domingo, 9 de agosto de 2015

DECLARAÇÃO DO MCL

Segundo noticiou O Democrata, o Movimento de Cidadãos Livres (MCL) responsabilizou os órgãos da soberania pela crise no país. Tendo embora citado William Shakespeare para dizer: “importa quão delicada seja uma situação há sempre dois lados”, o MCL não quis identificar-se com nenhum dos lados. A declaração foi algo abstracto a planar como uma água a grande altura, sem pôr o dedo na ferida. Mas, aposto que o MCL sabe quem foi o reacionário que detonou a bomba desta crise. O mundo sabe - e o MCL também - que foi o Primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira, quem publicamente ameaçou, caluniou, acusou, atacou e tentou humilhar o Presidente da República, símbolo da Unidade e Comandante Supremo das Forças Armadas.


O MCL manifestou-se, também, a disponibilidade em contribuir na promoção de um clima de diálogo e concertação visando encontrar soluções duradouras ao impasse vigente na Guiné-Bissau. A intenção não deixa de ser nobre, mas extemporânea, visto que o Primeiro-ministro, numa tirada golpista, estoirou a réstia de esperança de diálogo e concertação que existia. Já não há mais remendo possível. A situação chegou a um ponto tal que nos convoca a elevação que nos dê a visão do nosso país no concerto das nações do mundo. Portanto, o lacaio tem que ir embora!     

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