segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

APGB CONTINUA A SUA LUTA.
Mais segredos e coisas pouco esclarecedôres...., todo o segredo de MÁRIO MUSSANTE, segundo funcionários, coisas compremetedôres

Documentos e fotos que vão provar muita coisa.
Dentro de momentos.
FUNCIONARIOS APGB vs Mário Mussante
Olá Doka,

Em nome da liberdade de expressao, peço te o favor de publicar este texto que se segue. Muito Obrigado.

Olá Aly,
 
A qualidade de um verdadeiro homem “visionário” começa na sua capacidade a cultivar a humildade e a interiorizar o conceito do “Respeito” para com os seus semelhantes. Infelizmente, Aly tu fazes parte de uma geração (a de blogueiros) que perdeu completamente com o rumo. A geração a que tu pertences floresceu na indústria de insultos, menosprezos e intrigas, esses derivados resultaram do maré de frustração enraizada. Todos esses vícios não levam ao cimeiro de grandes jornalistas. 

Um bom jornalista não tem tempo para insultos pelo contrário utiliza a sua inteligência e  o seu profissionalismo na construção de informação util para o bem-estar da comunidade humana.

A défice gritante de respeito que caracteriza a tua geração de blogueiros está lançando base para a invenção de um novo género jornalístico, INSULTOS, ao serviço de causas de ódio, vingança e desvalorização no nosso país.   É triste constatar cada dia que passa no nosso país, nas relações entre os filhos da mesma terra, a autêtica inversão de pirâmide de valores associada à ausência de uma cultura de debates sem insultos com base em respeito pela diferença. Aly fazes parte desses homens que acham que são melhores sem terem feito algo de extraordinário para o país. 

Um jornalista tem que ser modelo para a sociedade e ser porta-voz dos que a voz não têm, mas sempre com base no RESPEITO  pela diferença de opiniões. O recurso aos insultos é uma pura manifestação de incompetência e de cobardia. A nossa Guiné-Bissau não precisa de peritos em insultos, desinformação e arrogância. O que o nosso precisa tanto hoje é debates construtivos em espaços plurais, aproveitando todas as vantagens das novas tecnologias de informação e comunicação, em prol da afirmação de uma opinião pública consciente. Mas sem lugar para insultos.
Aly
É hora de reconsiderar a tua forma simplista de ver as coisas. Deixe de te enganar. Na Guiné-Bissau, tu não fazes parte dos melhores.  Podes vir a ser no dia em que saberá respeitar os outros independentemente dos estatutos que têm. 

Ter um blog, nã faz de ti melhor jornalista e muito menos melhor filho desta terra. Senão todos os proprietários das várias rádias privadas no país (até com maior audiência no seio dos guineenses) seriam apelidados de melhores filhos da Guiné-Bissau. Existem pessoas anónimas (Médicos, Professores, Agricultores, etc…), com obras de maior relevância e essas pessoas não se autoproclam de serem melhores. 

Existem nossos compatiotas que em exercício das suas profissões foram distinguidos com prémios internacionais, mas nunca fizeram desse reconhecimento o motivo de superioridade alguma.

Para terminar gostaria de te deixar isto: O nosso país já perdeu muito com a cultura de arrogância e de “Eu sei tudo” ou ainda “Sou melhor”. É a hora de mudarmos o paradígma. Os diferendos sempre existirão. A melhor forma de resolvê-los é com diálogo, críticas construtivas e honestas sem o uso de insultos!

Nunca é tarde mudar para o bem. Basta ter a capacidade de derrotar o orgulho nefasto, alimentado na ilusão e por vezes no complexo de superioridade!
Aly silva, o João-sem-terra

O homem que se promoveu a custa de falar mal de koumba yala e de antonio injai, agora que estes não estão activamente na cena política, o seu marionete blogue cai em revés, com défice de leitores e seguidores.
O títere aly silva pertende procurar uma elite para se repromover.

Aly silva ou melhor, João-sem-terra, o seu alvo agora é jornal O democrata e o seu director Dr António nhaga, para voltar a gerar guerrinhas reles, pois só assim ganha audiência.

Com cursinho de 3 meses, já te basta para lisonjear frente dos doutores? dito aly não és e nunca serás um jornalista, porque a norma que rege essa nobre area, o senhor desconhece, a anos que vives sem eira nem beira, atacas tudo e todos, gaba-se diante de todos de ser maior e melhor jornalista, de hoje em diante sua glória sucumbiu a partir deste artigo.

Basta de aturar esse João-sem-terra, que já brigou com todos jornalistas e bloguistas em nome de ser o melhor, ora, basta e chega, alguém tem que  baixar de nível para meter esse ignorante no seu divido lugar, (eu me ofereço) a minha educação depende de ti, Aly

Pretendes comparar a sua imunde blogue, com jornal O democrata? creio que não. Dr Nhaga esta a ano-luz de ti, não passas de um prentchentche>, vai se arrepender de ter comprado briga com meu mestre {António nhaga}, gostas de atacar lado pessoal, esse é o teu feitio, pois a tua historieta de conferência com nhaga, não tem doce de piada é tudo mentira.

