OGIVA NUCLEAR

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Quem quiser sentir mal que sinta.
Esta imagem foi no momento da captura de PANSAÚ INTCHAMÁ.
Procurem ver..., existem dois deles que também foram capturados juntamente com ele.
Mas por uma ou outra razao esses dois que se encontram sentados..., nunca chegaram a Bissau.
Ouve tiros para que a populacao dispersasse.
A populacao estava nervosa e furiosa.
Depois do embarque nos botes..., esses dois desapareceram.
Como e porqué??
Por razoes de seguranca, eu DOKA nao poderei ir mais longe do que isto nestas imagens porque a minha mae se encontra em Bissau
Isto é apenas uma pequena amostra do trabalho investigativo que Eu DOKA tenho vindo a fazer e me dizem no final de tudo..........., depois de 40 anos de que a Guiné Bissau, nao esta preparada para certas verdades.
Mas matar familiares e pessoas inocentes...., maltratar um coitado ou a um desprotegido..., ver pessoas a sofrerem no siléncio... , desviar dinheiro do cofre do estado...., para isso a Guiné Bissau está preparada???
Eu Doka nao me compactúo com certas coisas.
Desculpem se nao vos posso mostrar o horrendo que foi isto.
Um dia e em breve, irao ver.
Porque nos sitios que eu Doka entro e me meto..., pouca gente tem TOMATES para o fazer.
Eu Doka vou no no terreno, entro e saio..., porque trabalho na base do profissionalismo e da verdade.
Por isso me chamam de louco.
Desafio a todos a deixarem de protagonismos e irem pela verdade e pela coragem.
Obrigado aos que confiaram e ainda confiam.
Mas muita barbaridade há- de vir a tóna. Acreditem e muito em breve.
Este trabalho vai ser apresentado ao Povo.
Nao tenho apoios..., mas um dia alguém irá me apoiar a 100%.
                                      

Sigam com cautela..., amanha vou tentar públicar umas imagens exclusivas................, mas irei públicar até a um certo ponto............., porque a partir de um determinado ponto poderá ser crúcial.
Captura de Pansaú Intchamá..., ele Pansaú chgou com vida.
Mas e os outros dois???
O que foi que se passou com eles???  Os dois que estariam na imagem com Pansaú???
A imagem, filmagem, fala por si só.
Muita cautela e cuidado de interpretár.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

NINHO DE VÍBORAS
Já começaram as acotoveladas no PAIGC. Só esperamos que isso não extravase para a rua e atinja novamente o povo. Pelo menos três alas inimigas e juradas de morte, se digladiam.
Não podemos descrever os seus protagonistas, sob pena de vos faltar a verdade. Pois, a situação política interna é volátil e os grupos se posicionam em função de “quem dá mais”, e nunca de quem sabe melhor. 
A ala mais depravada é aquela que encontrou acolhimento em Portugal. É um polvo gigante representado, internamente, pelo primeiro vice-presidente do PAIGC, Manuel Saturnino da Costa e Carmen Pereira. que já enviou mensagem de boicote ao Presidente de Transição, solicitando a renúncia dos cargos por parte dos ministros afetos ao seu partido. 
É a velha máxima: “se ela não vai ficar comigo não vai com mais ninguém”! Só lhes resta praticar a barbárie, a subversão, para legitimar as suas pretensões egocêntricas.
 Já protelou por sexta vez o seu congresso, que se prevê cálido como o de Cassacá. A desculpa tem sido a falta de verbas. Não deixa de ser uma desculpa esfarrapada, vinda de um partido que governou o país durante 40 anos. A verdade é que o feitiço virou contra o feiticeiro! Como sempre seguiram o caminho de "L'État c'est moi", agora só lhes resta estender a mão às ajudas externas dos partidos ditos amigos. 
Vimos-lhes em peregrinações a Dakar e a Luanda, encabeçadas por Carlos Correia e Cipriano Cassamá, com esse vergonhoso fito. Já agora porquê que não dirigem o mesmo pedido ao PAICV, partido (supostamente) irmão?
Este PAIGC que assistimos o definhamento veloz neste preciso momento, traiu e de que maneira, os ideais de Cabral. Tornou-se um “comité“ de comerciantes e djilas. De gente que nem uma única frase de Cabral sabe interpretar! 
Os seus governantes são ao mesmo tempo “empresários”, que também nunca pagam impostos ao Estado e muito menos a dívida que dele contraíram. “Promiscuidades” que nem no ultraliberalismo acontecem. Os seus militantes cultivam um “estrangeirismo” balofo que colide, intencionalmente, com as culturas dos povos da nossa terra. 
Pelas candidaturas que gravitam pela sua liderança se vê o grau da decadência a que chegou o partido que no pretérito dia 19 de Setembro de 1956, Cabral e seus camaradas, o fundaram para a libertação dos nossos povos na Guiné e Cabo Verde.

Kussas na bin

Doka Internacional
O PAIGC está desarmado, descontrolado, perdido, sem rumo e sem iniciativas.
Cadogo jr., estragou e arrebentou por completo com este partido histórico.
Hoje os principios e os ideais foram destruídos, e em termos politicos, o PAIGC se tornou num partido manipuladór e criminóso.
Tudo funciona em base do dinheiro e de interesses pessoais ou de um pequeno grupo.
Mas cuidado, estou alertando, vai haver um atentado e alguém vai ser lesado.
Mas quem???
Segundo eles, o congresso do PAIGC seria de 7- 10 de Novembro 2013.
Mas parece que tudo está a ir contra o  que estava combinado.
A moda do PAIGC.

sábado, 26 de outubro de 2013

LUZ versus TREVAS..., quem irá vencer esta batalha ferróz???
Álias quem está vencendo.
As TREVAS claro............................................... Por enquanto.
Próximo tema..., vamos falar da LUZ e das TREVAS.
Surpresa Garandi.
Satánas enterrou o seu machado e os seus cornos na Guiné Bissau.

