quarta-feira, 4 de março de 2015

Credi, a Rainha Jezabel disse que Reconhecendo pragmaticamente a incapacidade da Justiça para recuperar os atrasos que foi acumulando na sua atuação, chamamos a atenção para a novidade que representa a proposta de criação de uma AUTORIDADE DA MEMÓRIA E JUSTIÇA. Com este gesto de reconciliação com o passado, pretende-se assumir o DIREITO DAS VÍTIMAS A UMA REPARAÇÃO, bem como o direito da posteridade a conhecer a VERDADE HISTÓRICA, fomentando o espírito de ARREPENDIMENTO DOS CULPADOS.

Eu Doka, pergunto:
A Rainha Jezabel estará falando sério? Ou está de brincadeiras?  Porque a RECUPERAÇÃO DE ATRASOS..., vai lá vai.
Aonde começaria a recuperação desse tal atraso?
Apartir do golpe de estado que causou o derrube de Cadogo Jr.?
Uma simples pergunta, não me levem a mal
Eu gosto da Jezabel
"RAINHA JEZABEL, NHA TOMA LI..., um besito???!!! Hummm"

O feitiço virou contra o feiticeiro. É como diz o texto anterior, Nhu Pó e cambada, "Pensaram que eram os únicos que sabiam jogar este jogo de trafulhice e sacanagem através da Internet, mas agora estão a provar do próprio veneno e não estão a gostar(...)". E quando faziam romarias às capitais dos países da CPLP blasfemando o nosso país e os nossos militares? Eles próprios embrulhavam o populismo na bagagem para mostrar e convencer os seus homólogos no estrangeiro. Haverá crime maior como o de "traição à pátria"? 

Na cerimónia de abertura, ontem do novo ano judicial, a Jezabel, com as suas ideias despóticas, priorizou o seguinte: «Torna-se necessário tipificar crimes fazendo uso de recursos informáticos, como por exemplo o de difamação através de blogues ou redes sociais». 

Ai, o que nós sabemos que está em voga hoje em dia é a luta contra o incitamento ao terrorismo na internet. Agora simples caricatura de políticos ou de "deus" de alguém não justifica tanta petulância, prisão ou morte do caricaturista. Lá pelo facto de ter sido criticada no Doka Internacional, acha-se no direito de mandar legislar para legitimar o seu mandado de detenção ao rapaz?  Nha toma li..., um beijo? !!!!

JOMAV avisou: “Quem não quer críticas ou ser denunciado deve ficar em sua casa, porque quem aceita o exercício de cargo público tem de ser descortinado pela sociedade, dentro dos limites previstos na lei, desde que não sejam motivadas por inveja, vingança, ódio, calúnia ou difamação”.   

E o que aconteceu no blog do nosso Doka, foi um artigo de opinião de uma pessoa bem identificada e conhecida.

Este Governo de Nhu Pó, nunca esteve interessado em conhecer as prioridades do povo guineense. A sua agenda é portuguesa, angolana e cabo-verdiana. Por exemplo, na Justiça, há crimes que abalaram e continuam a inquietar o sentimento colectivo do nosso povo, como disse, e bem, o Presidente da República, José Mário Vaz, recordando os assassinatos do Presidente João Bernardo Vieira "Nino" e do General Tagme Na Wai. Tendo pedido,na ocasião, a conclusão de todos os processos envolvendo crimes de sangue, priorizando estes.

Rainha Jezabel, a senhora não é surda! A imagem da nossa Justiça está desonrada e apática. A Justiça é incapaz de lutar contra práticas  enriquecimento ilícito, corrupção, peculato, nepotismo, tráfico de influência, morosidade processual, decisões tardias e inúteis" como disse, ontem, o Chefe de Estado, na sua brilhante intervenção.

Rainha Jezabel, nha toma li, pabia Doka Internacional monta lá..., na Inglaterra???!!! 

terça-feira, 3 de março de 2015

Nhu Pó ataca Blogs – Sakur (Run and Hide)


Qual é o cúmulo do descaramento, da estupidez, da desfaçatez, da insanidade, da contradição e do mau perder?


