OGIVA NUCLEAR

quarta-feira, 31 de julho de 2013

LACAIOS…

Sempre se comportaram como chibos dos tugas, e quando são apertados tremem como varas verdes, suplicando pelos laços históricos que unem os povos da Guiné e Cabo Verde, etc., etc. Agora com a libertação dos dois polícias detidos no nosso país, pularam para o adro celebrando “vitória da diplomacia”. Dizem os sábios: o destino determina quem entra na nossa vida, mas nós é que escolhemos quem fica nela. Para dizer que Cabo Verde pode chamar-nos de nomes que quiser, transformar-se em amigos da “onça”, e tornar-se, inclusive, no 52.º Estado, depois de Porto Rico, anexados pelos EUA, como lembrou e bem o Emplastro, mas a sua dívida para com o povo da Guiné-Bissau será eterna. É bom que expliquem as gerações mais novas de que Cabo verde não tem motivos para se conspirar contra o Estado e o povo da Guiné-Bissau. O Embaixador de Cabo Verde em Dakar, Francisco da Veiga, teve que “dialogar” com o “poder instituído em Bissau”, como havia sugerido líder do MpDUlisses Correia e Silva. Quem não sabe que aprenda: disse Mandela: “a pobreza foi criada pelo homem”, o que significa que ela não é congénita e muito menos cultural. O senhor Embaixador poderá testemunhar se encontrou ou não em Bissau a república das bananas, de portas escancaradas, onde se entra e sai sem dar satisfação. O fato de pertencermos a mesma comunidade sub-regional não é condição para abolirmos as soberanias dos Estados membros. É verdade que os dois agentes não vão esquecer tao cedo o que passaram, e nós também! Por outro lado, aceitem um conselho amigo: não haverá uma próxima vez, porque entrar ou permanecer, clandestina ou astuciosamente, ou contra a vontade expressa ou tácita de quem de direito, em “casa alheia” ou em suas dependências, sobretudo nas condições que ocorreu esta violação, é um risco grave! Ok?  


Abraços!

terça-feira, 30 de julho de 2013

Cadogo jr., disse que está preparado para regressar???   Que regresse.
O Nino Vieira também tinha regressado.  Qual foi o desfecho???
O destino de Cadogo jr., está desde cedo bem delineado..., porque segundo as regras e normas DIVINAS..., ninguém mata e pensa que ficará impune.
Cadogo jr., que vá para a Guiné Bissau.
Um kussa certo nó na bin contadu.
MORTE.
Guineenses, o Dr. Antero Correia, entrou em contacto comigo ontem vía telefónica.
Exprimiu e expressou tudo o que nele vai.
Prometeu- me um encontro para breve, dentro destes dias..., e de que está disposto a uma entrevista, porque quem nao deve, nao teme..., e que tudo dependeria de mim.
Mais desenvolvimentos.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

A NOÇÃO DA ESTABILIDADE POLITICA PARA OS TUGAS

O significado da paz e estabilidade, social e política, para a CPLP, tende a variar com a manutenção de status quo político em cada um dos seus estados membros. Não importa a natureza dos regimes políticos, sejam eles do tipo monárquicos ou autocráticos, o que importa é que não seja abalada a influência económica nesses países e que os lóbis se mantenham. O resto é mesmo só restos, que se matem! Fatos não faltam. O silêncio da CPLP, face a tenção político-militar na zona centro de Moçambique, que opõe o governo e a Renamo, é ensurdecedor!...  
Hoje, por exemplo, enquanto o Presidente da Repúbli­ca, Armando Guebu­za, convoca uma sessão do Conselho de Es­tado para debater as questões relacionadas com a tensão político-mi­litar na zona centro do país e a convocação das eleições gerais (presidenciais e legislativas) de 2014, no mesmo dia e hora, a Renamo reúne-se em Sadjundjira, distrito de Gorongosa (centro do país), no III Conselho Nacional para "avaliar a saúde política" interna do maior partido da oposição nesse país lusófono. Assumindo, ao mesmo tempo a autoria dos ataques em Muxúnguè. Na semana passada houve ataques em Gorongosa e em dondo que não foram reivindicados. Há quatro meses que as viaturas escoltadas pelas forças de defesa e segurança daquele país, tendo em vista as incursões da Renamo. Afonso Dhlakama encontra-se cercado em Santungira pala Força de Intervenção Rápida, e não consegue participar na qualidade de membro de Conselho de Estado na sessão de hoje, como o seu partido vem alegando.
É nesse quadro que o secretário-executivo dos partidos extra-parlamentares, Francisco Campira, concluiu dizendo que “enquanto não se revisitar o acordo de Roma assinado entre a Frelimo e a Renamo, dificilmente vai ser possível o governo desmilitarizar a Renamo e consequentemente continuaremos a ter dois exércitos e dois territórios em Moçambique." Estou, por isso interessado em aprender o significado da estabilidade política concebida pela CPLP.