PROPOSTA: IMPEACHMENT …

A ideia não é nova e já se pratica nos países da Europa e da América do Norte e do Sul. 
É o processo de cessação abrupta de mandato de presidente da república ou do executivo pelos poderes legislativos (assembleias estaduais ou municipais). 

Estas medidas não estão escritas nas constituições, praticamente, de nenhum país de África ao sul do sahara. Mas, mesmo que estejam previstas na Lei, são contornadas pelo despotismo. 

Os golpes de Estados em Africa são aplicação “costumeira” do Impeachment. Porque tem-se notado nos nossos países que os votos eleitorais funcionam como “cheque em branco” para matar. 

Exemplos não faltam de crime comum, abuso de poder, desrespeito às normas constitucionais, ou simplesmente “perda de confiança política”, por parte dos chefes, sem que se possa obriga-los a renunciar os cargos.

Pergunto: guardiões da Lei, que juraram cumprir e mandar cumprir, para depois traí-la? É obra! Proponho, por isso, para a aproxima revisão constitucional, a figura de Impeachment, dando possibilidade ao povo (cidadãos) de denunciar os “traidores da pátria” com a finalidade de impugnar os seus mandatos. 

Moção de Censura, por exemplo, é tendencialmente inviabilizada pelas “maiorias absolutas” nos regimes parlamentares. Portanto, será preciso sábia regulamentação da Lei sobre a violação da constituição, de modo a acautelar às destituições políticas por via da força das armas.  

Doka Internacional

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

“A VOZ DO POVO…”
No rescaldo da reunião da CEDEAO, em Dakar/ Senegal, o Primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria das Neves garantiu que o seu executivo irá, no quadro da CEDEAO, ajudar no processo eleitoral e na reforma das Forças Armadas, após a instalação do novo Executivo em Bissau. E apontou estabilização das relações com a Guiné-Bissau para depois das eleições.
Ora, senhor Primeiro-ministro, não devia ter tanta esperança na estabilização das relações com o meu país. Não me parece tão novo sofra, Vossemecê, do “Mal alzheimer”! O povo guineense não se relaciona por ideologias políticas. É soberanos e íntegro. Não se divide por caprichos alheios. E aponta - ao contrário da Vossa Excelência - a estabilização das relações com Cabo Verde, e demais países da CPLP, “sine die”, ou seja, após o regresso, com vida e saúde, de Bubo Na Tchuto, do cativeiro em Nova Iorque, e ressarcido dos seus direitos.

Doka Internacional

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

EXMO.SR. SECRETÁRIO EXECUTIVO DA CPLP,
EMBAIXADOR MURADE ISAAC MIGUIGY MURARGY

Excelência,
O mundo acompanha com preocupação os últimos acontecimentos político-militar em Moçambique. Os fatos, inclusive, já foram objeto de atenção do gabinete do Secretário –Geral da Nações Unidas, Ban Ki-moon, tendo lançado, hoje, apelo às partes envolvidas na discórdia, Governo e a Renamo, no sentido de evitarem qualquer ato que coloque em causa a paz e a estabilidade que prevaleceu nos últimos 21 anos.
Senhor Embaixador, Moçambique encontra-se numa situação de “guerra não declarada”. Na segunda-feira, dia 21 de Outubro, as Forças Armadas de Defesa de Moçambique atacou e ocupou a base do principal partido da oposição do seu país, em Santungira, na serra de Gorongosa, onde o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, residia há um ano. Perante esta grave situação política, Vossa Excelencia, na qualidade de Secretário Executivo da CPLP fica em silêncio? 
Não marcou ainda data para as romarias no Conselho de Segurança, com Paulo Portas, ou com Rui Machete, a semelhança do que se fez com Carlos Gomes Júnior, no caso da Guiné-Bissau? 
O senhor saltita de país em pais a falar da Guiné-Bissau numa hora destas, porquê? Será que o mandato de Vossa Excelência é orientado apenas para o meu país? Afinal de contas a debilidade institucional não se verifica apenas no caso da Guiné-Bissau. Temos vários exemplos nos países da CPLP, entre os quais o do país da nacionalidade de Vossa Excelência, ou não é verdade?...
Senhor Embaixador, permita-me que lhe confidencie, desde já, o seguinte: o meu povo está farto desta lengalenga! Sabemos, pois, das Vossas movimentações em vários domínios, entre os quais pode destacar-se, desde já, a desesperada tentativa de colocar fantoches no poder no meu país, telecomandados por vós (Portugal, Angola e Cabo Verde). Mas, juro-lhe, senhor Embaixador - provando a terra sagrada com o meu indicador direito - que o meu povo não cairá no engodo da CPLP! E se, por alguma fatalidade, isso vier a suceder nas próximas eleições, fica, Vossemecê,  a saber que esses “king kongs” não mandarão nem nas “palmeiras” da minha terra.

Doka Internacional
Afinal de contas, quem é o General Emilio Costa…, que tipo de homem é ele??? Qual a sua mentalidade face aos acontecimentos da nossa terra?  Sera que o General Emilio Costa é ou será o homem certo para o futuro CEMGFA???   De aonde saíu este homem e qual o seu passado???

Muitas das vezes, o GUINEENSE adora inaltecer, admirar, amar, bajular, LIMBI BOTA, apoiar a um criminoso, a um bandido, a um sanguinario.    Essas são as caracreristicas do GUINEENSE no seu sentido em geral.   O guineense fala mal do guineense e julga ao guineense na praça pública sem nunca ter conhecido a pessoa e vai se baseando apenas no diz que diz e condena ao seu próximo.