És uma ovelha negra de classe dos jornalistas, se é que algum dia foste jornalista, desde quando que ter um blogue e sinonimo de ser jornalista? estou prontinho da silva, para atacar o seu lado pessoal Aly silva

Queres guerra? pois vais tê- lo
-O democrata vs ditadura de consenso,
antes ainda:
- ditadura de consenso vs watcha catcheu,
o teu blogue deve beber muita sopa para chegar calcanhares de O democrata
Cutucaste a onça com vara curta...
(Tou de olho)
> Por Carlos sambu (repórter sambu)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

EXCLUSIVO E EM FLAGRANTE

Credo, caramba, MÁRIO PIRES, ex primeiro ministro na pintxa carru?
Credi anta i assim?
Triste, muito triste.
Todos admirados com esta situação.

Jamais digas que desta água não beberei. 


A bomba estourou..., APGB..., o inicio de uma revolução..., o principio da queda de Mário Mussante

Segundo Funcionáros da APGB, Mário Mussante- actual Directôr Geral, é um homem sem decência, um homem frio e sem sentimentos, uma pessoa capaz de atingir todos os limites de maldade sem pestanejar uma vêz que o bem seja apenas para ele.  Os mesmos funcionários dizem e afirmam de que alguém que despede acima de 200 funcionários numa só rajada e num único dia, essa pessoa, o merecimento dos seus atos, seria e deveria ser o inferno.

Mário Mussante, tem um salário mensal correspondente com o cargo que ocupa de 1 milhão e 300 mil francos cfas...,mais 1 milhão e 100 mil xof como vogal do conselho de administração, mais 80 mil francos para o seu telefone pessoal, mais 700 litros de combústivel e com um outro acréscimo de 400 litros em caso de imprevistos, o que totaliza em termos de dinheiro apenas em combustivél um total de 790 mil francos cfas, mais um subsidio de representação de 300.000 xox.................., bom, somando tudo isto, se pode verificar que o salário do homem atinge acima de 3 milhões e meio.

Vamos pensar?

Mas mesmo assim, Mário Mussante, usando o beneficio do cargo que ocupa, da próximidade pessoal e de amizade e protecção do Primeiro Ministro, ele atravessa todas as barreiras profissionais e de ética, violando todos os requisitos aumentando o seu salário ainda mais, visto que é o protegido de DSP..., segundo funcionários de APGB, atitudes ou decisões do genero, deveria ser mediante um despacho conjunto entre o ministro das finanças e e secretário geral de transportes.

Numa determinada reunião com os funcionários de APGB, Mário Mussante afirmou ter desbaratado 1 BILHÃO e 500 mil francos cfas, emprestando a Guinetel Telecom.  Com que intuito?

A posterior, mais 1 BILHÃO de cfas na aquisição de 3 barcos que prácticamente nunca funcionaram.
Mas atenção, segundo o Ministério das finanças, foram eles que pagaram a compra dos barcos.  
Neste caso, o que foi feito com o dinheiro que foi tirado na APGB para a compra dos mesmos barcos?  

Mas a coisa continua....., mais um desfalque de 1 BILHÃO xof, na compra de 8 camiões sucata a empresa de Carlos Silva, e que os mesmos apenas funcionaram apenas 5/6 meses.
Enfim, num país tipo Guiné Bissau, tudo é possivél.

Uma outra irregularidade, mais outra e outras mais.
Próximo artigo, fotos das casas, viaturas de alto calibre pertencentes a Mário Mussante.
E documentos comprovativos, cheques movimentados a distintas empresas e pessoas singulares e coisas escuras.

Os Funcionários continuam a sua luta em defesa da verdade e da legalidade.

A novela APGB apenas começou, afirmam os funcionários.



Vem Bomba relacionado a APGB, e Mário Mussante na linha da frente
Atentos, vem bomba e descaramento
Segredos que veem a tôna

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

INCIDENTE OU MANDO DE ALGUÉM???
QUEM É O CULPADO?

Eu Doka por respeito ainda a Domingos Simões Pereira, nada irei comentar.
Por enquanto.

O que é certo, vou esperar por MARUKA- Ministro de Negócios Estrangeiros a fim de lhe testemunhar o ocorrido.

Este incidente que se deu comigo, não poderá ficar assim.
Procurei contactar com Antero João Correia, mas estava em reunião.

Vem coisa por aí, vem merda.

Parálios, Passeios diplomáticos e Entrevistas inócuas…

Está visto que é uma espécie de doença “incurbadu” a relação de Matchú, vulgo DSP com a Comunicação Social, onde vem debitando disparates atrás de disparates.

Associado a psicose da Comunicação Social, já lhe foi também diagnosticado a doença pelas viagens à custa do N’Tori Palan, sempre com o pretexto de uma inadiável ofensiva diplomática, supostamente, em proveito da mesa redonda e do Programa de Governo.

