OGIVA NUCLEAR

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Rumóres, apenas rumóres e se calhar negociatas.
Entrada de Cadogo jr., eminente para os dias do CONGRESSO DO PAIGC.
Eu Doka perguntei a pessoa..., cadogo jr. esta louco ou perdeu a nocao do perigo???
O homem é insistido..., pensa e confia que a comunidade internacional lhe irá proteger.
LI NA GUINÉ???
Recordar que aqui na Guiné Bissau..., kussas ta bin fédi ora ku kau djumbli.
E ninguém é ninguém.
NOVA PATRANHA DA CPLP…

Descreveu com sabedoria e elegância a situação política prevalecente na altura e que levou a precipitação do contragolpe de 12 de Abril de 2012, o Presente da República de Transição, Manuel Serifo Nhamadjo,  na 68. ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, com as seguintes palavras: “(…) Tivemos de lidar com essa, digamos assim, primeira tomada de posição, a um tempo, curiosa e dramática. 

De gente que preferia para a Guiné-Bissau a pior das situações possíveis, e sabem Vossas Excelências por quê? A resposta é esta: apostaram na degradação da situação política no meu país de modo a justificar suas teses, confirmar seus prognósticos, operacionalizar seus conceitos políticos de resolução da crise na Guiné-Bissau. De facto, tentaram por todos os meios aplicar a fórmula de “quanto pior fosse para a Guiné-Bissau, tanto melhor”. Sim, tanto melhor seria efectivamente, mas apenas para os seus interesses. Com essa posição radicalizada, realmente conseguiram atingir quase todas as cordas sensíveis de um povo humilde, mas que dificilmente aceita humilhar-se perante seja quem for.”

Perdem em todas as frentes. Mas, ainda sonham uma réstia de esperança. Qual será? 
Agora é impingir-nos - direta ou indiretamente - o fator de instabilidade política: Carlos Gomes Júnior! Com que finalidade? Criar caos e anarquia total na nossa terra. Ou seja, turvar a paz reinante a fim de justificar a urgente necessidade de envio das forças colonizadoras, e que preferem chamar de forças de interposição, com as contribuições dos seus países. E já, com isso, estarão inclusivamente a criar pretextos chantagistas de sempre para virem contestar os resultados das futuras eleições.

A luta continua e a vitória é certa!

Abraços do Doka Internacional

domingo, 29 de setembro de 2013

INGERENCIAS DA CPLP…
 
O seu rosto em triângulo invertido, queixos grandes, os cataventos despontando encima, maiores que o comprimento da sua cabeça, como os da lebre, que figura nos faz recordar esse pigmeu angolano? 

Baixinho como a sua própria mente… George Chicoty parece uma figura alienígena. Figura-mistério propício para o pesquisador britânico Rupert Matthews… Ou será preciso chamar  Search for Extraterrestrial Intelligence (SETI), órgão de vigilância por vida extraterrestre, para detetar se a figura, com aspeto humano, não terá vindo de uma das luas de Júpiter? 

O cérebro parece de um disco giratório que se colocava no “gramofone”. A voz tem vibração idêntica a do aparelho, uma evacuação verbal anormal que sai por um orifício afunilado em forma de uma corneta, que se chama boca. Parece ter-se-lhe ocorrido danos emocionais grave que não permite ouvir falar da Guiné-Bissau, saca logo a pistola! 

Regala sempre os olhos de pânico, certamente reavivado por emoções hostis a Guiné, quando fala do meu país. Dizem até que tem filhos com mulher guineense que encontrara na juventude e enquanto estudante da UNITA, em Cote D’Ivoir. 

A senhora era filha do nosso tio que muito cedo emigrou, de nome Apock e que teve uma crise fulminante em Bissau e faleceu na década de noventa!

A agulha do “gramofone” de Chicoty encravou-se na teoria da legitimidade política. Não avança mais! Vira o disco e toca o mesmo! Está tao obcecado que não consegue separar os “filhos do maligno” dos “filhos do reino”, a cabaça da comida, o país ou soberania de um povo das teorias e das ideologias políticas, etc., etc., Nas costas da Guiné-Bissau, num ajuntamento de sete ministros da CPLP, à margem da última Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque, entre muitas barbaridades, disse - como se a CPLP fosse alguma organização de consulta sub-regional das Nações Unidas - que "Todos reconhecemos que a situação na Guiné é uma situação crítica e todos os parceiros têm que trabalhar de maneira coordenada. Temos a CEDEAO que é um parceiro bastante importante e vamos ver como é que de um lado podemos concertar os passos que vamos levar para a Guiné-Bissau e como vamos materializar no terreno". Nem se deu ao trabalho de se olhar ao espelho. Portanto, nem todos reconhecem o que se passa em Moçambique entre o Governo e a Renamo. Este assunto virou tabu na CPLP. Teleguiada por Portugal, Angola e Cabo Verde, a CPLP resolvem desafogar os seus ressentimentos encima de nós. 

O caso egípcio estava ai diante dos seus olhos, sem claques a pedir retorno à ordem constitucional. Somos o “bobo da corte” da CPLP onde espalha as suas palermices e futilidades. E para disfarçar a ingerência política nos assuntos da competência soberana do meu país, a claque formatada e teleguiada pelos mundo da máfia deu voz ao recém-nomeado e caduco Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Rui Machete, para defender a ideia da inviabilidade de condições para a realização das eleições no dia 24 de Novembro. Atitudes que não admitiriam nos seus próprios países. 

Vejam lá a macaquice desses larápios, que até já estão desavindos uns com os outros, no tocante a situação política na Guiné-Bissau…
A luta continua…
 
Doka Internacional

 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Guineenses, a nossa terra está enterrada e coberto de mentiras.
As pessoas que se encontram em lugares chaves, muitos deles, nao sao sérios.

Rouba- se muito aqui..., e ninguém faz nada.
O  nosso povo está a ser maltratado e massacrado ao mesmo tempo.

A cidade está nojenta e suja.
O povo vive sem água potavél e sem luz.