Abraços!

domingo, 28 de julho de 2013

“E NA FINDJI DUDU PA KA REMA”
O Jornal cabo-verdiano “A Semana” editou uma notícia, neste domingo (28 de Julho), com o título: “Agentes da PN sob ameaça de Tribunal Militar: “Cartada perigosa” de um “poder arbitrário”

É evidente que as análises destas questões resultam sempre enviesadas quando os preconceitos se apoderam das nossas almas. A situação entortou no ponto de partida. Justamente, no momento que as autoridades cabo-verdianas se posicionaram, declaradamente, contra o Estado da Guiné-Bissau. Para eles a Guiné deixou de ser um Estado, após o contragolpe de 12 de Abril de 2012. Ora, recordo-me que, Abraão, quando perguntava, repetidamente, a Deus se destruiria a cidade caso descobrisse que nela apenas existissem dez justos, Deus respondia-lhe sempre que não o faria… Mesmo, professando o agnosticismo, apraz-me perguntar-vos qual o alcance deste ensinamento para os humanos?

Sabemos que o líder do MpD, Ulisses Correia e Silva, em declarações à imprensa no final de um encontro com o presidente Cabo-verdiano, tocou num ponto crucial, ao dizer que "não há outro caminho senão a intensificação do diálogo político e diplomático com as autoridades guineenses para que os dois cidadãos cabo-verdianos possam regressar brevemente ao país". É claro que as autoridades legítimas tanto de Cabo Verde, como de Angola e de Portugal apenas poderão dialogar com o governo deposto de Carlos Gomes Júnior. E como este não está no poder, não haverá diálogo possível com o que eles chamam de “poder instituído em Bissau”. Diz o Jornal “A semana”: Cabo Verde terá sérias dificuldades em resolver o conflito que o opõe à Guiné-Bissau pela via judicial. O problema, segundo um ex-Procurador da República, é que o poder instituído em Bissau está a agir à margem da lei em relação aos dois agentes da PN detidos inicialmente por suspeita de espionagem e, sendo assim, o canal apropriado a ser usado é o político-diplomático”.

A opção Cabo-verdiana pela resolução do “conflito” por “canal político-diplomático”, não passa de uma clara tentativa de “trocar as voltas” ao “poder instituído em Bissau”. Senão – citando o mesmo jornal - vejamos: “Os dois policiais não passam neste momento de dois peões usados num perigoso jogo político. Ora, se Cabo Verde quer solucionar este caso depressa, como o Governo tem deixado entender, a via judicial não é a mais indicada, por ser demorada e estarmos perante uma força dominante que não respeita a sua própria lei. Passadas duas semanas sobre o incidente, o Ministério Público nem sequer conseguiu sustentar uma acusação contra eles e decidiu remeter o caso para o
Tribunal Militar”, E acrescenta: “(…) considera uma perda de tempo envolver, neste momento, o Tribunal da CEDEAO neste processo. No entanto, o Palácio da Várzea deveria suscitar a enérgica intervenção de certos organismos internacionais, como a União Africana, a CPLP, a ONU e a própria Comunidade Económica da África Ocidental, perante a clara intenção do Governo de Transição da Guiné-Bissau de levar o caso às últimas consequências”.

O mesmo jornal começou também com jogos baixos, esgrimindo argumentos de vitimização como: “Em qualquer país, esta acusação é grave. Repara que começaram a ser suspeitos de espionagem. Esta versão não colou, passaram a acusá-los de tráfico de droga. Depois disseram que, afinal, o crime eram falsas declarações; agora já são suspeitos de atentado à segurança do Estado da Guiné-Bissau. Isto tudo prova duas coisas: que Bissau anda às apalpadelas e que está empenhado em descarregar o seu ódio contra Cabo Verde sobre esses dois policiais”, etc., etc. E na desesperada tentativa de completar a mão sobre as falhas diplomáticas grosseiras, concluiu o jornal: “A missão dos policiais a Bissau já foi comprovada pelos Serviços de Emigração e Fronteiras, que disponibilizaram à sua congénere guineense os documentos sobre a condenação e o repatriamento da cidadã Enide Tavares para Guiné-Bissau, escoltada pelos dois policiais de segurança. Todos os comprovativos, inclusive os disponibilizados pela companhia Air Maroc indicando o número do assento atribuído no avião a Enide Tavares, foram repassados a Bissau. Mas, mesmo assim, as autoridades guineenses não parecem dar sinais de estar satisfeitas”.
Opiniões discordantes:

Banha da cobra: Sejamos sérios Kim-Zé Brito... Não duvido que a Guiné esteja a andar às apalpadelas neste caso, mas quem mais anda às apalpadelas neste caso é o nosso Governo. O Governo de Cabo Verde está a demonstrar uma falta de capacidade inadmissível. Verdadeiramente em Cabo Verde ninguém pode falar com propriedade o que terá mesmo acontecido. O Governo não se explica e os caboverdeanos entram em stress de facto. E pior, o governo agora vem dizer através da ministra do interior que a culpa desta situação toda é dos jornalistas que são preguiçosos, que estão a publicar inverdades facilmente prováveis. Logo a seguir o jornalista faz uma pergunta à ministra e a resposta dela é: "não convém que se divulgue". Que raio de ministra é esta? Acusa os jornalistas de não fazerem o seu trabalho, o jornalista faz o seu trabalho e ela responde que o governo não deve dar informação. este governo está a gozar connosco. Eles lá saberão o que terão prometido aos EUA a troco do MCA. Não me espanta nada que tenham utilizado estes coitados para espionar a Guiné. O Zé Mraia é capaz disso e de muito mais. Já o demonstrou.