Desde 1974 ( OFICIALMENTE ), temos vindo a assistir coisas maldósas contra o nosso povo. 
Este mata aquele, o outro espanca ou tortura, e vão se vangolorizando a frente dos familiares e vitimas, como se para eles nada tivessem feito.  CHEGA.

Actualmente os nossos militares teem uma péssima reputação, disso jamais poderei recusar……….., mas há que recordar que os culpados não são eles…, mas sim o sistema.     O sistema os educou assim e os fez ser assim, tal como um pai educa a um filho.
Porque se educares ao teu filho a roubar e a matar…, assim dessa forma irá ser para sempre.   E essa lógica de mentalidade, há que o mudar e dar uma reviravolta total.

General Emilio Costa, é um homem que sempre defendeu aos seus camaradas da trincheira dizendo que: “ OS MILITARES GUINEENSES, NÃO SÃO MILITARES FORMATADOS, MAS SIM, MILITARES FORMADOS “.

General Emilio Costa…, cristão(baptizado,crismado,comunhão solene e casado pela igreja)e criado pelos Padres Catolicos no ex-internato de Bafatà juntamente com o actual Bispo de Bissau:Dom Camnate.
General Emilio Costa, é um homem que pauta pela via do dialógo e não pela violência.

Fortemente religioso e pela experiência(psico)sabe lidar bem com os homens dos diferentes indoles.
Para ele…, Na tropa so deve reinar a disciplina de ferro.Nela não hà lugar para a politica e nem democracia.
Não existe nenhuma democracia na tropa…,  e a cadeia de comando deve ser a pedra angular de todas as ações…, e a vida da tropa.
Todos mas todos devem guiar-se pela cadeia de comando.A formação deve ser o elo mais forte de qualquer tropa.

So ela consegue incutir na tropa vàrios valores aumentando-lhe a visão para melhor compreender e interpretar melhor as ordens com base numa consciencialização consciente.

A formação ajudarà a tropa a conhecer melhor o seu estatuto de militar,a sua missão para com a Republica e consequentemente a identificar-se com o povo.
A tendência atual deve ser invertida passando-se da tropa de quartel…,  para tropa de inter- acção com o povo e ao seu servico


Está é a forma de pensar do General Emilio Costa.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