Nao existem recursos e nem meios para nada.
Precisamos de Socorro imediatamente.
O povo precisa de ajuda.
Lutemos pela verdade.

Hoje eu Doka ponho em causa a muitas coisas.
Caramba..., tenhamos vergonha.
INCIDENTE ou algo planeado???
Um obrigado ao Comandante Júlio Sanca Da Policía de Intervencao Rápida ( P.I.R. ), e ao Tenente Abulay Mancal do Estado Maior, pela pronta disponibilidade e apoio.
Um reconhecimento grato e profundo a estas personalidades.
Eu Doka, tive um INCEDENTE?????????????????????
E nessa aflicao, pedi apoio..., enfim.
Como sempre disse, eu Doka mantenho- me firme.
Em tudo isso, ouve telefonemas desconhecidos minutos antes dessa aflicao...., a vóz era de mulher.
Nóbai............, ami n'sta li inda.
Estava para regressar hoje sexta feira Para Portugal- e posteriormente- Inglaterra.
Mas vou continuar por aqui, porque agora estou curioso em saber até a que ponto vai a minha coragem.
EM LEGITIMA DEFESA............., imaginem.
Tudo aconteceu em casa da minha mae, no Bairro de Ajuda.
Ontem Quinta feira 26 de Setembro, por volta da 7 e meia da noite.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

“NA KAMBANSA NO KA NA KAMBA…”
As sucessivas crises internas no seio do PAIGC, sempre se resvalaram para o país inteiro. Com marcações e reagendamentos, voltou a adiar o seu VIII (8)  congresso previsto para 10 de Outubro próximo. No balanço de 40 anos depois da prepotência governativa, perdeu a confiança do povo, que passou a conquistar apenas com recurso ao “banho eleitoral”. 
Método fraudulento que encontraram para se permanecer no poder, e que a “comunidade internacional” ignoraram sempre, preferindo reconhecer os resultados eleitorais como sendo participativas, livres, justas e transparentes. A propósito da questão do “banho eleitoral”, recordo-me da controvérsia surgida no início da década de noventa, em que Manuel Saturnino da Costa, perguntava a oposição relutante em matéria de fraude eleitoral, se o ato tinha sido realizado de noite ou no escuro? Vejam só como altas figuras políticas dirigiam à nação! A história mostrou-nos que a tese da legitimação política, custe o que custar, nunca deu bom resultado. E as consequências nunca são imediatas. O ato da votação não pode confundir-se com o tempo das vindimas em Portugal. Ele é, sem dúvida, a semeadura que se transformará, misturado com a terra e regada pela chuva em apanha de amanhã. Se hoje for fraudulenta teremos governo corrupto e falacioso. Situações, portanto, propícias para atração da violência e a instabilidades políticas.
Já se vislumbra um futuro sombrio com que o PAIGC pretende brindar o país. Financiado pelos partidos amigos e individualidades com ligações duvidosas tende a reeditar uma liderança engendrada a partir do exterior. Há um pivô na linha da frente a mexer no assunto: o sabichão,  Huco Monteiro
E tudo indica que o congresso escolherá o caduco Carlos Correia, que por sua vez procurará “moderadamente” agradar gregos e troianos (sobretudo SONANGOL, GALP E CPLP), repescando para primeiro-ministro, aquele que sempre foi o “guigui bonito” de José Eduardo dos Santos e Cadogo Jr., Domingos Simões Pereira. Muito dinheiro foi injetado. Está-se a espera de uma campanha agressiva em prol desta estratégia, caucionada, inclusive, por alguns países vizinhos.  
Consta que a maquiavélica estratégia tem aquiescência de altas figuras da transição. Pois, sabemos hoje o tamanho de sua “gula de poder”.  O que desde já lamentamos. Gente que tudo fizemos, mas tudo mesmo, para convencer sobre a necessidade de pilotagem do período de transição. São essas pessoas, hoje, que decidem mudar para uma rota que de certeza nos levará, mais uma vez, à ruina?    

Doka Internacional
Uma pessoa anónima comentou isto:

Doka, tenho acompanhado as suas crónicas, e só posso orar e pedir a presença de Deus na sua vida e seu trabalho. 
Não seja imprudente - a inteligencia exige que se procure trabalhar pela verdade, mas que seja um processo com sustentabilidade, isto é "não suicida". 
Vai ser preciso trabalhar as mentes dos homens (primeiro, a sua,) para operar a mudança nelas e fazer com que a busca de verdade e justiça continue como um processo natural. Coragem é um predicado, mas não basta. 
Seja "smart"  e reflita muito antes de agir. Um abraço amigo

OBS:
Um Obrigado a esta pessoa, que como todos podem ver..., foi um conselho constructivo, sereno e acima de tudo, muito profissional.
Seguirei o seu conselho sim..., porque neste momento tudo o que vier a me acontecer, os meus filhos iriam sofrer.

Apenas por causa disso, vou travar.
Mas uma coisa é certa, e eu sempre disse:

Posso ter todos os defeitos do mundo, posso ter cometido muitas irregularidades na minha vida e no meu passado..., mas uma das minhas virtudes é a CORAGEM e a FRONTALIDADE.

Ninguém me pode comprar..., pagar, usar ou maltratar.
Ninguém absolutamente está na posicao ou na altura de me fazer nada, mas absolutamente nada sem que se arrependa..., porque eu Doka lhe farei conhecer o INFERNO.

Hoje mantenho- me em siléncio, devido a pedido de muita gente.
Mas nao por medo.  Porque se assim fosse, hoje nao estaria aqui...., 

Muita verdade está enterrada aqui em Bissau...., há que fazer algo pelas vitimas e seus familiares que ainda continuam sofrendo.

Mente- se muito aqui em Guiné, mata- se muito, rouba- se muito..., mas todos continuam impunes e o nosso povo continua sofrendo.

Eu Doka nao estou aqui por protagonismo.., mas sim pela VERDADE.
Devo isso ao meu pai, em sua memória eu Doka lhe devo isso.

Neste caminho os meus filhos iriam sofrer..., tenho que procurar outro caminho.
MAS QUAL???