Diplomata: Acho piada, um jornal do Paicv vir agora chamar de arbitrária e autoritária a prisão dos nossos dois cidadãos pelas autoridades da GB, quando essa prática foi repetidamente feita pelo Paicv até 1990 onde até simples "carrapatos" dos tribunais de zona podiam prender e julgar pessoas sem culpa formada só porque tinham opiniões diferentes das do Paicv. 

De todo, há uma evolução no aparato ideológico do Paicv, sendo igualmente certo que ainda hoje o regime de Cabo Verde continua a fazer igualzinho aos seus irmãos da GB. Por outro lado, acho este artigo um material de propaganda do regime tambarina, na mesma semana que o governo e a ministra Morais acusam os jornalistas de falar sem a autorização do Governo, surge Semana com um artigo ao formato dos gostos do seu dono. Ou seja, não há investigação, mas sim a corroboração dos pontos de vistas oficiais do Governo. 

O KZB finge investigar, mas acaba sendo o porta-voz do Governo. Os policiais foram presos porque Cabo Verde não se assegurou da segurança dos agentes, enviando para GB pessoas sem o mínimo de traquejo. Não se pode enviar dois agentes da Policia para GB sem assegurar que a sua segurança seria respeitada pela Polícia da GB. Eles poderiam ser raptados e mortos pela quadrilha da prisioneira porque CV não contactou oficialmente as autoridades da GB. Mas mais, ninguém pode entrar num país estrangeiro para entregar presos sem comunicar o país de origem. A prisioneira não um saco de batata. 

Deve ser entregue às autoridades da GB e os agentes de Cabo Verde estar sob a segurança da GB. Cabo Verde falhou, nosso governo é responsável e a GB tem motivos para acreditar no atual Governo de Cabo Verde. De resto muita gente na Africa Ocidental não acredita neste Governo.
Abraço!
VEM POR AÍ UMA  BOMBA..., UMA BOMBA DETÔNADORA.
VAI SE SOLTAR UM SEGREDO QUE É CONHECIDO POR ALGUMAS PESSOAS..., UM SEGREDO FATAL...., MAS MUITA GENTE NÃO SABE DO QUE SE TRATA.
EU DOKA ESTOU DE MOMENTO EM PORTUGAL, PROCURO ME CONTACTAR COM CADOGO JR., PARA QUE NINGUÉM DIGA DEPOIS QUE O DOKA NÃO TENTOU.
RECORDEM QUE EU PROCURO OUVIR AMBOS OS LADOS DA HISTÓRIA.
O VULCÃO ESTÁ PRESTES A ENTRAR EM ACTIVIDADE.
CADOGO JR., ANTERO JOÃO CORREIA..., FERNANDO GOMES..., VAMOS FALAR???
MEU CONTACTO- 96 142 11 28.
O Doka nunca brincou em serviço.
Eu ponho o dedo na ferida, mas antes procuro entender as coisas, ouvindo as partes envolvidas.

sábado, 27 de julho de 2013

Eu Doka estou em Portugal desde ontem Sabado 26 de Julho.
Um pedido especial ao meu mano DIDINHO.
Que me contacte urgente, porque perdi o numero do seu telemovel.
O meu contacto- 96 142 11 28.
Um grande abraco.
CARTA ABERTA AO SENHOR PRESIDENTE BARACK OBAMA

Excelência,
Na qualidade de cidadão livre da Guiné-Bissau, tomei o expediente de lhe dirigir estas breves palavras, dizendo-lhe que o povo guineense é trabalhador, consequente, guerreiro, sobretudo digno, e que também sempre olhou outros povos amantes da liberdade e democracia, como o povo norte-americano, como referência. O nosso povo não se define pela pirataria, terrorismo e atos de banditismo internacional. O guineense é um povo humilde, orgulhoso de si, livre, como disse Amílcar Cabral, “ser ele próprio senhor dos seus destinos”.

Sabe, senhor Presidente que no dia 2 de Abril passado, foi raptado no solo pátrio um cidadão guineense, ex-Chefe de Estado-maior da Marinha, e antigo combatente da liberdade da pátria, José Américo Bubo Na Tchuto, alegadamente pelos agentes ligados ao DEA do combate ao narcotráfico, encontrando-se, neste momento, presente em tribunal do seu país, acusado de tráfico de droga e terrorismo internacional? Será que o senhor Presidente tem conhecimento de uma intensa campanha de intoxicação da opinião pública com base em acusações do DEA do combate ao narcotráfico, contra altas figuras do Estado da Guiné-Bissau?

