LISTEN TO ME.
THE DANGEROUS LIST WILL BE OUT SOON
A LISTA DOS ENDEMONIADOS
MENTIRA! TUDO TEATRO!
A COVARDIA DE SISSOKO É VISIVÉL.
Ser mentiroso e faltar a verdade é prejudicial num determinado coletivo seja
ela qual for, mas ser COVARDE é desonrar a raiz de uma família e todo o seu
sobrenome e sua existência.
AFINAL QUEM MANDA NA GUINÉ BISSAU? OS
CRIMINOSOS OU AQUELES QUE LUTAM PELA REPOSIÇÃO DOS PRINCIPAIS VALORES? EU SOU O
DOKA INTERNACIONAL A VERDADEIRA VÔZ DOS INJUSTIÇADOS E FUTURO CANDIDATO AS PRESIDÊNCIAISQUEM ASSASSINOU O ROBERTO CACHÉU E QUEM SÃO OS CUMPLICES E AONDE FOI OCULTADO OS SEUS RESTOS MORTAIS. DOKA INTERNACIONAL IRÁ RESSUSCITAR OS MORTOS ATRAVÉS DA TROMBETA DO FILHO DO HOMEM.
A TRAIÇÃO É ALGO INEGOCIAVÉL. UMARO SISSOKO USOU, ENGANOU, TRAÍU E DESCARTOU A TUDO E TODOS ARREBENTANDO E DEIXANDO MADEM G-15 DE RASTOS.
O AVISO E ALERTA DE
DOKA INTERNACIONAL A BRAIMA CAMARÁ
ACERCA DE UMARO SISSOKO NÃO FOI LEVADO EM CONTA E HOJE BÁ KEKUTO NÃO PODE
REGRESSAR A GUINÉ BISSAU PORQUE CASO REGRESSE SERÁ EXECUTADO.
Eu Doka Internacional, a verdadeira voz dos injustiçados e sempre na linha da frente na informação, garanto-vos de
que eu sou o ALFA ( o principio) E O OMEGA (o fim), porque tudo se deu inicio em mim e em mim
será o fim.
DSP não foge a exceção, porque o objetivo principal é da sua liquidação física e politica por parte de Umaro Sissoko.
A saga das perseguições e assassinatos de personalidades que lhe fazem frente continua. Vejam o atentado a vida de Agnelo Regala.
A única forma de tirar Sissoko no poder é através de um golpe de estado, mas quanto a isso está fora de questão visto que neste momento conta com um contingente de homens MILITARES ESTRANGEIROS com ordem para matar. Um contingente acima de 1000 homens.
ANTIGO SECRETARIO NACIONAL DA JUVENTUDE...
ANTIGO SECRETARIO NACIONAL PARA ADMINISTRACAO E FINANCAS..
ANTIGO SECRETARIO NACIONAL PARA IMPLANTACAO DE ESTRUTURA DO PARTIDO...
ESTUDAR/PENSAR ANTES DE AGIR
Os alicerces da estabilidade, da democracia e do desenvolvimento não estão assentes no açambarcamento (e na acumulação) de poderes constitucionais.
Quem acredita nessa fórmula talvez não tivesse estudado suficientemente bem as vantagens históricas que as independências institucionais e do mercado e assim como a separação de poderes propulsionaram aos países mais avançados.
Considero-me um subscritor da tese da liberdade (e da estabilidade) institucional como um dos elementos mais importantes para o desenvolvimento de qualquer país.
E essa tal liberdade institucional nunca deve ser confundida com a falta de hierarquia. Da mesma forma, o absolutismo do poder raramente significa a harmonização da cidadania e dos esforços nacionais.
Dito de uma forma simples, a Guiné-Bissau não precisa de homens fortes. Precisamos fundamentalmente de instituições fortes, independentes e funcionais.
Assim, mais uma vez, é preciso pensar/estudar antes de agir. E pensar, sobretudo, pelas nossas próprias cabeças, como dizia o nosso saudoso líder, Amílcar Lopes Cabral.
É mais fácil evitar um erro de que tiver que corrigi-lo mais tarde.
--Umaro Djau
4 de Novembro de 2021
MEA CULPA (POR NOSSA CULPA)
Quando um partido político, um deputado da nação ou um Presidente da República acredita que o eleitor não terá outra escolha senão reelegê-los;
Quando um partido político, um deputado da nação ou um Presidente da República acredita que não haverá prejuízos eleitorais em resultado do seu comportamento público;
Então, esse mesmo partido político, deputado da nação ou Presidente da República não terá incentivo nenhum em fazer mais e melhor, sobretudo na ausência da moralidade política.
Em tais circunstancias, como é o caso da Guiné-Bissau, os tais partidos políticos, os tais deputados da nação e/ou os tais Presidentes da República têm poucos incentivos para avaliar cuidadosamente os riscos associados com as suas acções e comportamentos.
Em consequência disso, assumem cada vez riscos mais elevados (e desprezíveis) em relação ao eleitor.
Por nossa culpa. Infelizmente.
--Umaro Djau
2 de Novembro de 2021
EVITAR DOIS PESOS & DUAS MEDIDAS
Porquê é que encorajamos e aplaudimos a dissensão (e a ruptura) quando uns criam os seus partidos políticos e ficamos apreensivos quando outros tentam fazer o mesmo -- legal e democraticamente?
O que devemos entender é que -- apesar dos esperados padrões da universalidade -- o processo democrático nem sempre é uniforme, unânime ou consensual.
E são precisamente essas possibilidades de divergências e das convergências -- sem medo e sem censura -- que fazem da democracia, a democracia.
A democracia é fundamentalmente a nossa irrestrita liberdade da escolha (individual e colectiva) e da pertença (política e ideológica).
--Umaro Djau
8 de Outubro de 2021