domingo, 19 de janeiro de 2014

Mais uma véz..., uma vitória com certeza, eu Doka teria dito de que aqui haveria gato, e que alguma coisa nao batia certo com o tal suposto ataque dos militares guineenses aos escritórios da UNIOGBIS procurando o Cadogo jr ..., o que tudo nao passou de mentira.

Eu já teria avisado, acerca do desmentido que iria haver por parte das NACOES UNIDAS e aconteceu...., tudo foi desmentido a luz do dia.

Nunca houve e nem nunca aconteceu algo semlhante.
Eu Doka avisei aos guineenses e alertei para que fossem ver as fontes que estariam divulgando tal coisa.
Mais uma véz se mostrou que aqui no Doka Internacional, Luta- se pela verdade e mostra- se o outro lado da moeda.

E por um outro lado chamei atencao do Blog Progresso Nacional, porque eu Doka tenho plena certeza de que caso tudo isso fosse verdade, acreditem que o Progresso Nacional o teria noticiado, visto que eles estao no terreno.

Mas continuemos, algo vai acontecer estes dias..., nó sukuta!

sábado, 18 de janeiro de 2014

Guineenses, atencao, como eu Doka tenho vindo a dizer..., alguma coisa nao bate bem.
Vai haver um desmentido ou se já nao houve por parte de um dos gabinetes das N.U.
Estejam atentos, porque a mentira tem perna curta.
Mais vale um bom engano, do que muitos enganos.
Pensem e sigam as noticias com calma.
Guineenses, eu Doka continúo a bater na mesma tecla:
Aqui há Gato..., mas daqueles gatos fedorentos.
Análisem a públicacao da noticia as instalacoes da UNIOGBIS..., vejam as partes que noticiaram a tal coisa.
O próprio comandante das operacoes, nao tem e nem teve conhecimento do ocurrido..., um tal de Júlio.
Aqui há gato, má fedi nan própi....
Cautela, nao julgar ou condenar antecipadamente.