Senhor Presidente, seja qual venha ser o desfecho do julgamento de um dos símbolos vivos da libertação do meu país, asseguro-lhe de que não haverá hipoclorito de sódio capaz de limpar esta nódoa pusilânime que atingiu a relação entre os nossos dois países e povos. Ainda perduram no nosso país os símbolos de cinco séculos de resistência do nosso povo do tráfico negreiro, da colonização portuguesa, e ainda de enormes sacrifícios consentidos para a recuperação da nossa identidade nacional, como um povo dignos e respeitado no concerto das nações. As nossas instituições judiciais estão hoje mais que habilitadas para fazer a necessária depuração interna. A estratégia propagandista da máfia internacional quis na sequência do contragolpe de 12 de Abril de 2012, implicar o seu país na jogada neocolonialista em curso. E o DEA do combate ao narcotráfico caiu na cantiga, praticando ato de banditismo no meu país. Estas provocações, senhor Presidente, têm sempre efeito dominó!

A máfia internacional assenhoreou-se dos governos de Portugal, Angola e Cabo Verde. São indivíduos perigosos, sem rosto, ligados às atividades ilegais, conservadores, infiltrados nos aparelhos do Estado em todo o mundo. Se outrora, para eles, o africano era considerado ser incivilizado e sem história, e consequentemente subjugável, hoje mantiveram os mesmos objetivos e mudaram-se as estratégias. Lançam anátemas para legitimar a agressão aos outros povos. O atual governo de Portugal apoiado pelos seus antigos súbditos incriminam a Guiné-Bissau pelo tráfico de droga, mesmo cientes dos tormentos que os países da Africa Ocidental estão passar pelo trânsito da droga pelas suas águas territoriais, produzida, embalada e expedida da América Latina para o resto do mundo.

A justiça do seu país, senhor Presidente, teve a aquiescência de entrar na confusão lançada pela máfia internacional. É por este motivo que, de joelhos sobre espinhos, rogo a Vossa Excelência no sentido de mandar assestar também o meu nome, e inclusivamente o do queixoso, Carlos Gomes Júnior, ex-Primeiro-ministro da Guiné-Bissau, na lista dos suspeitos do narcotráfico, de tráfico de arma para a FRAC e de conspiração contra os EUA. O repto é justo e gostaria, do fundo do meu coração, que levasse a serio este meu pedido. Pois, não admitirei mais tamanha humiliação. A era em que as caravelas vinham sugar o continente africano de homens para as plantações nas Américas, passou! Desejo ser julgado pela sábia justiça americana em Nova Iorque. Quem sabe assim se dá por terminada toda esta campanha execrável e estigmatizante de Portugal, Angola e Cabo Verde, contra o meu povo digno e trabalhador.

Pede deferimento
Deus abençoe Guiné-Bissau e os EUA

Nababu Nadjenal
O TARECO ALY…

CARO AMIGO DOKA

Não queria abordar este assunto, mas por uma questão de princípio, permita-me que te diga o seguinte: todos me conhecem, por isso escuso-me de afirmar que sou guineense e tenho orgulho da minha identidade nacional! Não há “dinheiro” neste mundo que compre a minha cidadania!