Nhu Pó criou o próprio blog, usou-o para ludibriar toda nação Guineense com particular incidência no PAIGC, e HOJE ESTA ALMA PERDIDA TEVE A IDEIA PEREGRINA, DE ANUNCIAR pela boca da rainha Jezabel:


«Torna-se necessário tipificar crimes fazendo uso de recursos informáticos, como por exemplo o de difamação através de blogues ou redes sociais», disse a ministra da Justiça guineense, Carmelita Pires.


É forontá, noná ratidja elis mal.


Quando tipificarem os ditos crimes com recursos informáticos, não se esqueçam DO PAI QUE PARIU O Progresso (Inter)Nacional e todas as mentiras, calunias, manipulações que fizeram nos últimos dois anos para ganharem o congresso e roubar os recursos da Guiné-Bissau.


Leitores, sabem o que está a acontecer?
Pensaram que eram os únicos que sabiam jogar este jogo de trafulhice e sacanagem através da Internet, mas agora estão a provar do próprio veneno e não estão a gostar, paciência, como diria um outro grande blogueiro: “Um pouco de Vaselina pode ajudar”.

É Ndjutinu bá, ma goci rapa tchiga élis na totiss é misti kaba ku djugo. I ka sin, no kunsa na kunsa nan.

Mas a grande lição que o povo da Guiné tem de tirar aqui é que tal como sempre anunciamos, estamos na presença do maior de todos os ditadores que a Guiné-Bissau conheceu, e cada dia vai-lhe caindo mais uma mascara, este sim é um ditador perigoso, porque todos os dirigentes viveram bem com os blogs, NINO, BACAI, KUMBA, CADOGO, algumas vezes ameaçaram o nosso colega Aly Silva, mas nunca ninguém alterou a lei para calar a voz de quem ousa denunciar, GUINEENSES SE NÃO NOS CUIDARMOS VAMOS TER UMA REPLICA DO REGIME ANGOLANO EM BISSAU, se esta lei de MUKUR MUKUR for criada e aprovada, mais um passo terá sido dado para silenciar os bons filhos desta nação de gente brava.

PRESI JOMAV nô finkau djudju... 
"BANHU TOMA LI"

Será que alguém se recorda do anúncio, na era colonial, de "Brandy Constantino", no antigo cemitério de Bissau, atrás da Câmara Municipal? Poucos terão esta memória! Nós somos desse tempo! O anúncio fica bem ao perfil do blog Progresso Nacional Fascista. Dizia o anúncio "Constantino, A fama que vem de longe"... O referido blog conseguiu posicionar-se em termos de qualidade informativa abaixo do Sementeira de F. M. que blasfemava ao país e aos nossos militares, etc. 

Será que esses açougueiros não têm mais lenha para a fogueira?

Sabemos que, ironicamente, a palavra "Progresso" significa, para eles, "gatunagem", pó, enganar, driblar, etc., etc..

Calculo que essa miudagem precisa de mais instrução! A qualificação deles tem sido na base de "cábula" virtual.  

Mas, o que é que eles já produziram, mesmo? Olha mano, são indivíduos "sem pénis nem inveja", que de nenhuma forma conseguiram tirar proveito dos privilégios dos seus próprios pais. Olha-se para o GM, filho de Samba Lamine? Zero esquerda! D P, filha da nha Pereira? Nothing! O J B V, filho de Murido Vieira? Es I nhu kalcinha! Todos eles cresceram e aprenderam na escola da máfia. Nota-se, por isso, que enquanto se debatem os problemas, por exemplo, da fome na nossa terra, eles olham, despropositadamente, para a ostentação, modo de trajar dos participantes nos debates. Coisas assim, fúteis! São foleiros e banais, e querem eles ombrear-se com o Doka Internacional?

Progresso Nacional Fascista e DSP, banhu tchupa li! 
Alerta a Nação – Reajuste de Salários Função Pública (KAFUMBAM)


Compatriotas, estejamos alertas, mais uma treta do Progresso (Inter)Nacional, para ajudar Nhu Pó, estão a ANUNCIAR REJUSTES DE SALÁRIOS NA FUNÇÃO PUBLICA.
Miiiiiiiiiiintída!

Dizem reajuste para depois dizerem que <<vão cortar alguns salários para aumentar outros>>.
Alguém acredita nisto?

O Cambalacheiro tem mesmo coragem para cortar o salário de alguém nesta altura?, Desafiamos te Nhu Pó, corta os salários como estas a prometer, alias das tuas promessa estamos nós fartos, não anunciaste que tú e o MARUCA iam cortar 200 e tal diplomatas? Quantos já cortaram? Nem os chineses com passaporte diplomático guineense foram cortados, quanto mais funcionários.