Sobre o presidente de associação Guineense de solidariedade social em Lisboa, que publicou um artigo no jornal publico :
Sr. Fernando Ká, o senhor só sabe fazer as criticas aos outros, mas para fazer a ti não, e a sempre uma grande deslealdade da sua parte, vejamos o seguinte:
- No dia 17 de fevereiro deste ano, associação que o Sr.  preside vai fazer 26 anos. E o Sr. é o preside mais antigo de todas as associações que reside no país, nunca houve eleições naquela casa, é um homem antidemocrático, e vive num país democrático, e está de pedra e cal naquela associação. Transformou o poder de associação como um cargo vitalício, perpetua-se. E quis dizer que é insubstituível, alias se deixar o poder não vai ter o emprego, a única solução é tratar dos pombos em casa. E já houve mudanças nas outras associações menos do Sr. Fernando Ká. Ex. Associações de Cabo-verde, Angola, Moçambique, Brasil, Santo me  príncipe.
Moral da historia. 1) Será que o Sr. Fernando Ká tem medo de perder as eleições?
Sobre a participação de presidente da liga dos direitos humanos da Guiné-Bissau na conferência internacional sobre politica droga na CPLP realizado em Cabo-verde:
- A margem da conferência, o Sr. Luís Vaz Martins, falando a imprensa, dizendo que os militares assume como donos da historia e do presente da Guiné-Bissau, e são agarrado o poder.
- O donos da historia do passado e do presente da Guiné-Bissau foi sempre no período da governação do PAIGC, foi nesta época que começou a apropriação dos bens públicos tais como: Patrimónios, compras de casas no estrangeiros, crescimento desemprego dos jovens, aumento de pobreza extrema no país, e desigualdades sociais, falta energia elétrica, falta de água potável, falta de equipamentos para instalar no hospital Simão Mendes para poderem diagnosticar as doenças.
No tempo de mandato de Luís Cabral havia varias fabricas no país, hoje em dia não há nenhum, havia fabrica de Dicol (empresa de distribuição de combustível) quem levou a falência é o teu tio Cadogo júnior. Primeira coisa que o Luís Vaz Martins presidente de direito de defensores de Cadogo júnior devia fazer é ter conhecimento de causa antes de opinar, se não só sai comidas podres, juntamente com as moscas na boca.
O Sr. Luís Vaz Martins é um fingido que está cego, mas não está. atrás da televisão RGB, no bairro de Luanda, há casas de luxosas de Domingos Simões pereira, Aristides Ocante, Mário dias Sami, e também no bairro de zona 7
Olha ceguinho Luís Vaz Martins, N`bana cabra, Quemo mané, José Nacassa, e muitos outros combatentes, e alguns que estão
 vivos deixado a sua sorte, não tiveram casa de luxo.
Como é que os companheiros de armas que lutaram lado, a lado com combatentes da Guiné-Bissau que são Cabo-verdianos têm uma boa reforma e os combatentes da Guiné-Bissau não.
- Há pouco dias o governo Cabo-verdiano aumentou todos os combatentes da liberdade de pátria pensão de quantia de 75.000 escudos Cabo-verdianos, enquanto os nossos combatentes tem pensão de 19.000 mil fcfa que não chega nem 20 ou 30 euros.
1) Que credibilidade merece o presidente da liga que não resiste á tentação na afirmação de um conceito tão inapropriado como os militares assume como donos da historia, e do presente da Guiné-Bissau, e são agarrado ao poder para caracterizar o presente situação do pais?
2) Como pode alguém levar a sério a patética retórica inspirada nesta afirmação de Luís Vaz Martins ?
Sr.. Luís Vaz Martins, nada ocorrem para a criação de um ambiente favorável a realização de uma discussão séria de que o país precisa.
O Sr. Luís Vaz Martins o tempo dos demagogos acabou.
Falando do pseúdo jornalista que se encontra nas ilhas :
- Sr. pseúdo jornalista (Seco ba Nobá), disseste que deste aula em cabo-verde até os alunos gostaram da aula bem como próprio professor. Se calhar esses os alunos têm a idade de 5 ou 6 anos de idade.
1)Quem é que conhece o Sr. como professor de direito na Guiné-Bissau?
2)Tens alguns conhecimentos em termos de ciência jurídica e de assistente social? ou és um aventureiro na matéria ?
Sr. jornalista Seco ba Nobá, é preciso ter formação pedagógica com os conhecimentos científicos e jurídica.
Anonimo.
Um grande abraço mano Doka  