Antes de mais, é preciso referir-se que quem não conhece António Aly Silva que o compre! Eu é que não! Aliás, e o “Independente” também juntamente com os seus colegas portugueses que trabalharam com ele nesse defunto jornal. Duvido que Cabo Verde pretenda transformá-lo num xeque-mate… A peça nem para isso serve! É um traiçoeiro e “taliban”, pela sua origem… Em termos de mentalidade podemos assegurar que ficou estilhaçada pela maconha que muito consome.
Sabe-se, pois, que as ilhas, normalmente, reservam um certo encanto – e não é de agora - para os mercadores da morte e viciados em maconha e outras mais. Ocupa uma posição privilegiada entre a África e a América do Sul, no eixo das principais rotas aéreas e marítimas. Foi a OICS (Organização Internacional de Controlo de Estupefacientes) que o disse - uma agência das Nações Unidas – é o porto indicado e usado como zona de trânsito e armazenamento de cocaína proveniente da América do Sul com destino à Europa. O Éden para os grandes cartéis da droga! E para nhu Aly Silva também! Sempre desejoso de uma vida prazerosa, tendo decidido, por isso, nos últimos tempos fixar ai sua residência, para poder sustentar a teimosia do vício que o apoquenta e de que maneira.
Se me contassem, não acreditaria! É verdade, o dito-cujo sofre de esquizofrenia e da crise identitária. A tez clara da sua pele confunde-o imenso e pensa: “dja m’branco dja!” Não passa de um míope nos assuntos políticos! Decidiu-se enveredar pelos caminhos das ideologias xenófobas e salazaristas do antigamente. Continuam a olhar o africano negro como “macaco”.  Para ele, nenhuma crise anterior atingiu a gravidade do contragolpe de 12 de Abril de 2012. Ora, entre muitos disparates, típico de quem toma liamba, descarregou, histérico, uma diarreia verbal na entrevista tornada pública pelo site “Expresso das ilhas”, dizendo: “ A Guiné há-de voltar a ter o seu governo legal que o povo votará. Este aqui está no fim, este não aguenta. A Guiné vai voltar a ter um golpe de Estado não tarda, isto ponho as minhas mãos no fogo e digo com toda a clareza, a Guiné vai sangrar de novo. As pessoas vão ver o que vai acontecer outra vez”. Não é adivinho, pois ele sabe o que está em preparação contra a nossa terra e nós também o sabemos. O duelo é uma “roleta russa”! Não sei se chegou a saber que a Guiné tem sido o cemitério dos mercenários? Querem reeditar o Ruanda ou Vietnam? Venham, esperamos por vós! E sobre os agentes detidos, disparou, sensacionalista – para impressionar os “mondrongos” - como se ele próprio fosse o carcereiro, ou juiz: “Nada vai acontecer com os agentes da Policia de Cabo Verde, de certeza, e espero que estejam a ser bem tratados, na medida do que é que podemos entender por bem tratados quando alguém já esta preso. Mas espero que brevemente possam voltar ao seu país e para junto das suas famílias”.


Nha ermons”, o Aly Silva está a “tocar o tambor com a navalha”!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Há que voltar a recordar..., sim, está prestes a sair nas Bancas.
Um trabalho polémico e cheio de dór e de esperanca.
Apenas alguns trechos do trabalho investigativo de duracao de 4 horas de tempo.   
Estes sao apenas algumas coisinhas..., um cheirinho para que tenham uma ideia.       Ainda estou trabalhando na mistura e masterizacao do mesmo.  Falta muita gente e muitos depoimentos para verem e ouvirem.   
É algo triste e penóso.  
Mas um dia, saberemos toda a verdade.
Héis o levantar das vózes dos que ainda continuam sofrendo em silencio.
Vem muita coisa por aí.
Aqui no Doka Internacional, luta- se pela verdade.
Mostra- se o outro lado da moeda.
O protagonismo e as mentiras, ficam de lado.  O que aí vem, vai ser determinante e peturbadór.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O “BRINCA-NA-AREIA”

Caro amigo Doka

Acabei de ler uma notícia sob o título “Afronta: Agentes cabo-verdianos serão julgados no tribunal militar”, no site, cabo-verdiano,
 “A Nação”, citando nhu Aly Silva, que diz entre outros delírios e fanfarronices, o seguinte:  “(…) Como é do conhecimento público, o Tribunal Militar guineense é uma extensão do Estado-Maior General das Forças Armadas sob comando do acossado general António Indjai, por isso tudo é feito nesta instituição com base naquilo que determina a sua vontade e interesse. As tentativas de invenções de factos e mentiras do PGR Abdu Mané em estreita colaboração com o Ministro da Justiça, Mamadu Saido Baldé, para obter a criminalização dos agentes através de pressões sobre o Director da Policia Judiciária e magistrados do Ministério Público não surtiram os efeitos desejados”.  

“Nha ermons”, como é possível um raciocínio tão fecundo? Na gíria futebolística há uma figura que se chama “Brinca – na - areia”. Normalmente são jogadores tecnicistas e talentosos que normalmente empolgam o publico e dão espetáculo com os seus dribles e jogadas mágicas, mas que na prática, pouco ou nada produzem em prol da equipa. São individualistas, egoístas, pouco dados aos rigores da disciplina tática e alheiam-se das jogadas assim que perdem a bola, não ajudando a equipa quando ela tem que defender… É o caso desses blogueiros subjugados pelos senhores da droga!


Abraços!

terça-feira, 23 de julho de 2013

A “PROVA DOS NOVE”…


O atual Vice-Presidente da República de Angola, Manuel Vicente, concedeu no dia 21 de Julho uma audiência ao enviado especial do Presidente interino, Adli Mansour,  nomeado pelos militares “golpistas” da República Árabe do Egipto, Raouf Saad, que lhe entregou, inclusive, uma mensagem para o Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos. O senhor  Saad justificou a alteração da ordem constitucional como “uma vontade do povo”. Ai…, afinal, os militares egípcios sabem também interpretar os sinais que o povo emite? Disse ainda o “golpista” egípcio que a sua visita a Angola visou apreender as experiências angolanas na resolução de conflitos, evitando o derramamento de sangue, e na promoção do desenvolvimento e da melhoria das condições de vida dos cidadãos.