 CARLOS GOMES JÚNIOR


Fernando Casimiro (Didinho)
23.10.2013
Fernando Casimiro (Didinho)Gostaria que alguém de bom senso me dissesse com que condições o grupo de "personalidades" do antigo regime da Governação de Carlos Gomes Júnior consegue viver sem sobressaltos de maior, em Portugal, rodeados dos seus familiares e sem exercerem qualquer actividade profissional, desde Abril de 2012 neste país de vida dura, difícil, para todos quantos trabalham arduamente e diariamente, independentemente da profissão ou estatuto, quanto mais, para aqueles que não trabalham...
Os guineenses gostam de criar "heróis", ainda que esses "heróis" não passem de vigaristas que delapidaram o tesouro público guineense para adquirirem imóveis (onde vivem à grande e à guineense) em Portugal e terem depósitos bancários que lhes permite viver em Portugal ou em qualquer outro país europeu, sem sobressaltos...
Mas quantos guineenses ou mesmo portugueses conseguem tal feito...?
Desde a chegada de Carlos Gomes Júnior a Portugal, após o golpe de Estado e do "trânsito" na Costa do Marfim, devido à pronta e responsável intervenção da CEDEAO, que o mesmo enveredou por ataques de toda a ordem contra os que o derrubaram, mas também, contra a CEDEAO e os países vizinhos da Guiné-Bissau.
Para Carlos Gomes Júnior, só a CPLP contava e conta para a Guiné-Bissau.
Insultou tudo e todos, em função dos seus interesses e das suas conveniências; tentou e tem tentado dividir tudo e todos, em função desses mesmos interesses e conveniências, mas não conseguiu, felizmente, nem conseguirá mais, nesta altura em que, passou a ser uma "carta fora do baralho", até pelos países e organismos que ainda foram levados por ele...
Hoje, em Portugal, Carlos Gomes Júnior é uma sombra dele mesmo; tem medo até da sua própria sombra...
Carlos Gomes Júnior está seguro de que há algo preparado contra a sua vida, aqui em Portugal...
Para ele, as ameaças provêm da Guiné-Bissau, ou seja das autoridades que o derrubaram a 12 de Abril de 2012, mas Carlos Gomes Júnior, melhor do que ninguém, sabe que as ameaças estão relacionadas com outras "ligações"...
Das suas ligações privilegiadas e nebulosas em Cabo Verde, e perante acontecimentos misteriosos ocorridos, também em Cabo-Verde, passou a recear pela sua vida, não por ameaças dos que o derrubaram na Guiné-Bissau, mas de outros, das suas múltiplas negociatas...
É por via disso que, nos dias que correm, Carlos Gomes Júnior não aceita sequer organizar ou promover eventos para tentar receber apoios das ditas comunidades que o apoiam...
Mas Carlos Gomes Júnior, que sempre soube que, por tudo quanto mandou fazer na Guiné-Bissau, enquanto Chefe do Governo, não teria como regressar ao país sem prestar contas, ou sem ser "submetido" a ajuste de contas, foi alimentando esperanças a uns tantos crentes em milagres de pecadores, seres humanos comuns, como ele...mas também, para tentar enganar tantos "investidores" que lhe proporcionaram milhões de milhões, aquando das eleições antecipadas de 18 de Março de 2012, confiantes de que Carlos Gomes Júnior seria Presidente da Guiné-Bissau e, por isso, os seus "investimentos" permitiriam que saqueassem a Guiné-Bissau...
Nos dias que correm, Carlos Gomes Júnior aposta num pedido de exílio oficializado a Portugal, por temer consequências dos seus inúmeros envolvimentos em negociatas tipo faca de dois gumes...
Carlos Gomes Júnior tem tentado por todos os meios que algo aconteça na Guiné-Bissau, para que possa ser ele a dirigir o país e voltar a merecer a "confiança" dos que "investiram" nele, mas já chegou à conclusão de que, as Forças Armadas da Guiné-Bissau estão unidas e não estão "à venda"...
Tem outras "forças" por ele patrocinadas/pagas, que, no entanto, a enveredarem por conflitos armados na Guiné-Bissau, serão, certamente, aniquiladas à mínima suspeição de movimentos; essas "forças", existem e estão monitorizadas/referenciadas, pelas Forças Armadas da Guiné-Bissau!
Carlos Gomes Júnior tem feito tudo para que o PAIGC não proclame um novo líder e, assim, vai dividindo o partido, com adiamentos da data do Congresso, de modo a ver se as suas "forças militarizadas" conseguem fazer algo e dar-lhe o dirigismo do país, continuando ele a liderar o PAIGC.
É que, tendo deixado de ser Primeiro-ministro, ou será melhor o termo candidato às presidenciais de 18 Março de 2012, ele que continua a reivindicar a existência de um Governo legítimo, que ele  de facto chefiou e, a meu ver ele mesmo derrubou, ao abandonar o cargo para ser candidato, sem ter sido exonerado por um Presidente da República eleito e sem ter havido queda do governo que ele dirigia... o sustento político de Carlos Gomes Júnior é o estatuto de Presidente do PAIGC que ainda lhe pertence até que haja um Congresso que decida uma nova liderança do partido... e é aqui que está o grande "investimento" de Carlos Gomes Júnior, no PAIGC, a maior força política da Guiné-Bissau que, contudo, não é nenhuma empresa, mas sim, um partido político, muito especial, por ser o partido libertador!
Carlos Gomes Júnior sabe que não tem condições psicológicas, morais e éticas para regressar à Guiné-Bissau como se nada tivesse acontecido. É certo que todos os filhos da Guiné-Bissau têm o direito de regressar livre e espontaneamente ao seu país de origem, porém, a exemplo de todo e qualquer cidadão, que tenha "contas" a prestar com a Justiça, ele também não foge à regra...
É por estas e por tantas outras, que Carlos Gomes Júnior, que até tem uma vida e estatuto de milionário em Portugal, deve estar quase a solicitar, se já não solicitou, o estatuto de exilado às autoridades portuguesas, visando, sobretudo, obter protecção, já que os receios são muitos, dos seus multiplos envolvimentos gananciosos tendo a Guiné-Bissau como contrapartida.
Carlos Gomes Júnior a ser vítima, é/será vítima dos seus erros, dos seus crimes, que o tempo encarregar-se-á de mostrar a todos!
Vamos continuar a trabalhar!
A GUINÉ-BISSAU É A SOMA DOS INTERESSES DE TODOS OS GUINEENSES E NÃO DOS INTERESSES DE UM GRUPO OU DE GRUPOS DE GUINEENSES! Didinho
“UNITA LANÇA LENHA PARA A FOGUEIRA…”
O Jornal de Angola, a principal voz do regime, virou, desta vez o canhão contra o líder da Unita, Isaías Samakuva. 
O dirigente do segundo maior partido da oposição defendia, há dias, que, os processos judiciais a decorrer em Portugal, que envolvem “atos privados, não soberanos” de dirigentes angolanos, não fossem arquivados. O referido jornal critica a UNITA por ter manifestado apoio à investigação da Procuradoria-Geral da Republica portuguesa. Diz o jornal:  "ao furtar-se a condenar as violações do segredo de justiça em Portugal que atentam contra direitos de honrados cidadãos angolanos, demonstra uma absoluta falta de maturidade política e coloca a UNITA, mais uma vez, no lado errado da história." 
Diz mesmo que "Samakuva conseguiu ir mais longe do que a linguagem de agressão vinda Portugal. Quando toda a cúpula em Portugal já percebeu que está metida num beco sem saída na relação com Angola, por violar direitos de angolanos e por desrespeitar entendimentos de Estado, Samakuva vem lançar mais lenha para a fogueira, à maneira da Jamba.”
É de reparar que o termo “honrados cidadãos angolanos” utilizado pelo Jornal de Angola tem o mesmo significado com o de  “dirigentes angolanos”, também, utilizado por Samakuva. O que indica que todos sabemos que as figuras que estão a ser investigadas pertencem à “roda dentada” e não podem, de maneira alguma, confundir-se com a postura de empresários ou investidores privados nacionais fortes e eficientes que o país precisa para impulsionar a criação de mais riqueza e emprego, como disse, o Presidente José Eduardo dos Santos no seu discurso de Estado da Nação. 
Portanto, tudo indica que estamos todos sintonizados na mesma frequência, incluindo o Jornal de Angola. Falamos todos do mesmo: “os ricos angolanos”. Figuras que, segundo o académico e político, Nelson Pestana Bonavena, nunca chegaram a ser “empresários”, como o Presidente queria pintar no citado discurso. 
Descreveu melhor o académico à Voz de América, dizendo: “tal dita acumulação primitiva de que ele já tinha falado no passado de se estar a efectuar a mais de uma década e meia e ate hoje nós não vemos os resultados desta acumulação primitiva”.

Doka Internacional

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Vamos falar do General Emilio Costa.
Alguém sabe quem é ele???
Repito, General Emilio Costa.
Digam, conhecem este homem..., pois bem, preparem- se para falarmos dele.