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Estou a caminho de Palácio do Governo.
Doka na djubi si na bai sukuta.
Atentos..., núbai són.
Muita gente me está pedindo para que me vá embora.
Passa- se algo que eu Doka nao saiba???
Nkana bai.
Na sukuta inda

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Eu Doka, nunca abandonarei aos que foram maltratados e injusticados na Guiné Bissau..., porque eu sou parte do sistema.
Portanto, que haja respeito pelo sangue derramado e pelas familias humilhadas e enlutadas.
Ninguém me pode comprar ou pagar para que eu vire as costas a VERDADE.
Se me usaram..., acreditem, muita gente vai gritar de aflicao.
Estou na Guiné Bissau..., e quem se sentir lesado..., que reaja.
Amanha, dia 25 de Setembro...,  se Deus quiser, estarei com o Chefe do Governo.
Apartir desse encontro, muita coisa virá a tóna.
Nao me importo com os danos colaterais.
A minha vida poderá estar em causa por aquilo que vou escrever e denúnciar e mostrar ao mundo???
Que assim seja entao..., significa que fiz o meu trabalho.
Mas acreditem eu Doka jamais serei espancado ou morto.  Palavra de HOMEM.

“ A Guiné Bissau não está preparada para certas verdades Doka “. 
Estas foram as frases que me foram dirigidas.

Nem vou reavivar a memória relacionado ao TRABALHO INVESTIGATIVO, porque todos sabem do seu objectivo, da sua realização e do tempo em que se deu o inicio do mesmo.    Mas, uma coisa vos garanto…, facil, lá isso não foi.  Enfim.

O que me admira a mim Doka, é de ver e saber que aqui na Guiné o que mais predomina é a mentira e a falsidade, acompanhado com o cinismo.  Existe muita falta de profissionalismo e de seriedade.

Existem pessoas em lugares chaves e delicados, que nunca ou jamais deveriam estar no desempenho das suas funções.  E devido a isso a Guiné Bissau se encontra ROTO e ESFARRAPADO depois de 40 anos da sua independência.

A minha questão, a minha dúvida, a minha revolta, são muitas………., e uma delas, é de que eu fui usado e fui enganado.

E quando isso acontece, eu Doka sou indomavél, e não importa com quem seja ou aonde seja.   Portanto que haja respeito.

Não existe uma única figura politica deste país, todos os seus altos dirigentes que não saibam o motivo desta minha vinda aqui a Guiné Bissau desta vêz:- APRESENTAÇÃO DO TRABALHO INVESTIGATIVO NO DIA 24 DE SETEMBRO.

Desde Inglaterra, a dois meses antes da minha vinda a Guiné, é que se começou a negociação disto.
É do conhecimento de todos…, mas de todos mesmo, porque falavamos umas 3 vezes por semana com tudo e todos.    E todos foram únanimes: PODES VIR, VAIS ESTAR ENQUADRADO NO EVENTO 24 DE. SETEMBRO…, E PODERÁS MOSTRAR AO MUNDO E AOS GUINEESES A VERDADE DE MUITAS COISAS.

Cheguei a Bissau no dia 7 de Setembro, prácticamente 15 dias antes do evento, para que tivesse tempo de me organizar com toda a equipa envolvida nisto.      Agora, imaginem que desde essa data, até ontem dia 23, em menos de 24 horas para me dizerem ou estarem a virar de um lado para o outro sem terem como me enfrentar a fim de me esclarecerem que eu Doka estaria for a desse contexto.

Pois eu mesmo lhes facilitei, e fui eu que lhes disse…, SEM RODEIOS, ESQUECAM A MINHA PARTICIPAÇÃO PORQUE EU DOKA NAO SOU CRIANÇA.

Sinto que fui usado para muitas coisas, sinto que feri a sensibilidade de muita gente e que se calhar nunca fizeram nada de mal como eu tinha vindo a denúnciar Segundo as informações que eu ía recebendo de certas pessoas.

E uma dessas pessoas, a quem eu dei de conta que lesei foi o EX- DIRECTÓR GERAL DA TELEVISÃO DA GUINÉ BISSAU…, O SR. FRANCELINO DA CUNHA.   
Portanto, aqui públicamente as minhas desculpas, pela forma como lhe tratei quando ele se recusou a passar este trabalho na sua instituição TGB.  
Hoje dei de conta e sei que havia algo maior por detrás.
FRANCELINO DA CUNHA, as minhas mais sinceras desculpas e que irei a Televisao te procurar pessoalmente a fim de me desculpar. DESCULPA.

Eu Doka, posso ter todos os defeitos deste mundo, mas uma das minhas virtudes, é de reconhecer e rebaixar perante a verdade.

Eu fui usado, e vai haver repercussões…, descubri muita coisa…, mostram- me e me facultaram coisas chocantes…., o mundo vai ver tudo, e acreditem, hoje estou chocado com o meu desempenho em todas as frentes em como trabalhei ao longo deste tempo.

DOKA…, A GUINÉ BISSAU NÃO ESTÁ PREPARADA PARA CERTAS VERDADES

Mas estamos a gozar ou somos burros???  Depois de 40 anos???
Os guineenses não podem saber da VERDADE??? DE QUEM MATA???  DE QUEM SÃO OS BANDIDOS??? 
Afinal do que é que estamos aqui falando???
E as vidas ceifadas???
E as familias que sofreram e continuam sofrendo???

Uma outra dúvida que vai em mim é a seguinte-   ROBERTO CACHÉU!!!
Será que o envolvimento de pessoas que mataram ROBERTO CACHÉU, apenas reside no regime de Cadogo Jr.???   Será???
Estão a entender aonde quero chegar?
Mas, os padres sabem da verdade..., eles viram quem foram as pessoas que tiraram o Roberto de lá.
Esta tudo neste meu trabalho.
Negociaram com os padres sobre a retirada de Roberto.
A igreja sabe da verdade.

Toda esta corrupção que existe na nossa terra, partiu de aonde???  Hoje será que não podemos dar findo a tudo isso???
Existem porcarias aqui que são inadmisivéis.