O que importa saber aqui, é se os dirigentes angolanos já abandonaram a tese defendida pelo Presidente José Eduardo dos Santos, de “salvaguardar a estabilidade política como base indispensável ao desenvolvimento, consagrando o princípio de não reconhecimento de governos instalados por via da violência ou por meios não constitucionais e antidemocráticos”? Princípio pelo qual, hoje, Angola, através do seu Ministro de Relações Exteriores, George Chicoti, arroga para não se relacionar com a Guiné-Bissau…

Nha ermons, santchu kuma lebsimenti i na udju!


Abraços!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Detenção dos agentes da PN na Guiné-Bissau: Entre a cautela e a tensão22 Julho 2013

O representante da ONU Ramos Horta e o Embaixador da União Europeia na Guiné-Bissau são duas figuras de peso envolvidas na tentativa de resolver por via diplomática o incidente com os dois agentes da PN, detidos por suspeita de espionagem no aeroporto de Bissau. O caso foi remetido à alçada do poder judicial guineense, e Marisa Morais, ministra da Administração Interna de Cabo Verde, acredita que venha a ser resolvido ainda no decurso desta semana. Isto numa altura em que a Liga Guineense dos Direitos Humanos resolveu entrar na dança para exigir a libertação imediata dos policiais cabo-verdianos. É que, conforme a LGDH, o Serviço de Informação e Segurança, de Bissau, não tem competência legal para deter ninguém –nem cidadão nacional nem estrangeiro – e muito menos requerer a instrução de procedimentos criminais.

Detenção dos agentes da PN na Guiné-Bissau: Entre a cautela  e a tensão
A ministra Marisa Morais negou rebater as declarações públicas de Fernando Vaz, porta-voz do Governo de Transição da Guiné-Bissau, que, em entrevista à RCV, pôs em causa a versão dos factos sustentada pelo Executivo de Cabo Verde sobre os dois agentes do Serviço de Emigração e Fronteiras detidos no aeroporto internacional Osvaldo Vieira, por suspeita de espionagem.
“Não vou reagir a entrevistas de nenhum governante do Estado da Guiné-Bissau. Os agentes viajaram em missão de serviço, já foram ouvidos em tribunal, com o suporte de uma advogada contratada por Cabo Verde, e esperamos ter um desfecho breve deste caso”, deixou claro a ministra da Administração Interna, que acredita na possibilidade de os dois policiais da PN chegarem à cidade da Praia ainda no final desta semana.
Este optimismo é visto como um sinal de que a cidade da Praia confia na capacidade de influência de algumas figuras políticas de gabarito internacional envolvidas na resolução do impasse. É que desde a primeira hora, Cabo Verde accionou os seus canais diplomáticos e chegou mesmo a apelar à intervenção de Ramos Horta, representante das Nações Unidas em Bissau, e do Embaixador da União Europeia nesse país vizinho da CEDEAO.
Além disso, é expectável que o primeiro-ministro José Maria Neves aproveite a realização da Cimeira da CEDEAO, que decorre na Nigéria, para levar os outros Estados da Comunidade a pressionar o seu homólogo guineense Rui Barros a libertar os efectivos da PN, sem mais delongas. Até porque a situação desse país irmão de Cabo Verde, desde 2012 nas mãos de um governo de transição nomeado por um Presidente da República também de transição, Serifo Nhamadjo, faz parte da agenda dessa magna reunião.

Espionagem ou falsas declarações?