NOTA DE FALECIMENTO
Humberto António Pereira
Os familiares do Enfermeiro Humberto António Pereira vêm por este meio comunicar o seu falecimento em Portugal, onde residia, no passado dia 19 de Outubro.  Tinha 79 anos de idade e dedicou grande parte da sua vida a ajudar da melhor forma possível os guineenses na sua amada Guiné-Bissau.
Era natural de Bolama, onde nasceu no dia 17 de Agosto de 1934 e Enfermeiro de profissão. 
No final da década de 70, passou a residir em Portugal, onde continuou no exercício da sua profissão, regressando religiosamente à sua Guiné, todos os anos, onde para além de rever familiares e amigos, também fazia o que lhe ia na alma, ajudar sempre que possível.
 
As cerimónias fúnebres realizam-se este fim de semana com o seguinte agendamento:
Dia 25/10, sexta-feira, velório, na Igreja de Corroios/Miratejo.
Dia 26/10sábadofuneral, a partir das 10 horas, no cemitério de Santa Marta de Corroios

Em nome do Projecto Guiné-Bissau CONTRIBUTO apresento aos familiares do Sr. Enfermeiro Humberto António Pereira, as  nossas sentidas condolências. Didinho 22.10.2013

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Se António Indjai disser a alguém que lhe falta o conhecimento do que está a ser prepararado contra a sua própria pessoa..., eu Doka apenas lhe direi:
BÚ STA NA BRINKADERA.

A captura de António Indjai, foi e está preparada desde a muito tempo.   Mas, ele sabe do que se passa.
Tem conhecimento do mesmo.

E sabe que toda esta gente está lá dentro e bem posicionado.
Só que dizem que ainda falta o momento exacto para actuar..., porque se algo vier a ser feito agora..., iria haver muito derrame de sangue.

Mas a coisa está ali.
Cautela, porque nunca se sabe quando o caldo pode entórnar.
FEITIÇO CONTRA O FEITIÇEIRO?

A propósito do clima crispação política entre Angola e Portugal, o Procurador-Geral da Republica de Angola, Dr. João Maria de Sousa, deu uma entrevista em Cabo verde no dia 20 do corrente mês. Entre muitas coisas, disse: 
“(…) Afinal de contas, este tipo de casos são tratados na imprensa para que as pessoas visadas sejam completamente arrasadas no seu bom-nome, na sua imagem e na sua dignidade, e se formos a ver, esses processos, que em alguns casos constituem meros expedientes administrativos, são depois arquivados mas o mal que já foi feito permanece e os visados nunca mais se livram da imagem negativa que lhe foi imputada. É disto que deriva a revolta dos angolanos. E não obstante o meu cargo de Procurador-Geral da República de Angola, não deixo de ser um cidadão angolano, um patriota, e como tal não posso pactuar com situações que lesam a dignidade dos angolanos (...)”
Portanto, não posso deixar de manifestar a minha total solidariedade com as palavras de Sua Excelência, senhor Procurador-Geral da Republica de Angola. Comungo exatamente do mesmo sentimento de revolta. Afinal todo o ser humano tem direito ao seu bom-nome, honra e dignidade. Tenho suportado dentro do meu peito os mesmos sentimentos de indignação.
Também não posso pactuar com situações que lesam a dignidade dos guineenses, alvos de calúnia e difamação na praça pública contra o meu Estado. Refiro-me a campanha desenfreada levada a cabo pela imprensa de alguns países da CPLP, conotando a Guiné-Bissau ao narco-Estado. Imputação mentirosa que comandou, inclusivamente, à violação do território nacional pelos agentes americanos do combate ao narcotráfico (DEA), coadjuvados pelos cabo-verdianos, Sonangol e GAPL, e, consequentemente, à captura de Bubo Na Tchuto.  
Ai, como tudo isto arde aqui dentro de mim… Mas, adiante… havemos de chegar!

Doka Internacional

domingo, 20 de outubro de 2013

A Guiné Bissau vai arrebentar pela costura..., muita confusao naquele sitio, confusao entre ELES.
Apenas estao esperando o momento oportuno para arrebentar com a coisa.
SANGUE?   DESESPERO?  KASSABI? TRAICAO?
O homem, está desprezando os pequenos promenóres.
Quem sao os culpados?
Há que contornar tudo de uma ponta a outra.
CHEGA.
Eu Doka estou avisando de novo:
Vai haver sangue..., e alguém vai ser morto de novo.
PREPAREM- SE
Existe algo em curso.