Mas acreditem que Doka, jamais foi usado e quanto mais ser maltratado ao ponto que a pessoa ou pessoas saiam impúnes.
O Doka vai reagir…., mas como me pediram calma até ao avistamento com o Primeiro Ministro- 
DOKA NA SUKUTA.
Mas estou FODIDO.
E vou falar, 
Adjahallah

ANGOLA: CLAMOR DE LIBERDADE PARA NITO ALVES DE 17 ANOS DE IDADE…

O Manuel Nito Alves do MR para além de menor, num estado de direito democrático, jamais deveria ter sido preso nestas condições: 
pensar livremente, ainda que diferente... e por ter estado envolvido na impressão de 20 camisolas para o protesto antigovernamental da passada quinta-feira, em Luanda, em que o MR (Movimento ao qual pertence) cumpriu todos os requisitos de autorização para a realização daquele acto previsto na Constituição angolana!!! Portanto, o que eu quero dizer, é que se aquele jovem foi encontrado sem armas de nenhum tipo (muito menos de fogo); sem estar a fazer mal a ninguém, fisicamente; e sem estar a roubar, a matar, a causar dano ou a destruir o que quer que seja... como é que a policia angolana vai prender um cidadão indefeso??? 

Só porque pensa ou pensou diferente?!?... Isto só existe no reino da incompreensão, da injustiça, da intolerância, da prepotência e, finalmente, da ditadura!!!... LIBERTEM-NO IMEDIATAMENTE, SRs das Autoridades de Luanda!... Uma coisa é pensar, ter um propósito... mesmo que alguém diga "aquele fulano deve morrer"... entre o dizer e o fazer vai uma grande diferença!!! O crime faz-se, fazendo... é-se preso ou detido pelo acto criminal. Mas, jamais por uma intenção ou pensamento livre!!!... Caso contrário não haveria Cadeias nem Prisões que chegassem para deter ou albergar tantos prisioneiros em Angola. Mas o que é isto?!?... Onde é que estamos, na "República das Bananas"?!! LIBERTEM-NO, MEUS SENHORES!!!

Luís Carlos Matos
24 de Stembro 2013.........., 40 anos depois..., o que foi que aconteceu????
E Doka esta lichado e nervoso e chateado.

" Doka...., a Guiné nao está preparada para certas verdades ".

Depois de 40 anos???   E quando vai estar???

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

PROCLAMAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ-BISSAU E CABO-VERDE.

Camaradas irmãos, militantes do nosso Partido (PAIGC), amigos unidos de longa data, cada um de nós nasceu para este Partido no seu dia destinado, outros nascerão e sempre, com esta consciência de pertencermos o mesmo Partido. Somos todos iguais como militantes, mas com certeza diferentes na maneira de pensar e de estar na politica, concernente ao mesmo Partido, importa que sejamos unidos pela mesma causa de sempre, uma justa causa, para as vitória do Partido junto do Povo, para uma Guiné-Bissau unida, debaixo da mesma bandeira, servindo o País da melhor maneira.

Esta é a nossa preocupação de momento prioritário, manter o PAIGC firme, manter os ideais como na primeira hora, o Partido de Amílcar Cabral, da unidade, do respeito mutuo, das vitórias e de progressos, desde os anos sessenta aos nossos dias.
O nosso Partido teve altos e baixos, continuará a ter obstáculos na sua vida politica, como qualquer outro Partido, mas nunca baixaremos os braços, vamos lutar para um mundo melhor, conseguir vitórias até tirarmos o nosso Povo da situação difícil em que se encontra, vamos continuar camaradas, evitar os erros cometidos no passado, mudar o que estiver mal, foi isso que prometemos ao Povo, levar o País ao progresso, esta vitória será garantida num futuro próximo, vamos ganhar e vencer nas próximas lutas politicas e partidárias, para o bem de todos nós guineenses.

João Bernardo Vieira (Nino), que não está entre nós, mas continua vivo em nós ( http://pt.wikipedia.org/wiki/João_Bernardo_Vieira ), o Comandante de comandantes, do PAIGC, desta sua voz ouvimos a proclamação da independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde em 1973 no território nacional, nas zonas libertadas, deste politico e militar carismático, com contribuições histórica inigualável no campo politico e militar, sem menosprezar os demais combatentes e revolucionários, que deram a sua contribuição na luta libertação nacional, que culminou na vitória do PAIGC contra o regime colonial português.
Kabi, o guerrilheiro lendário da libertação da Guiné-Bissau e Cabo-Verde, como ele, hoje muitos destes revolucionários não estão entre nós, somente continuam nos nossos corações, onde suas memórias nunca serão esquecidas, camaradas da luta que partiram deste mundo, cada um, depois de ter dado a sua contribuição como pode, e com a própria vida, independentemente de nomes, foram todos iguais em defesa da causa, Guiné-Bissau, são com certeza imortais. 

Sempre com o mesmo principio de militância camaradas, o de servir a revolução de Amílcar Cabral até ao fim, nunca deixaremos de pertencer ao PAIGC, este Partido que representa o Povo unido da Guiné-Bissau e em maioria até hoje, há mais de cinquenta anos a esta data, meio século a servir (mal ou bem) o Povo Guineense, um facto histórico e inigualável na politica nacional.

Eu Nazaré de Pina Vieira, sou militante do PAIGC, serei sempre lutadora com os mesmos princípios que nortearam o nosso Partido. Hoje estou longe por motivos que todos sabeis, motivos esses que travaram um dinamismo familiar e profissional demonstrado em tempos no nosso País, que espero continuar a concretizar se Deus quiser. Neste momento encontro-me muito longe, mas fiel ao meu País e ao Partido, acompanhando como posso, sempre disponível para servir o meu Povo, como sempre fiz, reunindo condições materiais e parcerias no estrangeiro, para ajudar o nosso País, tanto no âmbito social, como empresarial, dentro das minhas possibilidades, fazendo o que posso, e tenho feito de tudo um pouco para o nosso País.