Ainda esta quarta-feira o Palácio da Várzea desconhecia a acusação formal que pendia sobre os profissionais da Polícia Nacional, presos quando se preparavam para regressar a Cabo Verde. A expectativa do Governo era que o Ministério Público guineense indicasse o delito cometido pelos cabo-verdianos para poder agir em conformidade. O certo, conforme fonte fidedigna deste jornal, é que as autoridades guineenses viram que não tinham como sustentar a tese de espionagem, inicialmente levantada, e mudaram de estratégia.
“Agora, os policiais são suspeitos de terem prestado falsas declarações. Entende-se que, quando foram abordados pela primeira vez, disseram que estavam de férias na Guiné-Bissau. Isto poderá pressupor que quiseram esconder a missão. Depois admitiram que eram agentes da PN e que foram acompanhar uma reclusa guineense, expulsa de Cabo Verde após cumprir uma pena de prisão por narcotráfico”, avança a nossa fonte, que admite a possibilidade de ter havido falhas processuais nessa operação policial, “provavelmente provocadas pela relação pouco amistosa existente entre Praia e Bissau, desde o golpe de Estado.”
Ainda citando uma fonte próxima do processo, o mais natural é que os serviços de fronteira de Cabo Verde e da Guiné-Bissau estivessem a par do processo de repatriamento. Mas parece que Praia preferiu saltar determinados procedimentos, mandando pura e simplesmente desembarcar a cidadã guineense no seu país. “Caso contrário, os policiais não teriam mentido sobre o objectivo da viagem a Bissau”, assinala.
Um dos motivos que, na perspectiva desta fonte, terá determinado estes supostos lapsos cometidos pelas autoridades cabo-verdianas é o comportamento recorrente de alguns países africanos, incluindo a Guiné-Bissau, quando são confrontados com o repatriamento dos seus cidadãos.
“Negam pura e simplesmente recebê-los e isso cria graves embaraços. Lembro-me de um barco com dezenas de repatriados que passou dias vagueando de um lado para o outro, porque nenhum país da sub-região queria aceitar esses cidadãos”, exemplifica a nossa fonte. Essa atitude tem levado alguns Estados a optar por vias pouco ortodoxas, nos casos de repatriamento.
“Colocam os visados num avião com destino ao seu país de origem, a pessoa é desembarcada e os agentes de segurança regressam no voo seguinte”, conta esse especialista em segurança, sublinhando que essa táctica tem sido usada por Governos europeus em relação a certos países africanos que costumam criar-lhes problemas.
A questão é saber se Cabo Verde optou por seguir essa via, com a Guiné-Bissau. Um aspecto que poderia ser esclarecido se a Polícia Nacional estivesse mais aberta para esclarecimentos à opinião pública cabo-verdiana sobre este caso que anda na boca do mundo. Retaliação
O porta-voz das autoridades guineense refuta liminarmente qualquer tese de retaliação, preferindo lembrar “as relações históricas e de irmandade que unem os dois povos”.
Mas o episódio com os agentes da PN, por mais que Bissau possa negar, é visto por vários cabo-verdianos como uma retaliação do actual e “transitório” poder guineense a Cabo Verde que acusam de cumplicidade com os serviços secretos americanos não só para a prisão de Bubo Na Tchuto, Chefe da Marinha Armada da Guiné-Bissau acusado de narcotráfico como também por disponibilizar o aeroporto do Sal e o Porto da Palmeira para a operação que levaria para a América o general – que é combatente da Liberdade da Pátria (da Guiné e de Cabo Verde).
O problema é que o militar Vasco Nacia, que testemunhou a detenção de Na Tchuto, afirmou à imprensa que a operação envolveu dois policiais cabo-verdianos e que, ao contrário do propalado, Na Tchuto não foi capturado em águas internacionais, mas sim em território marítimo guineense. Além disso, Nacia acrescenta que ele e os ocupantes da embarcação assaltada pelos operacionais norte-americanos foram conduzidos para a ilha do Sal, facto visto pelas autoridades de Bissau como uma traição por parte dos irmãos cabo-verdianos.
Os serviços secretos americanos consideram que a testemunha Vasco Nacia e seu companheiro eram inocentes e reenviou-os para a Guiné-Bissau. Quanto a Bubo Na Tchuto, ainda está detido nos Estados Unidos e corre o risco de ser condenado à prisão perpétua, se ficar provada a sua participação no envio de narcóticos para a terra de Barack Obama.
Mas numa reacção a esse incidente, Fernando Vaz, porta-voz do Governo de Transição da Guiné-Bissau, mostrou-se surpreso com “mais este insólito e provocatório comportamento do Governo cabo-verdiano”. Vaz acusou ainda a cidade da Praia de usar dois pesos e duas medidas no combate à criminalidade na sub-região africana. O porta-voz indo mais longe, afirmou que Cabo Verde já chegou a permitir a passagem de armas e medicamentos destinados aos combatentes independentistas da Casamansa (Senegal) e assegurou que Bissau tem provas para sustentar a acusação.