Em Portugal, por exemplo, deu recentemente uma ostensiva entrevista ao “Vida Económica”, uma publicação onde possui especiais amigas apostadas em promover a sua imagem pública. Nessa entrevista, contudo, não conseguiu escamotear a sua falta de sentido de Estado, inclusive,
quando endossa a Portugal a função soberana de advogar em nome da Guiné-Bissau junto da União Europeia (as palavras são suas),

Em Cuba, esteve em turismo desenvergonhado, desdobrou-se também
entrevistas ocas de conteúdo, como se a acção governativa se resumisse somente em manter as viagens de turismo diplomático a que se habituou na CPLP, onde sempre houve uma espécie de “fechar dos olhos” em
relação a extravagâncias que ali efectuava abusivamente, porque  os lobbyes da Comunicação Social acabavam sempre por conferir a esses passeios diplomáticos, apesar de flagrante ausência de resultados concretos, uma excessiva e positiva mediatização.

- Matchú, bú na bai bias?
- Não ika bias,  i ofesiva político-diplomático!

Nô bá tá bai son!
NA HORA DE “RAMPANÇA”…

No Conselho de Segurança da ONU, sob a capa da CPLP e da União Europeia, Matchú, vulgo DSP, insiste nas instâncias internacionais, na sua manobra de novamente aqui trazer os militares angolanos e os portugueses.

Claro que ideia original é dos ressabiados angolanos que, na
Guiné-Bissau, saíram humilhados, quase com um pontapé no rabo, secundando-os os racistas portugueses que, devido a obscuros e vitais interesses económicos, mantém com Angola um servil e cego alinhamento, para além de nunca terem engolido, claro está, a grossa sova militar
que tomaram na Guiné e que lhes despedaçou o Império Colonial em África.
Mas o que Matchú não sabe e que só compreenderá, se calhar, no dia da ”rampança”, é que a Guiné-Bissau não é propiamente o lugar paradisíaco
para tropas estrangeiras estacionarem e assim impor ao povo os interesses ob5scuros e tirânicos deste ou daquele político lunático.
Tão pouco é, também, o lugar de promoção étnica dos “cacheos”. Quem te avisa teu amigo é…

Os esforços de Matchú, vulgo DSP em convencer a ONU para avalizar a vinda dos angolanos e portugueses, através de uma resolução do Conselho de Segurança, só se compreende na sequência do que tem sido a sua actuação na sequência da limpeza étnica que Matchú e o seu Governo
vêm fazendo na função pública, com a colaboração dos capangas “cacheos” do Governo. Quem brinca com o fogo Brassa, mais cedo ou mais tarde, queima-se.

No bá tá bai son!
O triângulo das bermudas à Guiné-Bissau…

Nas coisas de fintar tudo e todos, o sujeito que se dá pelo nome de Matchú, vulgo DSP e que nasceu em Farim, mas que foi criado em Cacheu pela tia Bebiana e pelo tio Domingos Mendonça, saiu-nos cá uma prenda envenenada… e dos diabos.

Afastou os seus oponentes do Congresso de Cacheu, diabolizou o Bá Quecutó e quase humilhou Mário Cabral e Aristides Ocante, para além de todo o resto do pessoal que não optou pela bajulação (“barri padja”)
como forma de demonstração de sua submissão e lealdade cegas em relação ao “Salvador do Povo “.

Para que pudesse ter a seu bel-prazer todo o caminho livre para o exercício ditatorial da governação (está-lhe no sangue e nos propósitos), inicialmente, queria o banana do Marucas como Presidente da República, mas o tiro certeiro de JOMAV saiu-lhe pela culatra, com o famoso envelope de 200.000 francos CFA com que comprou votos e consciências.

Matchú, vulgo DSP, não consegue ter por perto ninguém tão capaz ou mais que ele. Gar deste. Até hoje, por exemplo, não conseguiu ainda ter um Director de Gabinete, preferindo continuar a colaborar com uma equipa portuguesa que a partir de Lisboa vem assegurando a gestão do expediente. Tentou inicialmente assassinar politicamente o Octávio Lopes (antigo membro do Bureau político do PAIGC) e, com a nomeação deste como Ministro-Director do Gabinete da Presidência da República,
saiu-lhe novamente o tiro pela culatra.

O mesmo aconteceu-lhe com Therno Djaló a quem atirou para as prateleiras poeirentas da sede do PAIGC, logo depois de se ter tornado militante deste Partido, mas que teve que ser socorrido por JOMAVE, que o nomeou seu Conselheiro Especial. Pela via da integração da oposição chamada democrática no Governo, DSP anulou completamente as possibilidades do contraditório e, em troca de silêncios pagos à peso de ouro, vem aliciando os oponentes internos e externos ao PAIGC (sobretudo os elementos influentes do PRS), para também provarem das mordomias próprias de um faustoso passeio
diplomático a Nova Iorque, o coração da grande América.
O objectivo do Matchú não é senão cortar o cerce a quaisquer hipóteses de reavivamento do PRS, ainda aturdido com o fim do período da transição, com o falecimento do seu líder histórico (Kumba Yalá), com a derrota eleitoral, com a safada inclusão dos seus militantes mais
activos em postos chaves da governação, para além da limpeza étnica de
que são vitimas os seus militantes na função pública e no sector empresarial público.