Na Guiné-Bissau, si bu ta ronca matchundade é ta kumprauu él dée!
Estas eleições legislativas e presidências são entre muitas e outras oportunidades que nos foi dado para virar a pagina e construir uma nação na base do trabalho, do conhecimento, do mérito que vise à reconciliação do povo guineense, como tem repito enésimas vezes o representante das Nações Unidas na Guiné-Bissau José Ramos Horta, que a semelhança das outras nações quer ver o nosso país seguir os trilhos de desenvolvimento. Enganam-se os que pensam contrario, com essa propagada e recorrente ilusão sobre a Guiné-Bissau.
Esta eleição é mais que umas simples eleições dos quais estamos habituados, está em jogo a nossa existência, a nossa viabilidade e a nossa independência que tanto nos custou à admirável grandeza no concerto das nações e que hoje concentra toda a desgraça que não nos dignifica como um povo. Por isso, nesse processo eleitoral, exige-se uma reflexão profunda da nossa classe política, dos decisores institucionais da republica ao cidadão através do seu voto na urna.
Ha motivos mais que suficientes para delegarmos mandato de gestão do país a outrem, mais este não seria a mais-valia desejável, por que os efeitos colaterais que estas ações produziriam na nossa sociedade, terão um condicionamento difícil a apagar para afirmação do homem ou mulher guineense no concerto das nações, que ainda almejamos nestes longos quarenta anos da nossa existência. Meu apelo aqui vai ao encontro dos partidos políticos e instituições judiciais do país em particular os juízes e Supremo Tribunal de Justiça nas analises das candidaturas, sejam elas para Presidência da Republica ou para Deputado da Nação.
No que respeita aos partidos e coligações políticas para interpelarem com argumentos e provas convincentes junto ao Supremo Tribunal de Justiça as candidaturas que possam ou constituem um foco de tensão para Unidade Nacional que tanto necessitamos para reconciliar os guineenses, através da verdade sobre o nosso passado, presente e construir um futuro melhor com dignidade. Lembrando a necessidade de renunciarem o nosso eu, isto é, procurar reunir consensos em torno de único candidato, em todos presidenciáveis sem exceção, sejam eles independentes ou com apoio partidário. Não podemos continuar a dar o luxo de ter candidatos a Presidência da Republica ou a Chefe do Governo sem mínimo conhecimento da administração publica (dossiês centrais, segredos do país e maitrise nas respectivas interpretações). O estatuto acadêmico ou sua excelência não dá direito para postular a PR e PM, estes devem ser resultados de dezenas e longos anos experiência ao serviço do país. Depois querem mais de 10% nas assinaturas de contratos bilaterais na exploração dos nossos recursos!
Quanto aos juízes do Supremo Tribunal de Justiça, exige-se um sentido de responsabilidade, imparcialidade e coragem nas decisões sobre aqueles que confiaremos o destino das nossas vidas, ou melhor, para administrar as nossas heranças ou contas bancarias (nosso país GB) por longos anos. Exemplos é que não faltam para elucidar as autorizações desastrosas concedidas nas legislaturas anteriores que conduziram e continuarão produzir muitas perdas humanas, enquanto existiam motivos mais que suficientes para recusarem algumas candidaturas e evitar os ciclos permanentes de golpes de estados e assassinatos seletivos. Dê-nos a possibilidade de acreditar na idoneidade dos juízes uma vez (porque nas instituições da Republica da Guiné-Bissau todos são compráveis placas no peito “Quem paga mais ganha o meu voto ou se faz parte do meu grupo social é quem ganha).
Ousemos ser feliz e livre!
Viva a Guiné-Bissau!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Guineenses, a muito pouco tempo, eu Doka acabei de falar com CEMGFA Antonio Indjai e com o Brigadeiro General DABA NA WALNA...,
Eu nao sou um louco varrido sem capacidade de interpretacao e de leitura.

Mas o que consta e que mostra a veracidade dos factos, vai no seguinte:

O Aly Silva, esta trabalhando a mando de Cadogo jr., porque o seu pao de cada dia, depende daquilo que ele vai publicando a seu favor- Cadogo jr.

Em nenhum momento, mas em momento algum ouve um unico militar a invadir as instalacoes da UNIOGBIS no territorio da Guine Bissau.

Os militares souberam do que se estava a ser noticiado pelo Aly Silva- Ditadura do Concenso..., atravez de mim DOKA.
Repito e reafirmo, eu DOKA fui quem lhes alertou ao que estaria a ser noticiado no Ditadura do Concenso atravez do Aly Silva.

Tudo mais uma vez nao passa de mentira e forma de baralharem a opiniao p[ublica guineense e internacional a favor de Cadogo jr.

Eu Doka desafio aqui publicamente ao Aly Silva, que mencione a quantidade de homens- MILITARES que invadiram o tal local ou dito escritorio..., quantas viaturas teriam sido usadas, cores etc..., quem comandava a operacao...,  a que horas foi que tudo aconteceu..., quais as pessoas, funcionarios desse departamento que estariam la presentes.   Porque a fonte ou as fontes do ALY SILVA, teem que ter estes dados se nao me engano.   Guineenses, pensem junto comigo..., vamos pelos factos reais.  SIMPLES.

Porque se formos a ver, ja era tempo suficiente disto ter sido noticiado pelas radios e principalmente pelo blog PROGRESSO NACIONAL que estao activos no terreno, ou o proprio Ramos Horta ja se teria manifestado.

E o Progresso Nacional desde que, segundo a divulgacao do Aly Silva, acreditem guineenses...., se tivesse sido verdade, o Progresso Nacional ja o teria confirmado..., eles estao la e estao bem no activo e trabalhando.  Pensem...

O ALY SILVA esta mentindo e metendo os guineenses em panico.

Por outro lado, suplico ao PROGRESSO NACIONAL a copiarem este meu tema e editarem na vossa pagina.