Sabemos que querem é vender a ideia (trafulhice) de que estão a aumentar salários, mas é uma grande mentira.

Então não foi o próprio Nhu Pó e o seu ministro das finanças que quase iam matando o coitado do Cipriano Cassama por causa do aumento do salario dos deputados? Ma i bom pa Cipriano porque i kata sai sê trás, ma bu na odja ku bu odju kê que é malandros guarda pa bô.


Não havia dinheiro para os deputados, mas em pouco tempo, já pagaram aos credores (Quais? Kê bo tem estado na miti mom di timba sim konta guintis?), e até já sobra para aumentar salários em toda a função pública? É caso para gritar: FIDJIDA! Que falta de coerência? Que cambalhota politica? Que falta de caracter?


Pecadur ta kunssido na momentos difícil, é sacanas assim kê cedo? Se dinhêro tem pabia ke bo ka da funcionários aumento disna? Se contra i ka tem tan, pabia ke bo na ngana coitadis?


Deus i garandi nona bata kunssi bôs kada dia ke sol na manci.

Doka é kanadjas na lebssi guintis, por isso manda é bu “baner” (imagem de topo) pa concurso di LOGOTIPO pa mesa redonda, assim organizadores ta sibi bâ kin kê na lida kel!
Nhu Pó – O moço de recados


As suspeitas não são recentes, as acções implementadas (registo dos números) seguiram exactamente as conveniências dos Serviços Secretos que teleguiam o seu agente de serviço na Guiné-Bissau, nada mais nada menos que Nhu Pó.


O peão da CPLP em Bissau, que presta vassalagem a CPLP fazendo o triste papel de CHIBO ao serviço de interesses contrários a nação Guineense, está hoje mais do que nunca, em alerta máxima.


Nós estamos aqui para ajudar:
1ª Recomendação, nunca comprem vocês mesmos os números que pretendem usar, se eu quiser um número novo, devo mandar o meu sobrinho comprar e quando o meu sobrinho precisar, vou eu comprar e dou-lhe, com os registos trocados, a escuta perde a eficácia, principalmente junto dos neocolonialista, é kana panha pé di ke ku stadu nél, juízes na Europa mesmo kata ceta ki tipo de brincadera.


2ª Recomendação, usem e abusem de SMSs, porque nenhum estado da CPLP tem capacidade para proceder ao varrimento de SMSs, ou sequer ao controlo parcial dos mesmos, talvez o Brasil em raras excepções se assim entendesse, só mesmo os Americanos conseguem praticar regularmente esta atrocidade que é controlar os SMSs.


Bô passa mensagem, ma ka bô fassi suma ke élis é faci dipus di congresso, é manda SMS téééé, é iara é manda JOMAV SMS nunde ke é na fala mal di el JOMAV, tarpasseros.


Nbai… PA RAMPANSSA
Relações Tensas em Bissau?
Fonte:
Manuel Fernandes- www.oje.pt
Quinta feira, 26 de Fevereiro 2015
Quando se fala da Guiné Bissau, não raro é falar- se de instabilidade, de golpes de estado e de pobreza. Desde o golpe de 12 de Abril de 2012 que acresceram a estas referências uma ainda mais negativa que é da ligação do país ao tráfico de droga.
Mas os boatos valem o que valem e o que é importante nas relações internacionais que trazem a credibilidade do Estado, é que se perceba que as autoridades estão a trabalhar no sentido de construir uma sociedade mais justa, desenvolvida, social e economicamente. A eleição do Presidente da República já leva quase 8 meses e o governo dirigido por Domingos Simões Pereira também Presidente do P.A.I.G.C. , tendo dado mostras de grande actividade diplomatica e de contrução de imagem do próprio pouco tem feito na dinamização da economia e na regulamentação de actividades que são cruciais a construção de um país justo.

O sentir da população nomeadamente dos mais jovens e letrados, vê- se e lê- se nos blogs e outras redes sociais e não mostra, ao contrário do que parece ser a preocupação do Presidente da República, uma satisfação com o papel do governo.

O regime semi- presidencialista gera sempre dúvidas sobre competências aos vários nivéis e entre o Presidente, Presidente da Assembleia Nacional Popular e primeiro- ministro as situações e relações não são claras.