Quanto ao JOMAVE, não parece disposto a desistir e nem esconde a sua vontade de ter uma mão forte na governação, não vá ele próprio apanhar
por tabela, lele que já declarou a intenção de fazer dois mandatos, pelo que já se vai preparando com argumentos para usar na devida altura a bomba atómica constitucional, caso a Guiné-Bissau venha mais uma vez a ser adiada, por manifesta incompetência, megalomania e amadorismo do Governo de Matchú, vulgo DSP.

Quanto a CIPRIANO CASSAMÁ, já deu para entender que não está com meias medidas, por exemplo, quando fez questão de chamar Matchú,vulgo Domingos e a sua clique indefetível à razão. Sabe muito bem o potencial que neste momento representa o facto de ser o titular da de um órgão de soberania como a ANP e por isso não prescinde do dever de
obrigar o Matchú a uma maior concertação e a uma maior atenção aos esforços de reorganização do PAIGC, até para que este Partido não seja mais uma vez utilizado e descartado, como aconteceu no passado recente.

Cipriano Cassamá sabe também que ele é o fiel da balança: Se alinhar com o Matchú, as coisas complicam-se para o JOMAVE, mas se optar pelo JOMAVE, será a morte do artista DSP e o fim da paródia do falso “Salvador do Povo”. Por enquanto, Cipriano Cassamá vai intransigentemente privilegiando um salutar relacionamento institucional, é isso que exige dos seus primus inter pares, embora não pareça disposto, pelo menos por agora, a tomar partido nesta
guerra institucional estúpida e nem ceder muito perante o descarado assédio de namoro que o DSP lhe vem insistentemente fazendo, nomeadamente, através do último convite que lhe endereçou para que fizessem juntos um novo e faustoso passeio diplomático a Nova Iorque, a cidade da admirável Manhattan.

Quanto ao MATCHÚ, VULGO DSP, ele sabe que tem a seu desfavor o ónus político da governação, que não é nada fácil, apesar de ser justamente aí onde espera poder, duma assentada, derrotar JOMAVE e CIPRIANO CASSAMÁ. O homem é megalómano, é um calculista frio, é um potencial
ditador e um dissimulado descarado, tanto é que continua a acreditar que a bondade da sua agenda política o guindará a melhores performances e, logo, a maiores patamares de legitimidade que o permitirão remover definitivamente os seus mais directos obstáculos políticos, entre os quais JOMAVE, Cipriano Cassamá, Bá Quecutó e companhia limitada. Está quase obcecado com a vinda de tropas
angolanos para melhor poder pôr os Brassa em ordem, como aliás vem irresponsavelmente dizendo, nomeadamente, em círculos restritos e no seio da “clique de Odessa” do Governo.

Matchú, vulgo DSP anda também obcecado com uma hipotética possibilidade de mobilização de fundos a partir da mesa redonda para que possa dar o salto na implementação de reformas, mas esquece-se de que a obtenção de fundos na Guiné-Bissau ou para a Guiné-Bissau, por si só, não é nenhuma garantia de nada e nem mesmo de uma efectiva promoção do desenvolvimento, tanto é que o seu Governo é maioritariamente constituído por imberbes da políticas e por profissionais falhados que apenas apostam na sorte, mas esquecendo-se que o país não está em condições de tolerar mais nenhuns saltos mais que do que as pernas podem…

Sem ideias próprias e sem direcção nenhuma, DSP e o seu Governo dão a
ideia de estarem completamente perdidos e ziguezagueantes.
Inicialmente, a Educação era o seu sector prioritário. Agora, perante a banha de cobra da biodiversidade, que lhe foi vendida vendida por vendilhões pátrios de meia tigela, já a Educação o é mais. Aliás, deixou de o ser. Afinal, a Educação só era prioritário, por exemplo,
quando servia ao “Salvador do Povo” para se contrapor as iniciativas e investimentos públicos estrangeiros nos domínios da agricultura e das pescas para cuja gestão o JOMAV chamou a si a responsabilidade pessoal de gestão, na qualidade de Presidente da República.
Assim, quer pela ausência de assessores guineenses e nem de um Director do Gabinete nomeado, como também pela quantidade inusitada de portugueses que ultimamente se apresentam em Bissau como assessores do PM guineense, pelo que, , Matchú, vulgo DSP transferiu já, em
desespero de causa, o centro da governação de Bissau para Lisboa, onde estabeleceu discretamente um Gabinete de apoio, não se sabendo ainda, contudo, se às expensas de um suporte financeiro do Governo português ou se, pelo contrário, se à custa erário público guineense.