Temos que trabalhar em defesa e nos interesses dos Guineenses.
Obrigado e felicidades a toda equipa de PROGRESSO NACIONAL.

DOKA.
Obrigado...., mas Aly Silva esta mentindo mais uma vez e nao sera a ultima vez.
AO SR. LUÍS VAZ MARTINS?

Segundo noticiou VOZ DE AMERICA, O presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH), considerou que os militares assumem-se, de forma algo paternalista, como "donos” da História e do presente na Guiné-Bissau, e dominam o país frente a uma classe política muito pobre. Onde estudou este rapazinho? E quem ele queria que fosse “dono” do passado, presente e do futuro da Guiné-Bissau, Cabo Verde? Será que não tem a noção da soberania dos Estados? Será que, após a independência, os políticos “cumpriram as suas promessas” no que diz respeito às reformas no setor da defesa e de segurança?
CAROS AMIGOS GUINEENSES
Eu |DOKA, pessoalmente, não quero acreditar nessa loucura do vigarista e traidor do povo guineense, mas o cenário do gangue dos narcotraficantes esta montado. Senão vejamos: os seus seguidores que se encontravam em Portugal regressaram a Bissau. 
A TAP deixou de voar para Guiné. 
Cadogo esteve em Conacri, Banjul e Dakar, onde até adquiriu casa em nome da sua esposa… A CPLP enviou um representante. 
Então? As peças estão montadas só falta encaixá-las, não é verdade?
Eu Doka ainda nada posso avancar de momento acerca da noticia difundida pelo blog ditadura do concenso.
Recordar que acerca de 45 dias atrás, eu Doka teria alertado aos guineenses da entrada de Cadogo jr., via terrestre e que possivelmente poderia se refugiar nas NACOES UNIDAS.

Quer dizer, que ao que haveria alertado teria algum sentido?
Neste preciso momento estou procurando falar com o CEMGFA Antonio Indjai...., e dentro de momentos tudo sera esclarecido.
aqui ha gato.
Cadogo jr. estara em Bissau?
Vamos a ver.
MOÇAMBIQUE: A CPLP  A ASSISTIR O ESPETACULO … 

Com o recrudescimento da desavença político-militar em Moçambique, entre o Governo e a Renamo,  em Outubro do ano passado, temperado depois pelo clima de raptos a cidadãos estrangeiros, o Secretario Executivo da CPLP,  o moçambicano, Murade Murargy, avisou logo: "Por enquanto, não é necessária nenhuma intervenção da CPLP, mas estamos disponíveis. Os Estados-membros estão disponíveis para, se houver necessidade de alguma intervenção, não digo intervenção militar, mas política, os Estados-membros vão decidir o que é que poderão fazer, mas eu acho que até este momento não é necessário". Assegurou Murargy dizendo: "Acredito que o Governo moçambicano, sob a liderança do Presidente Armando Guebuza vai saber gerir esta situação e restabelecer a normalidade no país". Mas, a normalidade passou a ser de raptos a estrangeiros. Fato que levou o Presidente Cavaco Silva, o Governo português em 8 de Novembro - quer no âmbito dos países da CPLP quer individualmente- a oferecer ao Governo de Moçambique “apoio e colaboração” necessários para responder aos raptos e o clima de insegurança que assolava e desbarata a imagem externa daquele país. 

Pese então o fato de Moçambique ser um Estado soberano, tanto Portugal como a CPLP resolveram ficar encima do muro à espera que o Governo moçambicano assim que entendesse e consoante fosse escolhido o apoio e a colaboração disponibilizados. Entendemos que a CPLP, sendo uma organização essencialmente cultural não pode estar na vanguarda e a instigar governos legítimos para matar. Quando uma organização dessas toma partido e não consegue juntar as partes desavindas, transforma-se num bando de mafiosos e torpes. 