DEFORMAÇÃO DO CONCEITO DE LIVRE MERCADO?…

Em breves palavras, pode dizer-se que na Economia Planificada ou de Estado, a produção econômica é dirigida pelo Estado e na Economia de Livre Mercado os agentes económicos agem de forma livre, com pouca ou nenhuma intervenção dos governos. Ora, qualquer das duas economias obedecem as leis. Aliás, o Estado, em qualquer circunstância, continua a jogar o papel de regulamentação e fiscalização da economia, que pode ser de forma providencial ou não. Nada se queda à-toa ou desconexa em sede das respetivas comunidades políticas. Engana-se redondamente quem confundir a livre iniciativa com a anarquia ou saque económico nos dias que correm.
O que se constata é que nos nossos países, os partidos “libertadores” nunca se “engoliram” a ideia de livre mercado e tão pouco a de abertura ao multipartidarismo. É preciso dizer-se que livre mercado é interpretado como aburguesamento da cúpula política. E quanto à abertura política, o sistema teria que se adaptar a uma lógica política em que os partidos “libertadores” continuariam a ser determinante, sem que houvesse possibilidades para alternância política. É que, para os partidos “libertadores”, ainda vigora a lógica de que “o poder” não se conquista nas urnas, mas sim com sangue. As eleições são autênticas paródias promovidas por estes regimes, “para inglês ver”!
O discurso do Presidente José Eduardo dos Santos, sobre o Estado da Nação, encaixa-se precisamente na fórmula que acabamos de referir. O presidente angolano, em defesa da elite “burguesa” em formação no seu país, esgrimiu o seguinte argumento: “ Há quem pense que o crescimento e desenvolvimento social a diferentes velocidades de vários segmentos sociais seja uma política deliberada para perpetuar a injustiça social. Não é assim. Este é apenas um fenómeno inerente a este período de transição, em que a Nação precisa de empresários e investidores privados nacionais fortes e eficientes para impulsionar a criação de mais riqueza e emprego.” Ora, a primeira questão que salta à vista é de saber quanto tempo tem e quem estabeleceu esse “período de transição” para a consolidação da “classe empresarial” forte e eficiente para o impulsionar a criação da mais riqueza em Angola?  Chegou-se ao cúmulo de tecer comparação entre o tal  “período de transição” e tempo das naus e das caravelas em que se faziam pilhagens e saques.
Jornal de Angola resolveu empolgar o discurso do Presidente José Eduardo dos Santos, atacando: “Para muitas organizações ocidentais, um africano rico só pode ser corrupto. Mas têm que se habituar à realidade exposta pelo Chefe de Estado, revelada no discurso do Estado da Nação. Os empresários angolanos precisam de músculo financeiro. Angola precisa de uma classe que acumule capital. De resto, todo o mundo ocidental fez isso há muitos séculos e essa é a base do sistema que hoje está implantado no mundo. Por que haveríamos de ser nós diferentes? Não há igualdade de direitos?” Acrescentando de seguida: “Angola tem os seus ricos e todos esperamos que haja cada vez mais. Os fomentadores do sistema exigiram que Angola aderisse à economia de mercado. Aí está ela| Mas quem fez essa exigência tinha uma ideia: dominarem eles o mercado angolano e mandarem na nossa economia. Enganaram-se redondamente. Os angolanos comandam a economia e dominam o mercado. O Presidente José Eduardo dos Santos neste aspeto foi lapidar: as grandes empresas multinacionais que operam em Angola registam lucros de milhares de milhões todos os anos. E mesmo assim não querem a concorrência dos empresários angolanos.”
Quem pensa assim parece fingir não entender que o mundo mudou. As questões ideológicas não são relevantes, hoje em dia, nem para o mundo, e muito menos para o povo angolano. O que preocupa de fato é a anarquia e a corrupção económica em que os dirigentes africanos se encontram embrenhados. Em Angola, detentores de altos cargos, incluindo Ministros, Deputados, Juízes, médicos, presidentes e administradores de Bancos, consultores, etc., são apanhados em esquemas de transporte de dinheiro em malas, caixas de sapatos, contentores, barcos, aviões fretados, etc. para esconder na Europa e em outras partes do globo. A burguesia, por exemplo, na Europa, era patriótica e constituiu-se saqueando outros povos no além-mar para os seus reinos e nunca o inverso. O que assistimos hoje, será o resultado da insegurança política ou um hipotético regresso ao período do mercantilismo?
A par à corrupção que assola o continente africano, o mundo inteiro está a braços com o problema do terrorismo e de branqueamento de capital. China e Russia, também estarâo no caminho da implementaçâo da Economia Livre de Mercado. E, apesar dos pesares, não se detetam por parte da sua “classe dirigente” espetáculos com dimensâo  idéntica às pilhagens económicas perpetradas nos países africanos. Nâo viajam com malas de dinheiro para esconder no estrangeiro e não se conhecem notícias de que os seus filhos sejam milionários por intervençao divina.  
Na China, por exemplo, o  ex-dirigente Bo Xilai, filho de uma figura da revoluçao “maoista”, foi condenado em 22 de Setembro passado à prisão perpétua com privação permanente de direitos políticos por corrupção, desvio de fundos públicos no valor de mais de 600.000 euros (811 milhões de dólares) e de 2,6 milhões de euros equivalente a  3,5 milhões de dólares,  e abuso de poder, entre outros no caso do assassinato do executivo britânico Neil Heywood, cometido por sua esposa, Gu Kailai, e que Bo teria tentado acobertar.  A luta contra a corrupção já é tradiçâo na China. Em 1998, houve condenação do ex-prefeito de Pequim Chen Xitong e em 2008 do ex-chefe do partido em Xangai Chen Liangyu, ambos por corrupção.
Segundo o Índice de Perceção de Corrupção de 2010, publicado pela Transparência Internacional, a Rússia ocupa a 154.ª posição a nível mundial. No primeiro mandato de Vladimir Putin, o Estado desencadeou um processo crime contra o então homem mais rico da Rússia, presidente da YUKOS, Mikhail Khodorovski, ocorrido em 2003.O governo afirmou na altura que Khodorkovski estava corrompendo um grande setor da Duma para impedir mudanças no código de impostos. O caso do mafioso “Ladrâo da Lei”  (Vory v Zakone) que operava em Catalunha, Espanha, extorquindo empresários do Leste da Europa, comprando crianças para serem usadas no tráfico de órgãos no mercado negro,  foi capturado durante a operação Nala, iniciada em 2007. Em 6 de Novembro de 2012, Putin destituiu o ministro da Defesa, Anatoli Serdiukov, envolvido num escândalo de corrupção. Serdiukov era suspeito de, através de uma empresa sua, ter vendido ativos a empresas comerciais com uma perda de 100 milhões de dólares (78 milhões de euros).
Nos nossos países de África, é caso para dizer que o vilão virou herói!
 Recorda-se que a União Europeia decidiu em 3 de julho 2007 incluir a Transportadora Aérea Angolana (TAAG) na lista negra de companhias aéreas impedidas de voar para Europa. Esta decisão implicou a suspensão de seis voos semanais da TAAG para Lisboa. Em 06 de Dezembro de 2010, com um Boeing 777 dessa mesma companhia, com 126 passageiros a bordo, e que logo depois de ter descolado do Aeroporto de Lisboa perdeu diversas peças de metal de cinco por quinze centímetros de tamanho ao longo da cidade de Almada, tendo sido obrigado a aterrar de emergência. Portanto, o que o mundo espera de África, e naturalmente de Angola, é que volte a receber permissão de “voltar ao espaço europeu” como aconteceu em 1 de Agosto de 2009, com o primeiro voo da TAAG que partiu de Luanda para Lisboa, depois de quase dois anos de ter sido banido do espaço aéreo não apenas da União Europeia como de todo o mundo.