Mas para lá da gravidade que representa esta transferência de soberania, não há também garantias de que o governo português possa ser um bom advogado da Guiné-Bissau e nem que os seus interesses, por si sós, garantam uma mesa redonda bem-sucedida. Tanto é que é sobejamente conhecida a incompetência de certos sectores do Governo de Passos Coelho (o padrinho de Matchú, vulgo DSP nessas diatribes).
Aliás, o FMI acabou agora mesmo de apontar as “fracas competências” dos gestores português com a causa principal que explica a dificuldade deste país em aumentar a produtividade em Portugal.

Todavia, JOMAVE e CIPIANO CASSAMÁ estão já ao corrente destas pelintrices do Matchú, vulgo DSP, mas preferem por enquanto continuar a contar espingardas, fingindo por ora estarem a assobiar para o lado.

O futuro próximo da Guiné-Bissau, disso não há margens para dúvidas, depende do desfecho da triangulação surda entre as três eminências pardas que constituem, na realidade, o Calcanhares de Aquiles do nosso
futuro:  Matchú, vulgo DSP, o pelintra, o JOMAV, o “cabeça rissú” e o
CIPRIANO CASSAMÁ, o irascível.

Não há dúvida de que, neste triangulo da Bermudas à guineense, o elo mais fraco é o próprio Matchú, vulgo DSP que se comporta ingenuamente que nem um  “Salvador do Povo” que insiste na política de terra queimada, mesmo para com o Presidente da República, e na divisão e na exclusão dos “inimigos” como método de governação, fingindo esquecer que as legitimidades, quer no PAIGC, que na Guiné-Bissau, tem de ser todos os dias sufragada, sobretudo uma tosca legitimidade como a que o Domingos, vulgo Matchú arrancou em Cacheu à custa da diabolização de candidaturas e de candidatos que aguardam a melhor ocasião para mostrarem ao DSP que “faca di atornu  ka ta môkú”, ou seja, a vingança deve serve-se fria.
Exmo Sr. Doka

As minhas felicitações por ter colocado o seu blog ao serviço da reposição da ética e da deontologia profissional jornalística. 

Após ter pedido autorização ao Dr. Nhaga, venho solicitar a publicação da sua brilhante resposta, abaixo,  a minha solicitação em seu blog. Caso tenha alguns endereços, agradeço que me facultasse, para de igual modo encaminhar estas notas para eles.

Obrigado pela preciosa colaboração.

Malam Djassi

Exmo Sr. Director 
do Jornal O Democrata

Através deste venho solicitar a publicação da nota abaixo, escrita ao Sr. jornalista Aly Silva  que a censurou recusando publica-la: "Nós não podemos publicar isto. Por favor envie apenas para oDC."

Trata-se de uma questão em defesa da nossa classe, por isso venho rogar O Democrata a sua publicação.

Com os devidos respeitos

Malam Djassi



No o Democrata não queremos publicitar nas nossas páginas as informações relacionadas com o dito jornalista formado no CENJOR que desconhece a produção de uma noticia de qualidade da vida humana nas actuais sociedade de Dispositivos Tecnológicos da Mediação Simbólica.

Dr. Malam Djassi desculpe não publicarmos a noticia sobre um ocupante de uma profissão que atropela os mais elementar princípios da profissão que assaltou pela a ignorância dos alguns guineenses que fomentam este tipo de jornalismo que destrói por completo a gramática do jornalismo nacional. Veja tamanha ignorância do dito jornalista. Ele escreve um artigo de opinião e diz que é um exclusivo do seu "pastin" de blog. Afinal, será que ele realmente se formou no CENJOR?  ou passou pura e simplesmente no CENJOR? se tivesse formado realmente no prestigiado académica do CENJOR teria melhor conhecimentos sobre os géneros de jornalismo. 

Não estaria a tirar da sua boca o que não existe na gramática do jornalismo mundial. Digo-lhe é uma vergonha do jornalismo nacional de haver na nossa academia gentes como o dito jornalista que com toda a sua formação no CENJOR continua a não saber distinguir: Campo dos Media, Campos Sociais, esfera pública, politicas e políticos. 

Estas categorias sociais são hoje fundamentais fazer o jornalismo nas sociedades pós-modernas de século XXI. O dito jornalista formado no CENJOR" não sabe expor claramente no espaço publico o que é um livro de estilo da segunda geração no novo campo de jornalismo nem conhece de perto os limites do campo dos Media. 

Dr. Malam Djassi desculpe mais uma vez a nossa visão e postura na qualidade de gramáticos de jornalismo nacional não queramos publicar nada que esteja relacionada com o dito jornalista ocupante da nossa profissão.
Um grande abraço do seu querido irmão e amigo de sempre.