Hoje, dia 17 de Janeiro, o jornal “Público” noticiou que “(…) Sem que tenha sido declarada, a guerra é, cada vez mais, a realidade de Moçambique. O distrito de Funhalouro, na província de Inhambane, entrou esta semana no mapa dos ataques atribuídos à Renamo (Resistência Nacional de Moçambique, antiga guerrilha e maior partido da oposição).
A última acção armada de que há notícia ocorreu na manhã de quarta-feira: um ataque a uma coluna automóvel no troço da Estrada Nacional n. 1 (EN1) entre Muxúnguè e o rio Save, na província de Sofala, no centro, fez três mortos. Entre os feridos – quatro ou sete, o número diverge consoante as fontes – estão dois futebolistas do Ferroviário de Quelimane. O caso aconteceu no distrito da Gorongosa, onde as ações armadas da Renamo têm sido mais frequentes nos últimos meses (…)”. 

A situação no terreno está a piorar, tendo o mesmo jornal informado que “No início da semana, a União Europeia apelou ao fim dos ataques. Na quarta-feira, num comunicado divulgado após o ataque a Mavume, a Embaixada dos Estados Unidos em Maputo disse que a morte do jovem polícia se insere numa “série de eventos trágicos” e manifestou profunda preocupação pelos “relatos de confrontos contínuos”. Pergunto: “cadê a CPLP em Moçambique?

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

SENTINELA ALERTA!



“Nha ermons”, onde estão  o Adriano Atchutci e o Tino Trimó? “Ali no na norostia kosta, I ka ku penaaa, I ka ku remooo!” Clamo os vossos cantos, trilhos e ardis para nossa Guiné!

Somos um povo trabalhador com história rica de peripécias: umas de heróis e guerreiros, outras de vigaristas e traidores. O problema atual é que vamos sendo ultrapassados pelo desenvolvimento tecnológico e aniquilados pela desenfreada ganância dos políticos e homens de negócios - ladrões, vigaristas e traidores ao povo desta nossa pátria amada de Cabral.



Comunicado
A Coordenação Politica do Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva” vem através deste tornar público o seguinte:
  1. Uma delegação da Direcção do PAIGC, conduzida pelo seu Secretário Nacional, solicitou os bons ofícios do Presidente da República de Transição para a procura de um clima de entendimento no seio do Partido antes da realização do seu VIII Congresso;
  2. Satisfazendo o pedido e com a colaboração dos Representantes do Secretário-Geral das Nações Unidas e da União Africana, o Presidente da República de Transição encetou contactos com todos os candidatos à liderança do PAIGC e com os órgãos dirigentes do Partido, concluindo esta missão de bons ofícios com a marcação de uma reunião de trabalho tendo em vista a negociação e assinatura de um Pacto de Entendimento e de Não-agressão entre todas as partes envolvidas;
  3. Uma delegação do Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva”, chefiada pelo camarada Braima Camará e outros convidados responderam ao convite e compareceram na reunião no local e hora marcados;
  4. Estranhamente, a Direcção do PAIGC, e os candidatos da Aliança primaram pela ausência e numa carta endereçada a Sua Excelência o Presidente da República de Transição, o Presidente em Exercício do PAIGC acusando-o de estar a imiscuir-se nos assuntos internos do Partido, instando-o a suspender todas as diligências em curso, e reclamando para si a exclusiva responsabilidade pela condução dos assuntos do Partido, entre os quais a organização do Congresso;
Perante esta situação, a Coordenação Politica do Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva”, após uma aturada e responsável reflexão, decide:
  1. Manifestar a Sua Excelência o Presidente da República de Transição a sua total solidariedade, agradecendo e felicitando-o pelo seu empenho corajoso e patriótico na procura de soluções que promovam o diálogo e o entendimento dentro do PAIGC;
  2. Felicitar e agradecer à comunidade internacional, nomeadamente, os Representantes do Secretário-Geral das Nações Unidas, da União Africana, da CEDEAO, da União Europeia e de países amigos, pela sua presença, disponibilidade e esforços permanentes no acompanhamento da situação política, económica e social do país, e da evolução da situação interna no PAIGC;
  3. Condenar veementemente a atitude irresponsável de alguns elementos da Direcção do PAIGC que sem prévia deliberação dos órgãos estatutários competentes, dirigiram a carta acima referida que pode ser considerada ofensiva da honra e reputação do Presidente da República de Transição e demais parceiros internacionais envolvidos neste processo;
  4. Assegurar aos dirigentes, militantes e simpatizantes do Partido e ao povo guineense, em geral, que o Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva” tudo fará para que o PAIGC realize atempadamente o seu VIII Congresso Ordinário e participe condignamente no próximo pleito eleitoral marcado para 16 de Março próximo.
Bissau, 15 de Janeiro de 2014
A Coordenação Politica

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

O DITO-CUJO DA “TOLERANCIA ZERO”  PISOU O CHÃO DA MINHA TERRA?