Por esta altura, mais um ano que quero partilhar com todos os compatriotas, aqui deixo uma foto histórica do verdadeiro momento que nos orgulha a todos, o içar da bandeira do PAIGC, com o Comandante NINO VIEIRA na proclamação da independência da Guiné-Bissau e Cabo-Verde. Este dia feliz, que se Deus quiser triunfará para sempre e como orgulho nacional, para todos os Guineenses e Cabo-Verde, hoje e sempre com o PAIGC de Amílcar Cabral.

Viva a Guiné-Bissau, viva a luta de libertação nacional, viva os combatentes da liberdade da Pátria de Amílcar Cabral, viva a unidade, luta e progresso do País. 

Obrigada. 
Nazaré de Pina Vieira.

domingo, 22 de setembro de 2013

RDP-ÁFRICA: O DEBATE AFRICANO…

É um programa que alheio à expressão: audiatur et altera pars, que significa: “ouça-se também a outra parte”.  

A sua linha editorial é vincadamente expansionista e nostálgica dos tempos da “outra senhora”. Os cinco comentaristas no debate africado de domingo, gostam, inclusivamente, de enaltecer as suas pertenças “salazarisantes”.

Ora, o debate deste domingo, dia 22 de Setembro, passou dos limites, sobretudo quando entraram no tema sobre a cínica declaração de Pedro Pires sobre os militares guineenses.

O comentarista, cabo-verdiano, David Hopffer Almada - que andava durante toda a semana, de porta em porta, em Lisboa, em prol da ideia de promoção de um clima de fraternidade entre os cidadãos da Guiné e de Cabo Verde - borrou a escrita. 

Estava desorientado e não dizia coisa com coisa. Atava também irritado com a expressão “guarda pretoriana” dos europeus. Notava-se-lhe uma voz enraivecida e confusa, a insinuar que os militares da Guiné-Bissau não libertaram a Guiné e Cabo Verde. 

É isso, se não fosse pela luta dirigida por Cabral, não haveria cabo-verdiano e não sentariam a mesma mesa com os “seus amos”… Hoje, tendo em conta a anarquia e oportunismos políticos de algumas lideranças que negativamente afetam a nossa terra, determinadas “inteligências” procuraram introduzir uma história contada às avessas, para favorecer os antigos colonizadores.

Em Cabo Verde, depois da independência, não havia Forças Armadas. Ou será que isso também já não corresponde a realidade? Ficou para história de Cabo Verde, o dia em que Bitchofula Na Fafe, antigo guerrilheiro do PAIGC, hasteou a bandeira da luta dos combatentes no solo cabo-verdiano, no dia 5 de Julho de 1975. 

Os arquivos históricos revelam esse fato, como se ilustra na foto em baixo. O que aconteceu depois, foram tentativas sucessivas dos cabo-verdianos para alterar o sentido da história daquele país irmão.

Notou-se também no tal debate intriguista, que o  Eduardo Fernandes -  que não se sabe se é carne ou peixe – permaneceu-se em silêncio, o que significa que concordava com as tolices de Hopffer Almada. 

Os comentaristas são livres de opinar o que bem entenderem, mas jamais permitiremos que expressasse mentiras. Ainda em relação ao caso Eduardo Fernandes. Sobre esse senhor, não se estranhar a sua anuência ao discurso do seu colega, porque já pertence a geração em que o patriotismo se definia pelas ideologias políticas dos cidadãos. 

E o dele era por Luís Cabral ou pelo Cadogo Jr. O dito-cujo defende que Cabo Verde tem direito de violar soberanias de outros estados porque na Constituição do país fala sobre o combate ao narcotráfico. 

Pergunto: onde é que Cabo verde já combateu se o país é por excelência dominado pelos narcotraficantes?


Abraços do Doka Internacional
O Doka vai meter a boca no TRÓMBONE.
Já estou irritado e nervoso.
Estao a brincar com algo e coisas sérias.
O Doka vai iniciar o barulho..., hum..., estao me a irritar......., vou esperar até esta tarde a ver o que se passa e o que me teem a dizer.
Por outro lado, apróxima- se o dia D...
40 anos de independencia..., vou fazer o desenho do que se passa aqui.

sábado, 21 de setembro de 2013

O grande músico e compositor Guineense, Sambala Kanuté, estaria de viagem marcada para os ESTADOS UNIDOS DE AMÉRICA no passado dia 20 de Setembro do corrente ano, a fim de ir dignificar mais uma véz o nome e o prestigio da cultura guineense num festival que se iria e se vai realizar hoje dia 21 de Setembro.  
Mas por infelicidade e coisas da nossa terra, algo falhou.

Segundo Sambala Kanuté, a única pessoa que cumpriu com a sua parte e sua palavra, foi o Presidente da república Manuel Serifo Nhamadjo…., e Sambala agradece por esse gesto tao nobre e humilde.

As mais sinceras desculpas vindas por Parte de Sambala em nao poder participar neste evento, visto que nao foi da sua vontade…
“INTRIGUISTAS DO PAIGC…”

Nas eleições presidenciais cabo-verdianas de 7 de Agosto de 2011, havia uma espécie de primárias no seio do PAICV. O partido quase que tinha que optar ou por Aristides Lima, candidato apoiado, de forma “não assumida” pelo presidente cessante, Pedro Pires, e Manuel Inocêncio Sousa, candidato genuíno do partido, apoiado, claramente, pelo Primeiro-ministro, José Maria das Neves.
Foi nesse quadro, e no calor do intenso debate eleitoral, que o Primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria das Neves, durante o comício do candidato do seu partido, em Vila Nova, revelou um grande segredo, dizendo que“Amílcar Cabral foi assassinado por dirigentes do PAIGC por causa das intrigas, da sede de poder e da falta de respeito pelos valores”.  Na altura surgiram reações de todos os quadrantes da vida política e social cabo-verdiana. Houve mesmo pedido de explicações públicas por parte da oposição. Mas a quem parecia ter servido o barrete era o comandante Pedro Pires que desconfiado, respondia: "Não acredito (que me visem). De toda a maneira, ouvi na televisão o que foi registado e tomei boa nota disso. Não entendo que queiram atingir-me, até porque seria a última pessoa a ser atingida, porque eu, nessa altura, encontrava-me a 400 ou 500 quilómetros do sítio (Conakry, onde Cabral foi morto). Não faz sentido que se queira trazer-me para essa questão.” Ué? Será que as intrigas, “gula de poder” e falta de respeito pelos valores, precisavam de percorrer todos esses quilómetros para se isentar da culpa por participação no crime? Um velho sábio da Guiné segredou-me um dia debaixo da frondosa copa de uma mangueira, que as coisas funestas, sejam elas anões ou gigantes, viajam de borla, e até com o vento, visando sempre o mesmo fim: destruição e morte!