Doka Internacional

sábado, 19 de outubro de 2013

Tive um convite para ir passear ao INFERNO por volta das 03 e 15 da madrugada de hoje, e que me iriam dar alguns nomes e posteriormente me mostrar pessoas que lá vivem de momento.
Bom, é convite e apetitóso, ma i medunho.
Gossi góra???

Póxa pá..., caramba..., KABASS di SORTI n'gata.
Tony Dúdu e Nifeco- N'dongo kai na Baleta, pediram socorro para Manecas Costa.
Tony Dúdu e Nifeco, criticaram- me de uma forma constructiva e respeitósa para que nada fizesse.
Assim será por ordem e respeito de irmaos mais velhos, KABASS di SORTI padjiga.
E agora, quem se segue???
Vou pensar e ja volto.
Ahhh Tony Dudu..., Ahhh Nifeco..., bó kanssan.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Kabáss di sorti..., kin ku na bin???
Adivinhem..., histórias de acontecimentos reais.
A única forma de nos conhecermos melhor e a cada qual.
KABÁSS DI SORTI..., i kin ku na bin???
MANECAS COSTA.
Kankuran di Bandidos lanta i firma.
Tudu Bulufusss ten ku bai pa Barraca.
Tudu munturussis tén ku cunxidu.
Preparem- se:
KÁBASS DI SORTI..., tchóma MANECAS COSTA.
Dentro de Momentos.
“KIN KU KA MAMA I SINTA…”
Caro senhor Primeiro-ministro, Eng.º Rui Barros e toda a equipa da berlinda, políticos em geral, meus senhores e minhas senhoras. 
Volto a dizer-vos daqui do mercado de Bandim, que ninguém me encomendou o sermão, mas tenho uma espinha atravessada no pescoço. É bom que saibam que quando faço ou participo na revolução é porque quero que o país ande para frente, que melhore e que não fique a marcar passo, a repetir os erros do passado. 
A história recente ensinou-nos muita coisa, mas volto a chamar-vos atenção de que a Guiné não é aquela gaja vadia que você engata por uma noite, não! 
Vejo com os meus olhos que muitos de vós que aí está, é como não estivessem. Estão dispostos a sacudir água do capote, logo na primeira curva. 
Estamos na “kambansa” e não podemos falhar. Engana-se quem pensar que pode ludibriar o povo! Enquanto cidadão, tenho direito de recusar governos compostos por gatunos, a surripiar o erário público.  
Os nossos filhos têm direito a escola, o salário dos trabalhadores não é esmola ou caridade, mas sim o resultado do seu suor.
Pergunto: porquê que se acotovelam pelo poder, se dentro de vós tendes a consciência da vossa imaturidade política para assumir a direção da sociedade?
A liberdade não se pode confundir com a anarquia. Passaram 40 anos à “pfuam”! 
Desejamos uma governação pacífica e progressiva. Boa governação abranda a fúria, como disse Barack Obama. Depois, na hora da verdade, são os primeiros a apresentar queixa aos vossos patrões na CPLP.

Doka Internacional

A prova dos nove demonstrou que a mentira tem pernas curtas

Encontro com os Presidentes das Comissões Políticas eleitos, serviu de uma prova dos nove que demonstrou que a mentira tem pernas curtas
 
O Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva” analisa resultados saídos das conferências sectoriais do PAIGC e reconfirma in lo quo os seus Presidentes eleitos.

Depois de dar a conhecer os resultados das conferências sectoriais realizadas recentemente em todas as regiões do país, o Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva” convocou todos os Presidentes das Comissões Políticas que foram eleitos em listas afectas ao Projecto, principalmente os que foram mencionados como fazendo parte da lista tornada pública pela candidatura de Domingos Simões Pereira em alguns blogs e jornais digitais.

Durante esta sessão de esclarecimento, presidida pelo camarada Braima Camará, candidato à Presidência do PAIGC com o apoio do Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva”, ele deixou bem claro que “mais vale sabermos que estamos poucos, mas certos e honestos neste projecto do que centenas a tentarem jogar com a nossa honra e dignidade”, para logo acrescentar que “é absolutamente necessário termos calma e paciência e um elevado espírito de tolerância para que possamos atingir plenamente os nossos objectivos e isso passa por uma conduta séria, onde os princípios da ética e da moral devem ser elementos preponderantes”.

Na ocasião, Braima Camará, afirmaria ainda que “era um homem de princípios, humilde, e firme em questões que tocam a honra e a dignidade do homem, daí ter convocado expressamente esta reunião para saber, olhos nos olhos, onde cada um integrante deste Projecto se situava, pois para mim não se trata de uma luta de vida ou de morte, mas sim um exercício democrático no seio de um Partido com responsabilidades acrescidas, em busca de uma liderança capaz de catapultar, não só o nosso PAIGC como o próprio país, nos caminhos do sucesso, da modernidade e com elevada capacidade operacional para que possa continuar a dar a sua inestimável contribuição no processo de desenvolvimento político, económico e social no nosso país”.


