OGIVA NUCLEAR

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

O ADORMECER DE UM POVO INOCENTE PERANTE AS GARRAS UM HOMEM COM UMA AMBIÇÃO DESMEDIDA.

 Na derradeira fase das querelas políticas que o país conheceu, desde a queda do governo liderado pelo Domingos Simões Pereira em Agosto/2015, o povo guineense finge que está a dormir mas, quando deveria acordar e mostrar participativo, visto que, é o futuro de um país com seu povo que está em jogo embora, está a se verificando “ Forcing ” dos malfeitores  em tentar manipular a opinião pública nacional e internacional e bem como as diversas organizações/parceiros da Guiné-Bissau. 

A Assembleia Nacional Popular (casa do povo), é sequestrado sem razões e contra-sensos, há mais de um ano pelo Cipriano Cassamá, a mando do seu Patrono Domingos Simões Pereira, sem que o povo lhe exigir nada, até a data presente. 

Esta Casa (ANP), por além de servir do local propício para ratificação dos instrumentos essenciais de governação, é considerado também, como Pulmão da vida política de uma nação democrática. Agora, se alguém quer transformar a Casa do Povo num espaço de instrumentalização das peças teatrais, o povo não deveria aceitar e fingir que está a adormecer profundamente. Que tamanha inocência nossa!
 
- A poucos dias, o Cipriano Cassamá disse que o seu Gabinete foi assaltado mas, por cúmulo de azar deste político “podre”, os jornalistas e as pessoas presentes, constataram que nem a porta e muito menos a fechadura foi violada. Penso que são aspectos deste géneros que devemos começar a preparar a nossa GUINÉ-MINDJOR, isto é, o Procurador-Geral da República deveria enviar uma equipe de perícia para saber quem são as pessoas que detém as chaves no dia anterior e constituir-lhes como suspeito neste processo talvés assim, o Cipriano deixaria de perpetrar teatros na ANP. 

E soubemos através de uma pessoa próxima de que, as chaves da referida porta se encontra habitualmente nas mãos de Cipriano e o seu Secretário.  

Este Goril... nojento (C. Cassamá), sequestrou a ANP contra-natura, só e só, para benefício dele e do seu Patrono (DSP), sem nada do interesse do país e o povo, e muito menos do interesse do seu Partido.

Porque o Domingos (DSP), ao dár de conta de que os desvios e saques efectuados nos cofres do Estado veio a ribalta, fez um pacto com o Goril... Grosseiro da ANP (C.Cassamá), para tentarem destituir ou matar o Presidente da República (na 1ª fase), caso consigam, ou então, bloquear o país através da ANP, sem obedecer nenhuma norma Jurídica ( na 2ª fase). E em troca disto, o Goril... Grosseiro (C. Cassamá) recebeu? em diversas vezes? somas avultadas do dinheiro em malas, que o Patético e Caloiro Politico (DSP) o injectava em Bissau e nos Bancos de Dakar.

É assim que este Goril... Grosseiro se orgulha de ter safado na vida, em detrimento do povo e continuando a procurar espaços para criar caos no país, pois, porque conseguiu em pouco mais de um ano, ter coisas que não imaginava ter, como se segue: - Concluiu uma obra de casa no Alto Bandim, que tinha começado a mais de 10 anos durante esta crise;

- Comprou no Centro da Cidade, o espaço com fundação que se situa entre Sec. Estado da Cooperação e empreendimento do DUCA, (Junto ao Hotel Diarama);

- Começou a construir na Zona posterior do Bairro Tchada, um Hotel com 4 piso;

- Pagou “Cash” uma Quinta a 10 dias atrás, no valor de cem mil Euros (100.000 Euros), propriedade que era de um Cidadão Português, espaço situado depois de Prabis e antes de Praia SURU.

O seu Patrono (DSP) este, é agora, pura e simplesmente, uma das personalidades politica mais rico da África. E é 2º maior accionista da empresa de prospecção, exploração e produção de Gás, Óleo e Petróleo , CAPENRGY – que é uma empresa Britânica que se opera fortemente em África, nos domíneos acima mencionado. Refere-se que, o primeiro accionista desta empresa é uma outra empresa que detém 70,79 % e logo vem diversas personalidade individuais e Directores de Serviços dos quais  Simões Pereira ultrapassou-lhes em termos quantitativos de acções com 4,73 %, número este, igualado pelo Senhor (M Runtsch). E na parte final do quadro vem um grupo de personalidades com acções inferiores à 0,5%  e conjunto dos seus acções se totalizam em 4,88%.

A mulher de Simões Pereira possui 0,95% e ela é designada neste quadro de M. de Sá Pereira.
E para mais esclarecimento sigam o Link a baixo do site da empresa Capenergy: http://www.capenergy.co.uk/investors/shareholders/index.html

- Por outro lado, as receitas das Alfândegas de Bissau que se variam entre 4,5 à 5 Bilhões de francos cfa por mês, que nunca se deu entrada nos cofres do Estado durante o mandato de Domingos S. Pereira  e Carlos Correia;

- E ainda, o maldito Resgate dos Bancos ao Sector Privado (de 34 Bilhões F.cfa) que foi feito de forma discreta e sem obedecer as normas do Concurso Público e nem anúncio nos órgãos de Comunicação Social, no qual, Domingos S. Pereira, Geraldo Martins e Carlos Pinto Pereira, ficaram com mais de 10 Bilhões de Francos cfa?

Notem, o DSP não consegue ficar tranquilizado no país, ele passa o tempo todo a viajar, para ver quem ou qual entidade da Comunidade Internacional que o possa salvar da prisão, tendo em conta as clareza dos factos da má gestão que efectuou enquanto Primeiro Ministro.

O Partido PAIGC, não tem disponibilidade financeira para sustentar tantas viagens e estadias nos hotéis que o seu líder tem efectuado. 

O Partido está falido e tem salários atrasados de vários meses aos seus empregados da Sede. É claro que essas viagens do DSP é certamente suportado por ele mesmo visto que, se tornou num dos Políticos mais ricos da África no espaço de 1 ano (Fonte: SAHARA MEDIA).

Enfim, como cidadãos deste país resta nos acreditar na politica de mudança da mentalidade que o JOMAV, pretende instaurar no país, e quem roubar ao estado, tem de ser julgado.


E se quiséssemos saber de mais detalhes sobre os desvios do erário público então, deveríamos fazer uma marcha interminável a frente da ANP, pedindo abertura e o normal funcionamento desta nossa casa do Povo, que se transformou numa propriedade do Goril... Grosseiro (C. Cassamá).

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