Doka Internacional
PEDRO PIRES: AS COSTAS QUENTES DE CADOGO JR
“O regresso de Amílcar Cabral”, é o título das primeiras imagens (vídeo), algumas inéditas, captadas em bruto antes da independência da Guiné-Bissau, há 40 anos, pelos realizadores guineenses Flora Gomes, Sana Na N`Hada, Josefina Castro e José Columba. O mais relevante não é o vídeo, mas sim o que o título do trabalho, por si só, pretende invocar. Parece anunciar o dia do juízo final, ou uma espécie da “desforra” política colocada sempre na ordem do dia no seio do movimento libertador (o PAIGC), acossado pelas suspeitas de cumplicidade no assassinato do seu líder fundador, Amílcar Cabral, a 20 de Janeiro de 1973, em Conacri.
Nos primeiros anos da independência, o slogan da unidade da Guiné e Cabo Verde, era uma espécie de baroscópio pelo qual o regime media o grau da consciência patriótica dos cidadãos. O tema era sagrado e incontestável. O nacionalismo estreito era associado denegação dos princípios do PAIGC. A situação era idêntica a que se vive, ainda hoje, na Correia do Norte em relação aos seus guias da revolução. Tudo era ideológico! Profanar estes princípios significava conspirar-se contra a soberania do Estado. Na Guiné-Bissau, o partido (o PAIGC) era implacável na perseguição e captura dos contestatários do princípio da unidade Guiné e Cabo Verde, que se tornara, praticamente, “bíblico”.
O espetro do assassinato de Amilcar Cabral é comum a Pedro Pires e ao jornalista do semanário Expresso, José Pedro Castanheiras. Se para um o objetivo é ilibar o colonialismo português, para o outro, a chave do enigma foi achada. Para Pedro Pires, o inimigo era tudo o que na sua consciência não fosse “civilizado” ou mestiço (cabo-verdiano). Pelo que não adianta tentar entreter o pagode, apontando o dedo a Spínola pelo assassinato do líder. Pedro Pires – como já tivemos a ocasião de dizer - fazia parte da comissão de inquérito sobre a morte de Amílcar Cabral, que mandou assassinar centenas de guerrilheiros, acusados injustamente de terem participado nesse hediondo crime. Para além do sorriso e dos ombros que o antigo Presidente de Cabo verde costumava encolher quando fosse confrontado com a realidade dos fatos, também respondia que naquele tempo não havia prisão para toda essa gente.
Os tempos eram outros até, o da guerra, e podiam-se esfriar os ânimos tanto de um lado como do outro. Mas, não foi isso que aconteceu. O “Regresso de Amílcar Cabral” parecia, a cada dia que passava, uma saga política ou dia do juízo final. Os líderes políticos de ambos os lados (Guiné e Cabo Verde), tratara-se de trasladar as suas divergências para os momentos a posteriori, da independência e da paz. 
Recordo que em 14 de Novembro de 1980, Nino Vieira derrubou Luís Cabral, fato que contribuiu para a imediata apartamento da ala cabo-verdiana e no culminar da criação do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV). Nino Vieira, dirigiu o país com “mão de ferro” durante mais de três décadas. Durante todo esse período não havia colaboração que se podia esperar fraterna entre os dois Estado desvaneceu-se. Em 7 de Junho de 1998, Nino Vieira enfrentara uma rebelião militar que durou cerca de onze meses, tendo-se, então, exilado em Portugal, durante cinco anos. Regressara depois ao país para concorrer às eleições presidenciais de 19 de Junho de 2005. Nesse escrutínio, Nino tinha passado a segunda volta. E o duelo era com Malam Bacai Sanhá, candidato apoiado pelo PAIGC. Kumba Iala que tinha ficado em terceiro lugar, declarara o apoio a Nino vieira. A conta disso, no dia 3 de Junho do mesmo ano, na cidade de Praia/Cabo verde, em trânsito para Portugal, o então Primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, declarava:  "Nino Vieira conhece-me bem e eu conheço-o bem. Ele é um mercenário, traiu o povo da Guiné-Bissau e nós vamos combater arduamente para que ele nunca mais consiga o poder no país, porque esta gente não tem mais lugar na arena política guineense". Prometia ainda demitir-se caso Nino Vieira ganhasse as presidenciais. Falava na "impossibilidade de coabitar com um bandido que traiu o povo". Todavia, não chegou a ser necessário tomar, ele próprio, a iniciativa de se abdicar do cargo. Nino, ao vencer o escrutínio, e após as cerimónias de empossamento, a 1 de Outubro de 2005, tratou-se de o destituir, colocando Aristides Gomes como Primeiro-ministro.
Pedro Pires encontrara na pessoa de Cadogo Jr, o parceiro ideal para se vingar de Nino Vieira pelo golpe de Estado cometido contra Luís Cabral, em 1980. Em 2 de Junho de 2009, participava no óbito - primeiro na Igreja de São João de Deus e depois no cemitério do Alto de São João, em Lisboa - daquele que foi o primeiro Presidente da República da Guiné-Bissau, Luís Cabral, tendo vincado o que, profundamente, o chocava em tudo isso, dizendo: "É crucial que uma pessoa não seja forçada a viver no exílio quando faz um esforço, faz um trabalho, dedica-se e consegue contribuir, e de que maneira, para a independência do seu país e depois, no fim, vive no exílio". O que provava que o antigo Presidente de Cabo Verde não estava alheio ao que se passava no nosso país.
Passado um ano, em 8 de Junho de 2010 - após o duplo assassinato de Tagme Na Wie e Nino Vieira, que ocorria 1 e 2 de Março 2009; do levantamento militar de 1 de Abril que depós Zamora Induta, e dos assassinatos, por um esquadrão militar, do deputado Hélder Proença, e do candidato presidencial Baciro Dabó, e dos respetivos guarda-costas, a 1 e 2 de Junho de 2009, respetivamente, a mando do Governo liderado por Carlos Gomes Júnior, e do seu CEMGFA na altura (Zamora Induta), porquanto em declarações públicas proferidas pelos mesmos a motivação das mortes era uma tentativa de um golpe de Estado, mas que mais tarde o Ministério Público viria a desmentir. As conclusões do Ministério Público enfureceram o Presidente Sanhá.
Estava-se na iminência, portanto, de uma grave crise política, motivada pela falta de confiança política, e que terá levado o então Primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior a apresentar a sua demissão ao Presidente da República, num encontro entre ambos em País. Nesse dia, o Presidente de Cabo Verde, Pedro Pires, prontificou-se a servir de medianeiro, na capital francesa, no encontro entre o seu homólogo da Guiné-Bissau, e o suposto demissionário, Carlos Gomes Júnior. Dizia-se, na imprensa publicada, que o encontro decorreu "num ambiente de franca cordialidade". Mas, o que vinha à tona era que o apadrinhamento político do Cadogo Jr, por parte de Pedro Pires falou mais alto. O  que terá levado o referido presidente a redobrar os esforços no sentido de “atalhar” a ameaça de afastamento definitivo que pairava sobre o seu protegido.
De fato, o último grande golpe contra a estratégia dissimulada de Pedro Pires, foi quando os militares puxaram o tapete ao regime do seu afilhado, no contragolpe de 12 de Abril de 2012. Na verdade, quem sofrei o golpe foi o Presidente Interino, Raimundo Pereira. Porque tendo ele abandonado a função de Primeiro-ministro para se transformar em candidato às eleições presidenciais, como um cidadão que acabara de transgredir a Lei do país. Não passava, portanto, de um usurpador! Foi a partir dessa altura que começaram os delírios e campanhas sujas contra o Estado da Guiné-Bissau, em que Cabo Verde tomou a linda da frente como guarda pretoriana da Europa e da CPLP. Houve, inclusive, um período em que lançava a pedra e escondia a mão. Mas, quando as forças da MISSANG se retiraram, chegou o desespero, os alvoroços tornaram-se mais ensurdecedores. No dia 28 de Março deste ano, a VOZ de América noticiava que, o Primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria das Neves reuniu-se com o seu homólogo Americano, Barack Obama em Washington, tendo permitido aos dois responsáveis políticos, para além de trocarem impressões sobre a cooperação bilateral, assim como os desafios regionais e internacionais no que toca a democracia, segurança, tráfico de drogas na Africa Ocidental, etc., abordam a situação política na Guiné-Bissau. No dia 2 de Abril do Bubo Na Tchuto foi capturado na ilha de Caravela pelos agentes pertencentes a DEA contra o narcotráfico, com ajuda dos polícias cabo-verdianos. Período a partir do qual, os seus ataques tornaram-se mais visíveis e ousados contra a soberania do nosso país. Conclusão: Pedro Pires (e Cabo Verde), em total desespero de causa, socorre-se de paliativos para deitar fogo a todo o edifício construído por Cabral.
O cessar-fogo dependerá de Cabo Verde… 
Abraços do Doka Internacional