O PAIGC não está satisfeito com a constitução e um governo de coligação quando o partido teve a maioria absoluta nas eleições, embora esta decisão de Domingos Simões Pereira lhe tenha granjeado prestigio internacional, a dotação orçamental do parlamento não agradou ao presidente do mesmo as questões de relações externas, segurança interna e externa, ordem pública e defesa não teem sido coordenadas com a Presidência da República e aquilo que seria ótimo, uma saudavél separação mas uma institucional interdependência entre orgãos de soberania não tem existido.

Das leituras dos blogs nota- se facilmente que o primeiro ministro , ou alguém em seu nome, tenta passar a ideia de que o Presidente é uma " força de bloqueio ", constando, nos fóruns internacionais,que o chefe de governo se " queixa " no estrangeiro desse bloqueio.

Fontes próximas do partido dizem que algumas deselegãncias- para não dizer mais- teem sido tidas para com a Presidência da República, nomeadamente o encerramento da fronteira Sul entre a Guiné Bissau e a República de Guiné Conacri sem conhecimento de José Mário Vaz ou o anúncio público de chamada a Guiné Bissau de uma força militar da CPLP sem que o PR tivesse sido informado préviamente.

Acrescentaram ainda, declarações públicas do PM em desabono da acção do PR e, mesmo deselegãnçias verbais de alguns membros do governo para com o PR como demonstrações de recusa de cooperação interinstituicional.

E se na politica, as coisas não vão bem, na economia a situação não é melhor.
O contrato com a portuguesa EUROATLANTIC foi feito sem concurso público, o contrato das areias pesadas do Varela esta a contaminar solos e águas, as privatizações das empresas Guiné Telecom e ABGB entre outras, são apontadas como tendo sido feitas a revelia do conhecimento do PR, mesmo sedo estratégicas no país.  De tudo isso se fala nas diferentes redes sociais.


HOMENAGEM A BORIS NEMTSOV


Hoje é o dia de funeral de Boris Nemtsov. Quero, por isso, prestar homenagem ao político russo assassinado em pleno Moscovo e, desta forma, expressar meu enérgico repúdio às atitudes criminosas que buscam, insistentemente, limitar, controlar, silenciar conteúdo dos discursos escritos ou verbais dos cidadãos. A liberdade de expressão é um verdadeiro termómetro de um Estado de direito. Nemtsov era um político de carácter, carismático que não se vendeu por vaidades deste mundo. Era um dos maiores críticos da ingerência da Rússia nos assuntos internos da Ucrânia. Foi barbaramente assassinado na altura em que cruzava, a pé, com a sua companheira, a modelo ucraniana, Anna Duritskya, numa ponte frente à catedral S. Basílio.

Viva a liberdade de expressão!

segunda-feira, 2 de março de 2015

JOMAV vs DSP – TODA A VERDADE

É preciso recuarmos no tempo para percebermos a triste e desagradável realidade histórica que demonstra que a Guiné (antes, durante e depois da colonização) nunca foi um reino de Paz e tranquilidade. Muito pelo contrário, foi sempre fustigado por guerras sangrentas e violências gratuitas, que fizeram dela um baluarte de dor, sofrimento, sangue e lágrimas, por ser uma sociedade muito fraccionada, que na hora de avaliar e de julgar não consegue ser objectivo e justo, recorrendo quase sempre ao sentimento de pertença (étnica, religiosa, regional, familiar, de proximidade (amizade, interesses partilhados, etc.), etc.) para decidir o veredicto final.

O esforço colectivo revelado durante a Luta de Libertação Nacional, criou a ilusão de termos finalmente ultrapassado as contradições que tingiram de sangue a nossa história secular e de termos atingido o ponto de convergência nacional, imprescindível a edificação de uma sociedade mais homogénea e tolerante do ponto de vista político e sociocultural.

Infelizmente, a conquista da nossa independência simbolizava apenas a conquista da liberdade colectiva, privando-nos do fundamental (a liberdade individual) e com ela o mais sagrado do Direito Humano – o Direito a Livre Expressão. A onda de perseguições políticas, prisões arbitrárias, espancamentos, fuzilamentos, abusos do Poder, injustiça social e demais formas de violação dos Direitos Humanos, a corrupção, o divórcio entre o saber e o saber fazer e, posteriormente, a tendenciosa “abertura política” proclamada nos anos noventa e defeituosamente implementada, vieram constituir um solo fértil para a germinação dos nossos males do passado (tribalismo, crenças religiosas, regionalismo arcaico, etc., etc.), mergulhando o País num ciclo infernal de conflitos político-militares, colisões institucionais, choques de interesses e permanente instabilidade sociopolítica.   