Drº António Nhaga
Director Geral 
Democrata

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

O Aly Silva, tomou e bem tomado..., aprende com a experiência de quem te aconselhou.............., JORNALISTAAA..., leiam

Exmo Sr. jornalista, Aly Silva
Proprietário do Blog Ditadura do Consenso
 
Exmo Sr.
 
Sou licenciado em jornalismo e neste momento estou em Lisboa a acabar o meu mestrado em “Marketing empresarial”. 

Em respeito a ética e a deontologia profissional decidi fazer-lhe esta pequena nota, que bem sei, nunca irá publicar no seu Blog. Porque o senhor é daqueles indivíduos que adora beliscar as pessoas, mas quando toca a si, “foge com o rabo a seringa”.

Bem sei que o Sr. é jornalista, saído do Cenjor – Centro de Formação Profissional para jornalistas de Lisboa. Quero lembrar-lhe que um bom profissional, que reclama tanto ser, nunca usa a sua arma para injuriar as pessoas e falar mal da sua própria classe. Acredito que aprendeu isso no Cenjor?

Sabe muito bem, que as sociedades são organizadas e para defender as classes profissionais existem mecanismos próprios, que reclamam a si, essas competências, tais como: as Ordens, os Sindicatos, as Associações de Profissionais, etc. São essas estruturas, quem compete avaliar os profissionais, atribuindo-lhes as carteiras profissionais e nunca um Blog.

Senhor jornalista, para mais razão que tenha, por favor, não misture “alhos com bugalhos”. Em nome da ética e da deontologia profissional não escreva emails falsos,  (passando inclusive por seus apoiantes), para perseguir toda uma família e aproveitar oportunisticamente para passar vexames a Sua Excelência, o Primeiro-Ministro, Domingos Simão Pereira.

Quer denunciar que o fulano não é jornalista, tem todo o direito de o fazer, mas dirija uma carta para o nosso Sindicato

Creio ter conhecimento de que no nosso país, também existe um Sindicato de Jornalistas? Ou, será porque tem o cursinho profissional de meses (que nem médio é) do Cenjor, julga-se superior a todos os jornalistas que labutam diariamente na Guiné-Bissau? 

Fique sabendo que no nosso país, também há bons professores.
Aconselho-lhe vivamente a rever o seu conceito sobre a missão do jornalista. Porque ser jornalista não é ser panfletário e insultuoso, proferindo palavras como “merda” e outras. Acha que esses palavrões dignificam a nossa classe?

Devia saber que a nobre missão do jornalista é ser equidistante, isento, fidedigno e ter uma percepção realista da realidade, para que o público possa compreender melhor possível o assunto retratado.

Ser jornalista é procurar a genuína verdade e não é agir de animo leve, inventado um retrato falso só para aumentar audiência no meu blog. Um bom jornalista investiga primeiro e só depois de apurar a verdade a divulga. Um bom jornalista não deve ser conduzido por outros motivos alheios que não sejam a sua nobre missão de informar. Deve ser independente e imparcial (que não é o seu caso, que tão depressa se colocou ao serviço do PRS, como de uma hora para outra, mudou para o PAIGC do Cadogo). Como chama isso? 
 
Sr. Jornalista chega! De servir do seu Blog para acender fogueiras na nossa Guiné tão martirizada. Deixe a Guiné em Paz e o governo trabalhar para depois criticar como quiser, mas de forma civilizada.
Convido-lhe a colocar o seu Blog ao serviço de uma Guiné mais unida, porque a nossa Guiné precisa de todos os seus filhos.
Como é tão clarividente convido-lhe a publicar esta nota no seu Blog numa verdadeira demonstração de isenção jornalística.  
 

Malam 

OBS:
E esta...., Aly Silva?

OPINIÃO DO DR. JULIÃO SOARES SOUSA SOBRE: "O INCIDENTE DE FRONTEIRA E A DEMISSÃO DO MINISTRO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA DA GUINÉ-BISSAU"


MDFC continua a provocar dores de cabeça ao nosso país e vai seguramente continuar a causar danos. Enganam-se aqueles que porventura pensam que conflitos desta natureza, classificados de baixa intensidade (low intensity conficts), não têm futuro. É precisamente o inverso. Têm tendência a durar eternamente ou pelo menos enquanto os seus líderes tiverem forças e alguma capacidade de recrutamento. Essa capacidade de recrutamento pode, eventualmente, ocorrer e ganhar algum fôlego à medida que a repressão das forças governamentais aumenta e as populações forem ganhando consciência de que as suas reivindicações (políticas, económicas e sociais) jamais serão atendidas. Ora, pela idade que os comandantes da frente sul de um dos ramos do MDFC (Duarte Djedju e Alfucene Djedju), que se reuniu em Farim com o Ministro da Administração Interna (MAI) aparentam ter, este conflito de baixa intensidade pode vir a durar mais 20 ou 30 anos, o que adicionado aos 32 anos que já se passaram perfará 62 anos. E isto sem contar com as reivindicações políticas que tiveram início, efetivamente, em 1947ano da fundação do movimento. 