quarta-feira, 18 de setembro de 2013


CONHEÇO BEM a Guiné-Bissau. O país e muitos dos seus protagonistas políticos. Por isso quando vejo o antigo primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior, vulgo "Cadogo", apresentado em Lisboa como exemplo das virtudes democráticas e da legalidade, o mínimo que posso fazer é sorrir. Convém ser claro e directo: "Cadogo" representa o pior da Guiné-Bissau, personifica a corrupção, as negociatas onde os seus interesses pessoais se sobrepõem a qualquer outro, as "chapeladas" eleitorais, a venda a retalho de um país, pouco se importando com o bem-estar do seu povo. Esse é o verdadeiro "Cadogo", o sócio dos plutocratas angolanos, das empresas portuguesas e sabe-se lá mais de quem... Foi com ele no poder que a Guiné-Bissau escancarou as portas ao narcotráfico e que a tribalização minou os frágeis alicerces de um estado já há muito debilitado. É esse "Cadogo" que, com o descaramento e impunidade próprios de quem sente as costas quentes e de quem está habituado à fraude eleitoral, proclama a sete ventos que "desta vez irei ganhar as eleições com 80 por cento do votos". Uma frase que diz tudo, que denuncia as intenções de um vulgar "batoteiro" habituado a jogar com as cartas viciadas... É este o candidato de um certo poder político português, sempre curvado e venerando perante os interesses económicos e expansionistas de uma Angola, e que sacrificou uma estratégia de defesa da língua e do espaço lusófono às tropelias e negociatas de um bando de meliantes a quem a política não passa de um meio para, tanto cá como por lá, encherem os bolsos à custa de um país abandonado à sua sorte.

“PADIDAS NO LANTA…”
Um dia, quando os nossos filhos, netos ou bisnetos quiserem impor respeito pela imagem da Terra que lhes pertence, terão grandes dificuldades em fazê-lo, porquanto, nos dias de hoje, muitos guineenses aceitarem e apoiarem todo o tipo de intromissão, falta de respeito e consideração para com o país e o seu povo, de tanto se generalizar na adjectivação, através de todo o tipo de rótulos, aos guineenses, fingindo que se está a defender um país e o seu povo, quando é precisamente o inverso que ocorre...

Didinho 17.09.2013.
www.braimacamara.net

Toda a informacao sobre o candidato a lideranca do PAIGC.   
Para mais informacoes, siga o link

www.braimacamara.net

terça-feira, 17 de setembro de 2013

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Um agente da policia de Ordem Pública, hoje de manha, dia 16/09/2013..., desonrou a farda que usava.

