DECLARAÇÃO DO MCL
Segundo noticiou O Democrata, o Movimento de Cidadãos
Livres (MCL) responsabilizou os órgãos da soberania pela crise no país. Tendo
embora citado William Shakespeare para dizer: “importa quão delicada seja uma
situação há sempre dois lados”, o MCL não quis identificar-se com nenhum dos
lados. A declaração foi algo abstracto a planar como uma água a grande altura, sem pôr o dedo na ferida. Mas,
aposto que o MCL sabe quem foi o reacionário que detonou a bomba desta crise. O
mundo sabe - e o MCL também - que foi o Primeiro-ministro, Domingos Simões
Pereira, quem publicamente ameaçou, caluniou, acusou, atacou e tentou humilhar
o Presidente da República, símbolo da Unidade e Comandante Supremo das Forças
Armadas.
O MCL manifestou-se, também, a disponibilidade em
contribuir na promoção de um clima de diálogo e concertação visando encontrar
soluções duradouras ao impasse vigente na Guiné-Bissau. A intenção não deixa de
ser nobre, mas extemporânea, visto que o Primeiro-ministro, numa tirada golpista, estoirou a réstia de
esperança de diálogo e concertação que existia. Já não há mais remendo
possível. A situação chegou a um ponto tal que nos convoca a elevação que nos dê a visão do nosso país no concerto das nações do mundo. Portanto, o lacaio tem que ir embora!
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