“PRÉMIO NOBEL DA PAZ DE
LUTO”
O tal projecto
de “inclusão de tachos” abortou. Pelo que está de luto. E para isso, neste
momento de profunda dor, quero endereçar V. Ex.ª os meus pêsames. Foi com muita
“tristeza” que recebi a notícia da exoneração do seu Governo de “inclusão de
tachos”.
Ramos-Horta disse ter ficado consternado
perante total incapacidade da liderança guineense de superar as suas diferenças
políticas e sociais, pressagiando que “O país pode ficar cronicamente instável
e isso significa afugentar os parceiros e investidores. E não sabemos o dia de
amanhã, as próximas semanas e meses, como será o futuro agora da Guiné-Bissau”.
Como quem diz, sem Domingos Simões Pereira, não há futuro para Guiné-Bissau.
Escuta,
senhor Ramos-Horta, a INFINIDADE das nossas convicções e determinação combativa, enquanto povo, expressas na comunicação
do Presidente de TODOS os guineenses, à nação: “Enquanto Chefe Estado, se o
custo da estabilidade governativa é a corrupção, o nepotismo, o peculato,
saibam que considero esse custo demasiado elevado para ser pago. Enquanto Chefe
Estado, se o custo da estabilidade governativa é a chantagem da instabilidade,
fazer vergar as instituições da República perante uma pessoa, saibam que
considero esse preço demasiado elevado para ser pago”.
Viva o Presidente Zeca Upa-kayo!
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