“Nha ermons”, bem se recordam - a propósito da presença do representante da CPLP em Bissau – que o Secretario Executivo da CPLP,  Murade Murargy, dizia: "Não se trata de reconhecimento ou não, trata-se de uma obrigação que a CPLP tem para com um Estado-membro. Essa é a nossa missão: não podemos deixar um Estado-membro “abandonado”. A presença do representante especial lá é precisamente para contribuir para que a normalidade na Guiné-Bissau volte de novo". Olha, sem que a CPLP tivesse dado o respeito de levantar a tal suspensão eis o, o dito-cujo, o brasileiro Carlos Alves Moura, em Bissau, desde Domingo, dia 9 de Janeiro como era noticiado.

Pergunto: a Guiné-Bissau não tem sido o “bobo da corte” que divertia a CPLP? Figura sujeita a chantagens e caricaturas dos seus membros.   Depois de dois anos Murade Murargy vem mais uma vez gozar com a nossa cara, falando no “abandono”? A ideia de “(…) não podemos deixar um Estado-membro abandonado” reflete, antes de mais, o sentimento despótico da organização. Por outro lado trata-se de uma corrida contra o tempo. Mas, a missão não deixa de ser suicida, porque a organização corre o grave risco de desagregação.


Sem o levantamento público da “tolerância zero” aos golpistas decretada por Paulo Portas, como a Guiné-Bissau poderá regressar ao convívio normal com os Estados-membros dessa organização cultural que é a CPLP?
AO SR. FERNANDO KÁ

O coscuvilheiro ainda fala? É mencionado no jornal “O Público” de hoje, 15 de Janeiro, como o conhecedor profundo do sentir da esmagadora maioria dos guineenses residentes e imigrantes em Portugal. Disse estar profundamente indignado com as asneiras daqueles que estão a desgovernar a Guiné-Bissau, conduzindo-a para o abismo.

Há muito que sabíamos que o intriguista sofria, também, de incontinência verbal grave, fruto de uma deformação cultural. Da sua boca e no que diz respeito a Guiné, só sai diarreia, pulgas e carraças. Sabemos também de quem ele é cativo e boca de aluguer. Para alguns setores da sociedade portuguesa - para flagelar a Guiné - o Fernando Ká é que serve da lebre da cartola. Pois, já que o Ká confirma, a razão está do lado deles! Um enorme embusteiro que ele é, meu caro! Ele é um complexado e perdido social e culturalmente! Julga-se branco, porque fala o português sujo. Não dá para falar mais desse feiticeiro e mercenário, pois, quem o conhece sabe que não passa de um ignorante, frustrado e corrupto. Os militantes do Partido Socialista Português que o digam.   
Doka, se quiser publicar essa minha opinião seria bom. Mas é mais para você do que qualquer pessoa.

Sou M'bana N'tchigna

Entendo que quando uma das pessoas envolvidas, não deseja dialogar a outra deve entendê-la e deixar! Estou me referindo a Doka que a meu ver, Antonio Aly, não deseja conversar com ele. Uma situação que não deixa de ser lamentável. Dois filhos da mesma terra que se diz a serviço do nosso país estão de costas virados.

No entanto, vejo mais razão do lado de Doka do que do Aly, pelo menos nesse caso em relação a suposto reunião do general Ndjai com seus homens. 

Porque Doka posiciona em busca de dialogar e sugere ao Aly a dar informações concisas ao povo guineense! Se Aly não vê isso com bons olhos, intrometo pedindo a Doka a não render mais assunto. 