O facto de os reencontros militares serem raros e pouco desgastantes faz com que a resistência seja muito mais duradoira do que os conflitos de alta intensidade. Mas há um outro fator que se deve adicionar a tudo o que acaba de ser dito. É a circunstância de os elementos rebeldes desposarem mulheres guineenses, o que em conflitos de género não pode de modo algum ser descurado. Com base na experiência tida de outros conflitos, um dos elementos que muitas vezes concorre para as deserções, além da componente psicológica associada à intensidade da guerra, da demora da guerra e das dificuldades experimentadas pelo grupo armado a nível do aprovisionamento de víveres e de armamento, é precisamente o facto de os rebeldes terem a ansiedade de refazerem as suas vidas o mais rapidamente possível (por exemplo constituírem família) com o fim da guerra e se verem confrontados com o seu indefinido prolongamento. Neste caso concreto os rebeldes de Casamansa não precisam de se preocupar tanto com o assunto de constituírem família pois podem fazê-lo cruzando a fronteira e terem uma prole que eventualmente venha a substituir os pais na sua atividade. Neste aspeto particular, seria muito interessante estudar o perfil e a história familiar dos elementos que compõe as várias fações do MDFC.

Mas regressemos imediatamente ao incidente de fronteira que levou à demissão do MAI. Estava precisamente a meio deste artigo quando fui surpreendido (positivamente) pela demissão do Ministro. Sim, porque depois de ter visto as imagens não tive dúvidas de que o Ministro em causa, que tinha começado muito bem o seu périplo com repreensões sobre o comportamento indigno de alguns dos seus subordinados e que estava (diga-se em abono da verdade) a desempenhar muito bem as suas funções, tinha levado longe demais o seu esforço e criado condições para que o Estado guineense sofresse um vexame por parte de um grupo armado que não reconhece. Por várias razões que passarei a enumerar: 1)A reunião (e toda a discussão que se gerou a propósito de se saber se o grupo armado estaria ou não do nosso lado da fronteira) ainda que informal, era absolutamente desnecessária e só veio pôr a nu a velha questão da volatilidade da nossa fronteira. E mais! 2) Veio demonstrar (se é que algumas dúvidas existem) o total desconhecimento da nossa fronteira por parte das autoridades que inclusivamente tinham a responsabilidade de zelar pela sua vigilância, segurança e controlo. Depois de várias décadas de independência o Estado guineense (como desconfiávamos) ainda não tomou verdadeiramente posse (de jure e de facto) das nossas fronteiras. Dai também o descalabro que se verificou nos acordos rubricados com o Senegal nos anos 90. O incidente de fronteira e a reunião que se lhe seguiu exige agora mais esclarecimentos. O guineense comum quer agora saber se o grupo armado do MDFC estava ou não a operar impunemente do nosso lado da fronteira. E como é que isso se faz? Criando e enviando uma missão de verificação dos dois países para a zona; 3) Naquelas condições ao constatar e ao lhe ser barrada a passagem na dúvida (como de facto relevou ter dúvidas se estava do lado guineense ou do lado senegalês, facto que me pareceu incrível) a primeira atitude a tomar seria informar imediatamente o Primeiro-ministro e a Ministra da Defesa para que, junto das autoridades senegalesas, através do Ministério de Negócios Estrangeiros, se criasse uma missão conjunta de verificação dos marcos fronteiriços numerados que existem (ou deveriam existir) e não são propriamente montes de pedras e de areia. Além do mais, a própria Presidência da República deveria ser imediatamente informada do incidente. Depois da verificação conjunta e se se constatasse que o grupo armado estava de facto a violar a nossa fronteira a Guiné-Bissau deveria imediatamente lavrar uma nota de protesto junto do Governo senegalês a queixar-se da violação reiterada do seu território por grupos armados e como medida preventiva e dissuasora colocar um contingente militar na linha de fronteira. O MAI não deveria estar em amena cavaqueira com os rebeldes de Casamansa; 4) Como se não bastasse ainda convocou uma reunião com a direção militar dos rebeldes em Farim, o que acabou por ser um reconhecimento tácito, por parte de um membro de Governo guineense, do movimento rebelde e da força que dispunha no terreno quando afirmou, na sua alocução, que esses poderiam ter aniquilado a comitiva ou quando deixou a entender (ainda que de forma implícita) que controlavam uma área. Foi um erro grave. Muito grave, mesmo. A reunião de Farim ainda veio agravar a situação, ofuscando completamente aquilo que estava a ser o desempenho positivo e a atitude discursiva do MAI que antecedeu o incidente. Depois disto e de tudo o que pude subtrair do noticiário da televisão da Guiné-Bissau, não tive dúvidas nenhumas de que o MAI tinha caído numa verdadeira armadilha e que alguém tiraria as devidas consequências, na minha opinião, de um ato irrefletido e talvez até inconsciente, mas que acabou por ridicularizar os governantes que se deslocaram à região. Tão irrefletido e inconsciente que, caso os rebeldes quisessem ganhar notoriedade a nível interno (do Senegal) e internacional, poderiam ter raptado o MAI e o seu staff, o que colocaria a Guiné-Bissau em maus lençóis. Ainda assim, a atitude deixou mossa que deve colocar o Estado guineense e o próximo titular do cargo de sobreaviso.

