sexta-feira, 14 de agosto de 2015

“PRÉMIO NOBEL DA PAZ DE
LUTO”

O tal projecto de “inclusão de tachos” abortou. Pelo que está de luto. E para isso, neste momento de profunda dor, quero endereçar V. Ex.ª os meus pêsames. Foi com muita “tristeza” que recebi a notícia da exoneração do seu Governo de “inclusão de tachos”.

Ramos-Horta disse ter ficado consternado perante total incapacidade da liderança guineense de superar as suas diferenças políticas e sociais, pressagiando que “O país pode ficar cronicamente instável e isso significa afugentar os parceiros e investidores. E não sabemos o dia de amanhã, as próximas semanas e meses, como será o futuro agora da Guiné-Bissau”. Como quem diz, sem Domingos Simões Pereira, não há futuro para Guiné-Bissau.

Escuta, senhor Ramos-Horta, a INFINIDADE das nossas convicções e determinação combativa, enquanto povo, expressas na comunicação do Presidente de TODOS os guineenses, à nação: “Enquanto Chefe Estado, se o custo da estabilidade governativa é a corrupção, o nepotismo, o peculato, saibam que considero esse custo demasiado elevado para ser pago. Enquanto Chefe Estado, se o custo da estabilidade governativa é a chantagem da instabilidade, fazer vergar as instituições da República perante uma pessoa, saibam que considero esse preço demasiado elevado para ser pago”.


Viva o Presidente Zeca Upa-kayo!

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