sábado, 4 de maio de 2019

Com que olhar é que o povo da Guiné-Bissau está a vendo  a situação sócio-política do seu pais depois das eleições legislativas de 10 de Março de 2019 que deu a vitória relativa ao PAIGC partido libertador com 47 Deputados, MADEM G-15 com 27  Deputados, PRS 21 Deputados, APU-PDGB 5 Deputados, UM 1 Deputado, PND 1 Deputado.

De certeza absoluta é com um olhar triste que a comunidade Guineense ou seja o povo da Guiné-Bissau está a olhar o seu pais mais uma vez mergulhada numa situação de impasse entre os atores políticos. 

Os partidos acima citados  com acentos parlamentares na ANP,  não chegaram a um entendimento no que diz respeito a formação da mesa de ANP.

 Recorda-se que o líder de MADEM G-15 Braima Camara foi designado pelo seu partido como candidato do segundo vice-presidente da mesa da ANP, que na norma é o segundo partido mais votado é que tem direito de ocupar o posto de segundo vice-presidente de ANP.

O PAIGC não tem direito de ocupar ilegalmente a mesa de ANP com mais de 70% dos seus membros isso é inademissivel, neste contexto o povo Guineense e os eleitorado devem convidar o líder do PAIGC Domingos Simões Pereira de virar a página e tomar o compromisso com o povo numa demarcha construtivo convista a reforçar a nossa democracia porque as ameaças não podem ser uma arma para trazer o consenso. 

Ė necessário que Domingos Simões Pereira, aposte no diálogo, perdão e recuperação do homem para fazer avançar o País em todos os aspetos. 

Atualmente diálogo no seio do Partido de Domingos Simões Pereira esta no ponto morto Ė aberrante,  o que esta a passar no país tendo em conta o novo bloqueio da Assembleia Nacional Popular.

Os líderes políticos devem mudar do comportamento e atitude sobre tudo o líder do PAIGC. O ódio, o rancor, a inveja, e a arrogância não devem existir na política.
O líder do PAIGC, nunca fez prova de um grande responsável a frente dos outros lideres políticos e ele não sabe com que Pé é que ele deve dançar.

A classe política Guineense sempre falam da mudança, mas não querem mudança devido a corrupção ativa no seio dos políticos.

As causas dos conflitos entre os lideres políticos é a falta de concertação e o diálogo para encontrar um modelo de reconciliação que possam servir de inspiração para os guineenses.

Lembra-se que a Comunidade Económica dos Estados da Africa Ocidental (CEDEAO) tinha sancionado em 7 de fevereiro de 2018 19 individualidades devido a crispação politica e a crise institucional e nenhum dirigente de PAIGC não foi sancionado, CEDEAO só decidiu sancionar na altura os grupos dos 15  expulsos do PAIGC e alguns elementos do PRS assim como o filho do actual presidente da Guiné-Bissau.

Lá vão  duas semanas sem constituição da Mesa de ANP e sem Governo e a CEDEAO já marcou o seu primeiro passo na Guiné-Bissau com o objetivo de encontrar uma solução entre as ambas partes.

Segundo as nossas fontes a CEDEAO lamentou seriamente o que está passar na Guiné-Bissau depois da tomada de posse  no dia 18 de Abril passado dos Deputados eleitos durante as eleições legislativas de 10 de Março de 2019. CEDEAO recomenda aos parlamentares a formação da mesa do parlamento antes da designação ou a nomeação do novo Primeiro Ministro caso a situação de impasse política e instabilidade  continuar na Guiné-Bissau a CEDEAO vai tomar de novo a decisão de aplicar novas sanções contra indivíduos que estão a bloquear a Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau. 

A CEDEAO sugeriu ao PAIGC de estender a mão para um dialogo no sentido de encontrar uma solução para a formaçao de mesa da ANP.


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