Um incidente com DOKA que poderia ter tomado um rumo GRAVISSIMO  e DOLÓROSO se nao fosse a intervencao rápida do Chefe de Seguranca do Primeiro Ministro Engenheiro Rui Duarte De Barros.

A forma de abordagem, a forma agressiva e o seu poder de arrogancia..., por ter no seu corpo uma FARDA policial, este agente tentou de tudo para me humilhar e maltratar a frente de 3 dos seus colegas na entrada principal do Palacio do Governo.

No momento de alta tensao entre DOKA e estes agentes, apareceu o Condutór do Primeiro Ministro e o Chefe de Segurancas- Braima Dafé.
Os meus agradecimentos a todos os que interviram a fim de sanear aquilo que poderia ter sido um resultado negativo para qualquer um dos lados.

Mas uma coisa e certa, eu DOKA, respondi por letra dizendo aos agentes:

Intimidar- me a mim Doka, é algo que está fora de questao e fora do poder do vosso alcance.
E por outro lado, esta vossa farda a mim pouco me diz, porque nem me aquece e nem me arrefece, porque neste momento, voces nao estao demonstrando profissionalismo.  
Mas uma coisa é certa..., voces deveriam de saber dignificar uma farda, seja ela qual fór.   
Porque um cidadao tem que sentir seguro e em seguranca ao se apróximar de voces..., mas com toda esta agressividade, apenas afugentam as pessoas.
E esse recurso para comigo, nao funciona e nunca funcionou.

Recordar que eu Doka, vim a Guiné Bissau, apenas para fazer o meu trabalho e nao para brigas ou lutar contra este ou contra aquele.
Vim para desmascarar...., desmascarar a alguns bandidos.

Obrigado a todos que se posicionaram de uma forma profissional a fim de evitar aquilo que poderia ter sido um desastre.
Um Obrigado especial ao Braima Dafé e Nando- Ajudante de Campo do Primeiro Ministro.
O Doka sempre aceitou conselhos constructivos.

Obrigado.

domingo, 15 de setembro de 2013

AO COMANDANTE PEDRO PIRES…

A propósito dos 40 anos da independência da Guiné-Bissau, o semanário Expresso noticiou no dia 14 de Setembro, uma entrevista do jornalista João Pedro Castanheira a Pedro Pires que continua a insistir na sua campanha de calúnia e fustigação aos militares da nossa terra, dizendo que “as Forças Armadas transformaram-se em instrumento de tirania e de delinquência”. João Pedro Castanheira é um que tem versado sobre a temática relativa ao assassinato de Amílcar Cabral. Sobre o tema, que desenvolve há mais de uma década, proferiu palestras, publicou vários trabalhos e artigos interessantes. 

Mas, no fundo, o jornalista parece estar a ser perseguido por um fantasma que não o permite chegar a uma síntese, que o de tentar “ilibar o colonialismo português” da autoria pelo assassinato de Amílcar Cabral, a 20 de Janeiro de 1972, em Conacry.

Para consolar os seus fantasmas, o jornalista encontrou um alibi: Pedro Pires, a quem, cinicamente, se ri e encolher os ombros quando lhe perguntam porque é que a comissão de inquérito sobre a morte de Amílcar Cabral, da qual, fazia parte, mandou assassinar centenas de homens acusados injustamente de terem participado nesse hediondo assassinato do líder da guerrilha do PAIGC. 

É caso para dizer que se a exploração sexual ou laboral de mulheres e crianças é uma violação fundamental dos direitos humanos, a legislação nacional e internacional devia, a meu ver, adotar o princípio que leve a proteção dos idosos caducos face os assédios com o objetivo de manipulação para tirar vantagem das suas ideias. Nada disso desembaraça Pedro Pires pela idade que tem, 79 anos, visto que ele próprio se considera lúcido e responsável pelo que diz e faz. 

O que é caricato é o fato de umas determinadas individualidade tentarem aproveitar declarações de figuras ditas históricas para atingirem os seus objetivos. No caso de Pedro Pires, pelo seu percurso político, não é propriamente aquela figura que granjeia simpatia dos guineenses. Ponho a minha mão no fogo se me indicassem entre os seus camaradas de luta guineenses, pelo menos um único amigo do peito. Por outro lado, é escusado perguntar-lhe se sabe falar alguma língua da nossa terra. Não vale a pena, porque, este senhor, sempre as menosprezou!

Sobre “tirania e delinquência” das nossas Forças Armadas de que fala, pergunto-lhe, eu, e sobre os políticos guineenses, o que tem a dizer das “promessas”, em várias áreas, não realizadas durante cerca de quatro décadas? 

Senhor Pedro Pires, as suas declarações tornaram-se uma afronta e insulto não apenas às nossas Forças Armadas mas também um desprezo e clara provocação às constatações no terreno do Representante de Ban Ki-moon, José Ramos-Horta. Pedro Pires foi sempre um homem preconceituoso e complexado. Os seus insultos jazem em alicerces especulativos e grosseiros dos inimigos do povo guineense. Em nenhum momento lhe escutamos - tal como tem feito publicamente Ramos-Horta – a denunciar a pilhagem dos nossos mares pelos piratas das pescas europeus.


Pedro Pires é um frustrado e caduco. A sua primeira grande “frustração política” foi causada pelo derrube do regime de Luís Cabral em 14 de Novembro de 1980. O segundo desgosto e que lhe fez despejar toda a sua ira contra a Guiné-Bissau, tem a ver com o contragolpe ocorrido a 12 de Abril de 2012. 

Eis os modelos de governação “ideal e civilizada”, no ponto de vista de Pedro Pires: Luís Cabral e Carlos Gomes Júnior. Eu, não comungo o ninismo, mas dá para entender o conceito de Pedro Pires sobre “governo civilizado”, como gosta de dizer. Portanto, como o velho já não vai a tempo de se retratar, vou reformar a pergunta que lhe havia feito anteriormente: partindo-se de uma visão patriótica, peço-lhe que compare a vida nas casernas, nos hospitais e escolas guineenses com a sumptuosa vida dos políticos “civilizados” na nossa terra.