Neste momento decisivo da nossa história, quando finalmente começa a despontar a luz ao fundo do túnel, acalentando a esperança do nosso povo mártir num futuro próspero, eis que surgem indícios de um novo conflito institucional no nosso País, ameaçando com novos recuos e adiamentos e em que nenhum cidadão que pauta pelo bom senso deve estar minimamente interessado, na medida em que, os acontecimentos similares do nosso passado recente demonstram que ninguém sai a ganhar com as suas consequências, pelo que cada um de nós deve investir toda a sua influência, sua energia e seu intelecto, para que a nossa Guiné-Bissau não seja novamente adiada e lançada à margem do enorme caudal do desenvolvimento global que tem caracterizado a nossa época.

Considerando que para a Guiné-Bissau não existem alternativas à estabilidade sociopolítica, a vigente situação interpela-nos a adoptar uma atitude responsável e coerente no que respeita a instauração de um clima de paz, de diálogo sério e honesto, de tolerância face as nossas diferenças de pensamento e de acção e sobretudo de respeito mútuo, enquanto pressupostos imprescindíveis à construção de uma sociedade justa, moderna e progressista.

Por conseguinte, urge imprimir um esforço adicional para que se estabeleça um clima de franco e permanente diálogo institucional entre os principais Órgãos da Soberania, com base no Princípio da Partilha do Poder, plasmado na nossa Carta Magna, de modo a imprimir uma nova dinâmica e consensualidade ao processo governativo, neste momento em que o estado da Nação reclama por unidade e assunção colectiva de responsabilidades à todos os níveis.

Sem pessimismos nem exageros, é imperioso afirmar que a situação que hoje se vive nos bastidores do Poder na Guiné-Bissau é extremamente alarmante e simplesmente intolerável, mas que felizmente tem uma solução constitucional – A DEMISSÃO DO ACTUAL GOVERNO – que contribuirá para fortalecer a própria Constituição, desanuviar o ambiente político, imprimir uma nova dinâmica a governação, transmitindo aos nossos parceiros de desenvolvimento uma mensagem de confiança, credibilidade e fiabilidade no funcionamento das nossas Instituições.

Em alternativa à solução supra mencionada, teríamos de tolerar e sustentar por mais três anos e meio esta situação caótica de ruptura institucional e ausência de diálogo e cooperação entre a Presidência da República e o Governo, como aconteceu no passado entre Carlos Gomes Júnior e Nino Vieira, ou ainda entre Carlos Gomes Júnior e Malam Bacai Sanhá e cujas consequências continuam a abalar o nosso País.

Independentemente de afinidades, identidades, interesses pessoais ou corporativos, simpatias e antipatias, a queda do actual Governo não deve ser encarada como uma catástrofe ou desgraça nacional, na medida em que, paralelamente às necessidades objectivas de reconhecer valores e atribuir méritos, há obviamente que reconhecer também que ninguém é insubstituível e, desde que sejam rigorosamente observados todos os parâmetros previstos na Constituição, é sempre preferível a queda de um Governo do que a disfunção de toda a estrutura do Poder de um País e a consequente desorganização da sociedade.

Uma análise sequencial do historial de conflitos entre JOMAV e DSP ajuda-nos a compreender melhor o que realmente está em causa:

Ø  Durante a organização do VII Congresso Ordinário do P.A.I.G.C., em Gabú, DSP expulsou JOMAV da reunião de coordenação do núcleo de apoio à candidatura de CGJ à liderança do Partido, que estava a ser realizada na casa do próprio JOMAV, alegando que este último não fazia parte da coordenação;

Ø  A delicada questão do desvio de trezentos milhões de CFA dos cofres do Estado do qual a esposa de DSP, na qualidade de Secretário de Estado das Finanças e responsável pela execução orçamental foi acusada pelo Ministério Público e condenada à cumprir três anos de prisão com pena suspensa. Correram então rumores que ela foi denunciada por JOMAV, então Ministro das Finanças. Para não ficar em dívida, a família SP acusou JOMAV de ter-se apoderado de quinze milhões de dólares concedidos por Angola e que está a ser investigado pelo Ministério Público;