Volta a informar como sempre nos leva a entender o que está acontecendo no cenário político da nossa terra. Bem ou mal é o nosso país. Devemos ser informados com precisão com a imparcialidade sobre nosso lamentável situação em que se encontra a nossa terra.

Abraço do seu conterrâneo
M'bana N'tchigna
HIPOTECAR, PENHORAR OU VENDER A GUINÉ-BISSAU?
É óbvio que não se pode penhorar nem tão pouco vender um País independente com um determinado território, política e geograficamente delimitado, habitado por um povo com o instrumento altamente dominante duma convicção e de um viver coletivo forte! A Guiné-Bissau é um país soberano, com a sua tradição,hino, bandeira e com um exército armado até aos dentes em Mansoa e altamente treinado!

A Guiné-Bissau pertence a todos nós(guineenses) com os quais conta para resolver os seus problemas permanentemente, quer seja no presente ou no futuro. Mal ou bem o país ajudou e formou muitos quadros médios e superiores espalhados por este mundo fora. Sem beiras e nem eiras, todosonho dum povo foi parar ao mar, segundo canções do nosso querido cantor guineense “Aliu Bari”!

Reconheço o PAIGC como partido libertador da nação guineense. Mais também teve a sua quota-parte de culpa no que diz respeito, a não criaçãodum Estado ou Governo independente para governar o povo e garantir a ordem através das leis, e uma Constituição que beneficie todo um país. Por outro lado, também podia melhorar a sua política externa, educação, saúde pública, energia, projetos no sector agrícola, as infraestruturas e as pequenas industriais etc. etc.
Compatriotas, tantos anos de independência para quê? A Guiné-Bissau atravessa um momento caótico! O nosso país precisa de uma estabilidade política e autoconfiança, urgentemente. Só assim poderá atrair o investimento vindo de fora, tão indispensável para o seu desenvolvimento. Temos vindo a presenciar, nos últimos tempos, a múltiplas facadas à democracia, com detenções arbitrárias sem culpa formada, assassinatos, e privação de direitos fundamentais etc. etc.!

Parece-me que, tudo vai mal neste momento no nosso país: desde caso de 74 Sírios (TAP). Por outro lado, a nossa relação com Portugal, Cabo Verde e a Angola está beliscadíssimo!Éo maior partido do país que até a data presentenão consegue realizar o seu congresso, é o recenseamento que anda a passo de caracol, falta de combustível, greves por todo lado!
Sendo assim, com este tipo de comportamento o país corre o risco de ficar isolado no plano internacional, comprometendo seriamente a débil e frágil jovem democracia em construção no nosso país! Neste momento precisamos de restaurarcom urgência, a representação democrático das Instituições, não podemos aceitar este tipo de procedimentos.
Pergunto há quem de direito: afinal, há ou não, a realização das eleições gerais para a data anunciado pelo nosso Presidente da República? 

Quero pessoalmente, por este meio, apelar a todos guineenses e amigos da Guiné-Bissau, que nos unamos neste momento difícil que o nosso país se encontra para garantir a realização das eleições gerais agendada para o dia 16 de Março de 2014, por forma a corrigir o deficit democrático vigente no nosso país!
Neste caso: “Só o burro que não muda de opinião” “Mário Soares”!

Depois duma profunda reflexão, depois de terparticipado em vários debates sobre a situação do nosso país, passei muitas noites a contar carneirinhos para poder dormir echeguei a uma conclusão: Guiné-Bissau é estado membro das Nações Unidas, vive uma situação de sucessivos desequilíbrios político-institucional, económico-financeiro e social, com propensão e risco iminentes de que a tensão social geral possa ceder à conflitualidade violenta e daí que, pode-se solicitar uma missão integrada das Nações Unidas na Guiné-Bissau, baseando numa das suas resoluções criadas para apoiar nações que precisam: por exemplo, assim como a nossa que anda à flutuar a 40 anos!

Não podemos penhorar e nem vender a Guiné-Bissau, mais sim, hipotecá-la a Nações Unidas durante 10 ou 15 anos no mínimo!
Até breve!
Um guineense nascido em Mansoa “Fidjudihomigarandi”!
Matosinhos,11 de Janeiro de 2014.

Pate Cabral Djob