam continuar pescar nas nossas águas territoriais, tendo em conta a caducidade do período da pesca e permanência dos navios da União Europa na nossa Zona Económica Exclusiva. O acordo previa também uma compensação financeira do acordo anterior, de 5 milhões e 900 Euros.

As medidas restritivas da União Europeia eram românticas e não abrangiam às pescas. Os seus navios continuaram a captura do pescado nas nossas águas territoriais. E terá sido nessa altura que o Secretário de Estado das Pescas, Mário Dias Sami, se insurgiu, com razão,contra a compensação financeira avançada pela União Europeia, tendo-a considerado inaceitável, visto que era inferior a 7 milhões de euros. As negociações continuaram, mas as partes não chegavam entendimento. Até que Mário Samí ameaçou aprisionar e expulsar os navios da União Europeia da nossa Zona Económica Exclusiva. Do lado dos negociadores da União Europeia estava o espanhol Joaquim Gonzales Ducai. O braço-de-ferro continuava entre as duas partes

Para desempatar, o Primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior aparece em defesa da União Europeia, considerando-a principal parceiro do desenvolvimento da Guiné-Bissau. Mário Sami foi demitido do cargo em Agosto desse mesmo ano, tendo sido substituído por Tomas Gomes Barbosa. 

quinta-feira, 17 de Julho de 2014

Mário Pires confessa- se bastante constrangido com os boatos negativos acerca da sua pessoa.  Mas mesmo assim, mantém a postura de um verdadeiro politico e crente em DEUS…, ao mesmo tempo desafia a Silaté Turé para que este venha públicamente desmentir os rumôres que estão circulando a vários anos.
Mário dos Reis Pires dirigindo um culto evangélico no Brasil

Infelizmente existem pessoas que se deixam ser usadas por ele (Satanás), e normalmente vivem uma vida medíocre, mesquinha, e só vivem  acusando os seus semelhantes, pois,  essas pessoas são os  seus agentes, quer se dizer agentes do próprio (Satanás). O pior,  é que esses agentes todos os dias cruzam os nossos caminhos, se não fora o Senhor, eles já teriam nos engolidos vivos.
Mas, assim diz o Senhor, no Salmo 23? Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos.
Esta citação do rei David deve ser interpretada assim:  Na antiga cultura oriental, era costume ungir os convidados  para um banquete com óleo aromático. Também era esperado que os anfitriões protegessem seus convidados a todo o custo. 
É bom que se saiba que Deus oferece a proteção de um anfitrião mesmo quando os inimigos caluniadóres e acusadóres nos cercam
Pois então eu não oro para que  os caluniadóres e acusadóres morram  mas sim, para que vivam mais tempo, a fim de verem a nossa vitória de pé.

Deus vos abençoe.

quarta-feira, 16 de Julho de 2014

Mário Pires demonstra a sua insatisfação..., e está passado dos carretos.
Rumôres dizem que o ex Primeiro Ministro teria feito um negócio obscuro com o SILATÉ TURÉ, na compra de uma casa.

Dando a este um determinado montante para que o mesmo comprasse a tal dita casa, que por conseguinte, a mesma ( CASA ), pertenceria a DANIEL VAZ.

Mário Pires teria dado ao Silaté Turé um elevado montante, avultadissimo, e que o mesmo Silaté comprou a casa mas no momento da entrega ao Mário Pires, o seu elenco sofreu um golpe de estado e que derrubou ao Koumba Ialá da presidência.

Os rumôres nesse sentido, afirmam de que Silaté Turé ao saber do golpe e da queda de Mario Pires, recusa- se a entregar a dita casa até aos dias de hoje.

Mário Pires, hoje dedicado a igreja e a caminho de DEUS, me procurou ao saber que eu Doka estaria a sua procura. Màrio Pires me localizou no hotel Malaika e me disse, que nunca chegou de falar ou de conhecer ao Silaté Turé ao ponto de fazer um negócio desse tipo.

Porque sendo, assim, estaria ele roubando o dinheiro do estado guineense. Coisa que nunca fez e nunca chegou de ser- LADRÃO. Nunca o foi.

Mário ainda disse, e que se considera como sendo um ex primeiro ministro Pobre, porque nunca fez nada de errado no sentido de prejudicar a este ou aquele, quanto mais ao seu povo sofredôr.

Continuando, ainda esclareceu que tem filhos, e que se fosse para fazer isso, mais valia ter dado o dinheiro a um dos filhos ou meter o nome da tal propriedade no nome de um dos seus filhos queridos e amados, e não nas mãos de um estranho.

Procurei localizar ao Silaté Turé, infelizmene não consegui, mas NUNO GRILO- Jornalista, o localizou, e Silaté Turé Confirmou que também nunca chegou de conhecer ou sentar- se com Mário Pires, e que toda essa especulação era falsa.

Eu Doka recordo- me que Ndinho Dias acerca de 1 ano me teria telefonado em Inglaterra dando- me estas informações contra Silaté Turé, só que eu Doka nunca cheguei de fazer o uso do mesmo.

Hoje, está história volta a tôna novamente.