Ø  Já na qualidade de Presidente do P.A.I.G.C., DSP tudo fez para que JOMAZ não fosse eleito Presidente da República – primeiro durante a votação no Comité Central em que não escondeu a sua preferência pelo actual Ministro dos Negócios Estrangeiros e, posteriormente, durante a campanha eleitoral, pendeu-se para o candidato independentemente, Paulo Gomes. Desta forma, pela primeira vez na história das democracias, o Presidente de um Partido manifesta o seu apoio à um candidato independente, em detrimento do candidato indigitado pelo seu próprio Partido, arrastando os conflitos pessoais para a arena institucional.

Ø  No acto da sua tomada de posse, DSP limitou-se à um discurso superficial, remetendo o essencial para a tomada de posse dos restantes membros do Governo, onde numa das passagens, contrariando o apelo do Presidente da República à unidade e coesão, replicou pedindo a este “para que o deixasse governar”, deixando transparecer que não estava minimamente interessado em assegurar uma coabitação pacífica entre ambos;

Ø  No processo da formação do Governo DSP não consultou o Presidente da República, rompendo com uma tradição que de certa forma tem contribuído para a consensualidade, uma interacção mais intrínseca, a imprescindível cooperação institucional, melhor sintonia e partilha de responsabilidade governativa entre o Presidente da República e o Primeiro-Ministro. Na sua intervenção o Presidente da República fez saber que exime-se de quaisquer responsabilidades relativamente a composição do Governo e do seu desempenho.

Ø  Durante um périplo internacional pelos Países da nossa Sub-região, o Presidente da República conseguiu uma ajuda financeira de dezoito milhões de dólares para ajudar o Governo a fazer face as despesas salariais. Em contrapartida DSP fez saber à JOMAV que não cabe ao Presidente da República a tarefa de mobilizar fundos para o País, tentando desta forma desvalorizar esta importante contribuição do Presidente da República.

Ø  Por razões óbvias o Ministro da Administração Interna é demitido pelo Presidente da República e o Primeiro-ministro veio ao público afirmar que esta demissão constitui uma enorme perda para o Governo, deixando transparecer as contradições e falta de sintonia existentes entre os dois governantes.

Ø  Em vez de estabelecer uma ponte de diálogo construtivo entre a Primatura e a Presidência da República, DSP preferiu declarar guerra informativa à JOMAV, utilizando a mass-média para denegrir a sua imagem e deturpar toda a verdade concernente aos factos que se desembocaram na situação que hoje se vive.

Ø  Se é verdade que durante a campanha para o Congresso de Cacheu, o Presidente do P.A.I.G.C. e actual Primeiro-Ministro prometeu fazer do Partido de Amílcar Cabral um Partido mais forte e mais coeso e durante a campanha para as legislativas, proclamou a estabilidade sociopolítica como prioridade das prioridades, hoje, um ano depois da sua eleição, temos um P.A.I.G.C mais fraccionado do que nunca e o grau de descontentamento dos militantes atingiu proporções simplesmente dramáticas. Relativamente à tão famigerada estabilidade sociopolítica, a situação vigente fala por si e apaga a luz ao fundo do túnel.

NOTA IMPORTANTE PARA DSP: Camarada Presidente do P.A.I.G.C. e senhor Primeiro-Ministro da República da Guiné-Bissau, a estabilidade sociopolítica deve ser fruto do esforço colectivo de toda a sociedade e o senhor tem uma responsabilidade acrescida no que à esse esforço se refere. Enquanto o senhor continua a pensar e mal, que tem “carta-branca” para usar e abusar do Poder a seu bel-prazer porque tem o apoio da CPLP e que, em nome da estabilidade, o resto da sociedade deve acatar pacificamente todas as suas opções e decisões independentemente das consequências à elas inerentes, estaremos a desperdiçar mais uma soberana oportunidade de viabilizar o nosso País, porque não foi a CPLP e o resto da comunidade internacional que o elegeram para os cargos que ocupa e pode crer que a solução para este braço-de-ferro institucional está nas mãos do Presidente da República da Guiné-Bissau e não dependerá da vontade de Lisboa, Bruxelas, Paris ou qualquer outra Capital europeia.


