RECORDAR É VIVER
VALE A PENA RECORDAR E ANALISAR AS
CONTRADIÇÕES E INTRUJICES DE CADOGO JR. PUBLICADAS POR ALY SILVA EM 27 DE JULHO
PASSADO. CADOGO JR., QUEIXOU-SE DE TER SIDO AFASTADO DESPOTICAMENTE DO PARTIDO E DO
CENTRO DO PODER, MAS RECONHECE QUE É ASSEDIADO PELO ACTUAL PRIMEIRO-MINISTRO E
GABA-SE DE TER AINDA MÃO E INFLUÊNCIA NO PAIGC; DIZ QUE O SEU NOME DE BAPTISMO É ÉBOLA; E
FEZ INSINUAÇÕES CALUNIOSAS CONTRA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, JOSÉ MÁRIO VAZ:
“(…) Sem ingenuidades, apetece perguntar : como pode Cadogo estar por dentro
dessas negociatas, sabendo-se hoje, espoticamente isolado do partido, da vida
politica e dos centros do poder? Como pode Cadogo estar em negociatas com o
actual PM, sabendo-se que este fugiu cobardemente dele e do seu nobre e
desinteressado apoio ao Congresso de Cacheu como se de ebola se tratasse?
Embora seja verdade que hoje, Cadogo é muito cortisado por DSP, mas, não sera
que tal aproximação, é mais uma necessidade de aproximação estrategica de DSP a
fim de garantir a sua propria sobrevivencia politica no seio do partido,
angariando a simpatia da larga franja de simpatizantes que Cadogo continua a
ter ainda no Partido?
Como pode Cadogo associar-se aos maquiavelismos e negociatas de DSP, quando na realidade, este o combate ferozmente por todos os meios, ir até ao ponto, de recusar sorateira e sadicamente mandar pagar-lhe os seus direitos e rendimentos devidos pelo Estado com intencao clara de priva-lo de possiveis meios que lhe possibilitem um eventual retorno em força à vida politica guineense?
Tudo o que se questiona em cima relativamente ao PM, aplica-se na integra para com as suas relações com o primeiro Magistrado da Naçao, José Mario Vaz (JOMAV). Este Sr, outrora seu amigo, teve o desplante de recusar ao Cadogo e a Raimundo Pereira uma audiencia em Lisboa, alegando que, "era muito cedo" para os receber e que, tal facto seria "mal interpretado pelas chefias militares, pois estes pensariam que ele estava a ser orientado e a agir por conta e mando de Cadogo". As essas duas figuras, pretendeu JOMAV fazé-los receber pelo seu Director de Gabinete. Enfim atitudes incompreensiveis, que so um eventual complexo intrinsecamente interiorizado pode justificar. (…)”
Como pode Cadogo associar-se aos maquiavelismos e negociatas de DSP, quando na realidade, este o combate ferozmente por todos os meios, ir até ao ponto, de recusar sorateira e sadicamente mandar pagar-lhe os seus direitos e rendimentos devidos pelo Estado com intencao clara de priva-lo de possiveis meios que lhe possibilitem um eventual retorno em força à vida politica guineense?
Tudo o que se questiona em cima relativamente ao PM, aplica-se na integra para com as suas relações com o primeiro Magistrado da Naçao, José Mario Vaz (JOMAV). Este Sr, outrora seu amigo, teve o desplante de recusar ao Cadogo e a Raimundo Pereira uma audiencia em Lisboa, alegando que, "era muito cedo" para os receber e que, tal facto seria "mal interpretado pelas chefias militares, pois estes pensariam que ele estava a ser orientado e a agir por conta e mando de Cadogo". As essas duas figuras, pretendeu JOMAV fazé-los receber pelo seu Director de Gabinete. Enfim atitudes incompreensiveis, que so um eventual complexo intrinsecamente interiorizado pode justificar. (…)”
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