Algo de positivo ficou, porém, deste indesejável incidente na fronteira e da também indesejável e subsequente reunião de Farim: a vontade expressa pelos rebeldes em negociarem sobre a mediação do nosso país que não deve ser descurada. Todavia, os rebeldes se tiverem mesmo vontade em negociar devem comunicar as suas intenções ao Governo legítimo do Senegal. Subsidiariamente é preciso saber (até porque a existir paz em Casamansa é necessário que essa paz seja de facto definitiva) com quem negociar. Por outras palavras, negociar com qual das fações de um grupo decomposto em três ou quatro alas? Criadas essas condições internas (no Senegal) para o advento dessas negociações é claro que a Guiné-Bissau deve predispor-se (e não seria a primeira vez) a oferecer o seu território e a participar na mediação por ser uma das partes interessadas na resolução de um conflito que ameaça eternizar-se. Deve fazê-lo de uma forma séria e responsável. Mas não transformar a mediação numa aventura em solitário do nosso país. Deve engajar também a Gâmbia (outra interessada!), aCEDEAO (pois o conflito impede a livre circulação de pessoas e bens), com todos os prejuízos que isso acarreta à integração regional, e a própria CPLP de que a Guiné-Bissau é Estado membro.

A resolução do conflito em Casamansa interessa, portanto, aos países vizinhos limítrofes (Guiné-Bissau e Gâmbia), às organizações regionais e sub-regionais e à CPLP. Por isso, todos eles (individualmente ou em conjunto) deveriam redobrar os seus esforços no sentido de criarem condições para a pacificação definitiva da região. 

Enquanto isso não acontece, a Guiné-Bissau deve: 

vigiar as suas fronteiras e tomar posse efetiva delas; 

Reativar urgentemente as Brigadas Geodésicas e geo-hidrográficas que existiam no tempo colonial; 

criar uma missão de verificação conjunta das fronteiras com o Senegal e com a Guiné-Conakry; 

estudar as convenções que Portugal fez com a França e que estabeleceram as fronteiras atuais; 

conhecer as retificações efetuadas, bem como os diferentes relatórios das missões geo-hidrográficas. 



Julião Soares Sousa

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Nuno Gomes Nabiam, anúncia a criação do seu novo partido e deixa pánico no seio do PRS e o divide ao meio levando consigo uma boa parte dos seus militantes.
Existem alguns dirigentes do PRS que estão preparando uma conferência de imprensa ainda esta semana.

PAIGC, preocupado, porque NUNO NABIAM se transforma num fenómeno politico e balança com muitas estruturas.
Mais desenvolvimentos e com imagens. 
Exclusivo:
A situação de APGB arebenta pela costura.

O actual directôr geral de APGB- Mário Mussante envolvido em actos de corrupcão, actividades e negócios ilicitos, segundo informações vindas por parte dos funcionários.

Funcionários de APGB, com provas escadalôsas e aterradôres de Mário Mussante.
Transferências Bancárias, movimentos não esclarecedôres e pouco claros que obrigatôriamente o ministério público terá que ser envolvido neste processo, mansões, frotas de carros de alta gama..., afinal qual o salário deste homem.

O presidente JOMAV disse, que não há que ter medo.
Quem souber ou descobrir casos delicados e perigosos, que sejam divulgados.

Estejam atenntos, porque dentro de momentos " O ESCANDALO NA APGB "
Funcionários VS Mário Mussante.

A cabeça de alguém vai ter que rolar.
E Domingos S. Pereira tem que tomar medidas a fim de proteger o seu governo.

Mas Atenção, mais uma vêz o nome de FILOMENO CABRAL ENVOLVIDO.

Por outro lado, recordar que quando eu Doka começo a denúnciar, há sempre alguém que é exônerado ou despedido.
Já provei isso, e vem mais coisas escaldantes.
Atentos, este ó meu trabalho.

Mas nada será publicado ainda, até eu Doka falar com Mário Mussante.

A coisa é grave, gravissima, e há que ser explicado.
Todas as facturações, todas as regálias, perdians, viagens, caramba...., dinheiro é movimentado na APGB.
Mas muito dinheiro, obras sem concursos, compras de barcos, 

Epa... a coisa é bomba

Mário Mussante..., aqui o meu contacto-  00245. 688. 60. 95. 

Liga- me, vais precisar, acredita. E marcamos um encontro.

OBS:
Aqui na guiné bissau, tudo ta trocado e pernas para o ar.
A internet ta complicada, não se consegue abrir os emails.
Tudo ta lento.