Para Braima Camará, “a resposta que hoje aqui me foi dada, anima-me e encoraja-me a prosseguir esta difícil mas nobre missão que me foi solicitada por um significativo número de dirigentes do nosso Partido e milhares dos seus militantes espalhados no conjunto do país”.

Apesar de terem tentado branquear os resultados que publicamos, fruto de um trabalho minucioso e sério, houve candidaturas que tentaram confundir os nossos militantes, ao fazerem publicar e circular listas nas quais davam conta da sua forjada vitória, fazendo constar nomes de alguns Presidentes das Comissões Políticas, eleitas em listas afectas ao nosso Projecto nas diferentes Conferências Sectoriais e de Zona, tentando desacreditar o nosso Projecto e por em causa a nossa seriedade e dignidade” afirmaria ainda Braima Camará, para logo acrescentar que “esta reunião que convocámos em menos de 48 horas, fez convergir a Bissau, todos os que sentiram-se afectados na sua honra e dignidade e a resposta que nos foi dada de forma categórica, demonstrou-nos que estamos no bom caminho, daí a nossa satisfação pelo facto de conjuntamente conseguirmos dissipar e esclarecer eventuais dúvidas que pudessem subsistir quanto à representatividade de cada uma das candidaturas junto às estruturas do Partido e em particular para com o nosso Projecto”.
 
Um exemplo claro desta indignação veio na voz de Braima Seidi, um velho Combatente da Liberdade da Pátria, eleitoPresidente da Comissão Política do Sector de Mansabá e cujo nome constava de uma candidatura adversária, ao afirmar que “nunca e em circunstância nenhuma ter falado ou pertencer ao projecto de nenhum outro candidato e foi com bastante estranheza, raiva e surpresa que recebeu a notícia de que o seu nome constava na lista dessa candidatura, visto que estava desde a primeira hora comprometido com o Projecto que apoia Braima Camará, mesmo sem o conhecer pessoalmente, mas sim, através de dirigentes que o contactaram para o Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva, para logo acrescentar a terminar que “este projecto já ganhou a confiança da Região de Oio e tem a certeza absoluta que Braima Camará ganhará a Presidência do PAIGC no Congresso de Cacheu”.

Outro Presidente da Comissão Política do Sector de MansoaBraima Djassi “Costa” foi muito claro na sua afirmação sobre o Projecto que abraçou, ao declarar que “fui dos primeiros a ser contactado e desde a primeira hora estive com o Projecto que apoia Braima Camará e declaro aqui perante todos que sou e serei sempre deste Projecto e fazer constar o meu nome como integrante de um outro projecto, sem o meu aval, é uma falta de respeito e de consideração que não admito nem tolero”.

ParaHenrique Iaia Fati, o novoPresidente eleito da Comissão Política de Nhacra, “fazer constar o meu nome na lista publicada pela candidatura de Domingos Simões Pereira, é um acto abusivo e desonesto e quero aqui declarar que não sou nem nunca fui afecto a esta candidatura”.


O Presidente eleito da Comissão Política de Buba, Armindo da Silva Sambú, cujo nome também consta da lista publicada pelo “Progresso Nacional”, considerou na sua intervenção que “era preciso termos cuidado com a estratégia dos nossos adversários que desesperados tentam fazer com que os nossos nomes constem da sua lista para nos fazer dividir e criar um mal-estar no nosso seio, mas a mentira e a intriga têm pernas curtas, pois nós estamos no caminho da verdade e só a verdade e a dignidade nos podem conduzir a vitória, que já está perto”.

Malam Mané, eleito em Contuboel, declarou que “ao fazerem constar o meu nome na lista de Simões Pereira sem o meu consentimento só pode ser considerado uma atitude desonesta e oportunística, acto inaceitável e que deve ser denunciado como uma pirataria” e a terminar afirmou que “desde o primeiro dia que fui contactado passei a integrar de corpo e alma o projecto que apoia Braima Camará à Presidência do PAIGC”.

Por seu turno, Garcia Mabaia Sanca, eleito Presidente da Comissão Política de Bambadinca, cujo nome constava igualmente da lista publicada por uma candidatura adversária, “desde que fui contactado para apoiar o Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva” disse sim e aí me mantive até hoje, pois devem com certeza confundir a minha disponibilidade de, na minha qualidade de Representante do Partido no Sector recebo e organizo as visitas de todos os candidatos, sem escolher a ou b, mas enquanto projecto a minha opção foi sempre clara, escolhi e estou no Projecto de Braima Camará e tudo o resto é falso e um abuso quando utilizam indevidamente o meu nome”.

O Presidente da Comissão Política de Tite, Braima Djassi, também constante da lista publicada pelo blog “Progresso Nacional” por uma das candidaturas *a liderança do PAIGC, afirmou na sua intervenção que “não sou nem nunca fui um integrante da lista de Simões Pereira e sinto-me afectado na minha honra e dignidade, daí estar revoltado por esta falta de respeito e de consideração, pois dentro do nosso partido deve haver seriedade e dignidade e não trapaças, pois este tipo de atitude é que faz com que o PAIGC esteja sempre a ter problemas. Declaro perante todos aqui, que desde a primeira hora estou com Braima Camará”.


Malam Fati, Presidente reeleito da Comissão Política do Círculo 29, “posso até intentar uma queixa-crime contra as pessoas que fizeram constar o meu nome numa lista de candidatura que em nenhum momento falou comigo a este propósito e eu sou um homem sério que não admite que o meu bom nome seja manchado, pois sou livre para fazer a minha escolha e quando me comprometo tenho ética e moral para respeitar o meu compromisso”.