Bem-haja a Guiné-Bissau!  
OS "VETERANOS" DO PAIGC

Tem-se falado muito, nos últimos dias, sobre os "veteranos" do PAIGC. A minha questão prende-se com o seguinte: será que, na verdade, existe algum órgão estatutário com esta designação previsto no PAIGC, cujo mandato visa dirimir conflitos internos e externos ao partido libertador? Nka fia! 

Embandeiram em arco dizendo que "Os veteranos do partido auscultaram individualmente José Mário Vaz, Cipriano Cassamá e Domingos Simões Pereira, para saber se as alegadas desavenças entre os três têm fundamento ou não e quais os motivos." Que eu saiba, o Presidente da República, José Mário Vaz, é Presidente de todos os guineenses. A função de Presidente na Guiné-Bissau é apartidária. Portanto, não presta vassalagem a nenhum partido político em concreto. Por isso, não deixa de ser perigoso a mistura propositada de alho com bugalho, por parte de quem lançou a notícia desta forma. 

Noticiou o Progresso Nacional Fascista  que "Após estas diligências, os veteranos do PAIGC, que se manifestaram “preocupados com a falta de sintonia entre principais dirigentes políticos”, auscultaram os 91 membros do Bureau Político, que, por sua vez, sugeriram um encontro entre as partes." Ai, será que a situação não está ainda suficientemente madura para a realização de um congresso extraordinário? Como os "veteranos" podem desperdiçar energia em vão? Son Pó! O PAIGC já nos habituou à dita falta de sintonia no seu seio, desde os primórdios da independência do país, entre Luís Cabral e Francisco Mendes (Chico Té), cujo desfecho culminou no assassinato deste.

Nô kansa tchora!
"O VIRUS: ANGOLANUS SILENCIUM"

Cheira-me a censura nos jornais da nossa pacata  praça de Bissau. Não gostaria de trazer para este debate lições sobre "Democracia". Entendo, pois, que são princípios "caros" que não deveriam ser ditas apenas de boca para fora, assim de forma leviana, como muitos o fazem. 

A Guiné-Bissau, não pode ser confundida com Angola, como a democracia não pode ser confundida com aristocracia ou oligarquia (em que o poder político é assumido por uma pessoa). Os termos até são antónimos. Os regimes democráticos e oligárquicos são opostos. 

Regimes políticos democráticos contrastam com as ditaduras, ou tiranias. Ambientes democráticos geram a expressões e realidades como "Andiatur et altera pars" que significa "ouça-se também a outra parte", no que diz respeito ao chamado princípio do "contraditório e da ampla defesa" em processo judicial ou administrativo. É justamente em ambiente democrático puro e livre que floresce a dialéctica ou a técnica de perguntar, responder e refutar; de  aproximação entre as "ideias particulares" e as "ideias universais" e puras; onde se busca  elementos conflituantes entre dois ou mais factos para explicar uma nova situação discordante desse conflito, e para atingir ao "verdadeiro conhecimento" da realidade dos factos.   

Hoje em dia, as oposições entre regimes democráticos e tiranias, tendem a ser ambíguas, visto alguns governos - sobretudo em África lusófona - misturam elementos democráticos, oligárquicos e outros em seu sistemas políticos. Estes buscam silenciar as vozes discordantes. O mesmo não acontece em regimes políticos democráticos puros em que privilegiam oportunidades para as pessoas de controlar seus líderes e de tirá-los do cargo, sem a necessidade de uma "revolução".


A minha dúvida prende-se com o facto de ter vindo a notar, nos últimos dias, que alguns assuntos políticos (públicos) não constituir manchete de certos jornais nacionais, tais como, por exemplo, 1) a prisão e condenação de Gabriel Só; 2) denuncia por José Carlos Macedo Monteiro de 75 milhões de francos CFA em aluguer de viaturas; 3) o paradeiro desconhecido do pagamento de avultadas somas em dinheiro relativamente a cinco (5) navios carregados de contentores de madeira, etc.  

Gostaria, por isso de saber, se tal como tem vindo a acontecer na SIC, RDP/RTP-África, Expresso, A Bola, Diário de Notícias, em Portugal e um pouco por todos os países da CPLP? Se a imprensa nacional, local, terá sido, também, infectada pelo virus "angolanus silencium". Trata-se de um virus que se propagou e terá infectado toda a comunicação social dos países da língua portuguesa. O seu contágio adquire-se pela "entrega de envelopes fechados? " a jornalistas e editorialistas que, em contrapartida, ficam de plantão ao serviço das suas ideias. Posso dizer-vos que a preocupação é grande!  E como tenho visto L V a assinar artigos em certos jornais, assustei-me, pensando que poderíamos ser contagiados, também, com esta maldita praga. 

domingo, 1 de março de 2015

Nino Vieira
5 anos sobre do assassinato do Presidente Nino Vieira e Tagmé Na Wai.

PAIGC não se lembrou ontem no seu Boreau Politico. 

Nino Vieira, bem ou mal ficará na história da nossa pátria.

DSP como lider atual deveria ter feito melhor
Tagme Na Waie

PAIGC – Reunião do Bureau Politico Na reunião de ontem do bureau político do PAIGC o único ponto abordado foi o “ Pedido de apoio para a mesa redonda ”. Ninguém tem a incumbência de organizar nenhum encontro para promover seja o que for (entendimento ou desentendimento). Recentemente houve uma tentativa de reunir o Presidente da Republica, com o Presidente da ANP e o Primeiro-Ministro, mas a tentativa revelou-se infrutífera, e pode-se avançar que de momento tal afigura-se muito pouco provável senão mesmo impossível.

Sendo assim, deita por terra o artigo publicado num blog, porque nota- se que aquilo foi enviado por um dos amigos do DSP, visto que se o tivessem publicado no progresso nacional, todos dariam de conta que teria sido a mando do DSP e seus camaradas. Portanto dessa forma, o alvo foi um determinado blog para que ninguém desconfiasse.
DSP & PRS – Uma Aliança Lesa Democracia


Não é difícil perceber que Nhu Pó perdeu o apoio do PAIGC, partido que o elegeu mas que já se arrependeu profundamente.
É fácil constatar que Nhu Pó está a governar de braços dados com o PRS.


Para os residentes na Guiné-Bissau (kílis que está na terra, guintis ke panha pé), esta aliança com o PRS é contra-natural , não faz sentido, É ANTI-DEMOCRÁTICA, PORQUE O POVO NÃO VOTOU PRS, MAS SIM PAIGC.

Perguntamos: Se o povo votou PAIGC, como se pode formar um governo contra o PAIGC? Como se pode formar um governo a revelia do PAIGC, apenas com o PRS e alguns partidos sem representação parlamentar, e mais alguns amigos?

Chegamos ao ponto em que os deputados do PSR com apoio do Nhu Pó afrontam o PAIGC e todo o país, com discursos perturbadores.

DSP entenda uma coisa muito simples: Se o povo quisesse outro governo, tinha votado para tal, não teria dado maioria absoluta ao PAIGC
Sabemos que na sua mente limitada pensa que já está acima do próprio Cabral (defendem alguns amigos teus), mas está longe de ser verdade o PAIGC é que te colocou onde estás e não o contrário, este grande partido NÃO VAI ACEITAR TAMANHA DESCONSIDERAÇÃO.

Abôs que está na Guiné, bô tem pacenssa, bô explica ki kassissas ku fengatus é bardadi muito simples e claro pa kin ke panha pé, má ka bô diskici di ki nô ermons que RDP-Africa ta n’gana lá na Europa, kilas tene inda udjus fitchado, apesar di é ta ntindi kuma é mas nós sibi, djitu katem.

Doka, força na bu tarbadjo, quem trabalha só por dinheiro, um dia parte e o seu nome desaparece, quem ajuda a fazer justiça e a melhorar uma sociedade, é lembrado por varias gerações.

Presi JOMAV, NÔ KANSA, NÔ NA FINKAU DJUDU, TEM PACENSSA!!!

Nbai … Pa RAMPANSSA
Com toda esta confusão o BUREAU POLITICO do PAIGC reunidos, e ja la vão longas horas.
Graças ao DSP, este homem esta desgastando e desgraçando a este grande partido.
DSP mostra falta de competência e falta de responsabilidade em todas as frentes.
Chegou o momento da verdade, os verdadeiros militantes e dirigentes do PAIGC posicionam- se em defesa dos ideais dos grandes combatentes e do seu povo.
A coisa ta quente, e DSP para rua.
FALTA pouco