Cautela e confiança

É neste clima de crispação que acontece a detenção dos agentes da PN. Devido à sua delicadeza, o incidente está a ser tratado com a máxima cautela pelo Palácio da Várzea. Nas suas declarações públicas, José Maria Neves e Marisa Morais têm articulado os discursos e medido o peso de cada palavra. Ambos, no entanto, mostram-se confiantes na resolução imediata do imbróglio. Aliás, Morais calcula mesmo que os agentes da PN cheguem hoje, sexta-feira, a Cabo Verde.
Contudo, este prognóstico é visto com algumas reservas por um político abordado por este jornal. Na sua perspectiva, Bissau vai continuar a dificultar o mais possível a resolução desse dossier a favor de Cabo Verde, até porque o caso está na alçada da Justiça.
E por falar em Justiça, a Liga Guineense dos Direitos Humanos pediu a libertação imediata dos profissionais da PN. Em comunicado, a organização alega que o Serviço de Informação e Segurança da Guiné-Bissau não tem competência para deter cidadãos nacionais e estrangeiros, quanto mais para mandar instruir processos criminais. Por isso, na óptica da LGDH, a detenção dos policiais cabo-verdianos é ilegal. Resta saber se o poder judicial guineense tem a mesma interpretação dos factos e manda soltar os detidos.
A CPLP NA ENCRUZILHADA BELICISTA… 
Duas visões opostas no rescaldo da XVIII Reunião do Conselho de Ministros da CPLP, realizado no dia 18 de Julho, na cidade de Maputo. De um lado, Oldemiro Baloi (chefe da diplomacia moçambicana) e, 
do outro, George Chicoti (chefe da diplomacia angolana). 
Enquanto Chicoti defendia o envio de uma força de paz da CPLP para a Guiné-Bissau, 
o seu homólogo moçambicano, Oldemiro Baloi advogava o papel ativo dos guineenses na busca de solução aos problemas do país:
 George Chicoti, falando aos jornalistas, afirmou que o Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) “concordou que é necessário que a paz possa prevalecer na Guiné-Bissau, e, 
para isso, terá que haver um processo de reforma de setor de defesa e segurança e não só de todo o Estado, 
para garantir a estabilidade”. 
Acrescentou ainda: 
“Mas também estamos conscientes de que se não houver um certo acompanhamento militar, eventualmente, 
será importante que se estude a possibilidade de ter uma presença militar que possa garantir e assegurar a paz”E concluiu, dizendo que a força de paz deve ser, “não só da CPLP como da comunidade internacional”, até porque “já existem algumas forças da CEDEAO que podem não ser suficientes. A ideia é ver como é que essas
 ideias todas podem ser partilhadas e consolidadas”.
Oldemiro Baloi, respondeu aos jornalistas, afirmando que esta saída “para já não”! 
E depois disse: “Nós temos que ir devagar, com cautela que é para não entornarmos o caldo. 
A situação na Guiné-Bissau é muito complexa, 
lidase com muitas sensibilidades e algumas destas sensibilidades chegam a ser agressivas e, se não houver essa cautela, corremos o risco de haver um grande retrocesso”. Acrescentou ainda que “Neste momento (…) 
o principal é encorajar o governo inclusivo a prosseguir com os passos que já encetou, melhorar mais ainda a coordenação entre os parceiros que apoiam a Guiné-Bissau, 
tendo presente que os guineenses têm sido e devem ser cada vez os atores principais desse processo de modo que a solução encontrada, que será positiva, com certeza, tenha sustentabilidade”.
No na pera George Chicoti li, na Pindjiguiti!
Abraços!

domingo, 21 de julho de 2013

Guineense, é como eu Doka digo e continúo dizendo..., na sua maioria sao a vergonha de todos os guineenses.
Quando BANA- Músico Cabo Verdeano, morreu toda a gente na sua grandeza guineense, postou condólencias e pésames.    Tipo como se BANA algum dia os conhecesse ou vice versa.
Agora morre um grande músico guineense por exceléncia, um músico de INTERVENCAO..., e aquela maioria que teria postado pésames ao BANA, ninguém piou???
Guineense tem complexidade de ser guineense???
Até quando vamos estar pór o protagonismo a frente da nossa personalidade.
MUNTURUSSIS.
Aqueles que se vangolorizam ser guineenses e que no fundo sao uma cambada de animais. 

Cabo Verdeanos, foram cúmplices no caso BUBO, o guineense burro aplaudiu porque nunca soube o significado SOBERANIA.

Agora os mesmos Cabo Verdeanos vao a Guiné Bissau a fazer sei lá o qué..., que nao tem explicacao.  Sao detidos, E os mesmos burros viram- se contra o guineense.

Cabo Verdeano na portugal ou qualquer parte di mundo, txiga di gosta di guineense???
Patetasss..., i ka descrimissón..., mas sim a lógica da coisa.

  • Helder Vaz
    DE VOLTA AO COMBATE PELA DIGNIDADE DA PÁTRIA
    Hoje, 18 de Julho de 2013, recebi do Conselho de ministros dos negócios estrangeiros a da CPLP , reunido em Maputo, a aceitação do meu pedido de demissão do posto de Director Geral da Organização, apresentado formalmente em Novembro de 2012. Deste modo, estou livre para voltar a pronunciar-me publicamente e para assumir o meu combate pela Nação de todos nós. No próximo mês regressarei à minha Pátria Amada e doarei tudo o que for necessário, as energias, a vontade, a transparência, a tolerância, se necessário, até o sangue e a própria vida, para que a Guiné-Bissau seja, definitivamente, uma terra de homens dignos, de paz , de responsabilidade, de empenho na construção de um futuro melhor para a prosperidade de cada guineense. Hoje, a Guiné-Bissau necessita da presença e do empenho de TODOS os seus filhos e eu estou PRESENTE , DETERMINADO A AJUDAR A CUMPRIR O SONHO DE AMILCAR CABRAL. Este é o meu compromisso!

sábado, 20 de julho de 2013

Braima Camará..., qual a razao de tanto medo e receio deste homem???
O que é que vai nele???
Porque razao a camada mais desfavorecida da nossa sociedade está do seu lado???
Será ele o SALVADOR dos que necessitam???
Será ele aquele que os verdadeiros guineenses tanto esperam???

Uma sociedade com a consciência invertida ou uma institução criminósa que não aceita mudança de mentalidade e apenas quer e deseja a continuidade da MATANÇA???

A verdade que reina e se constata na nossa sociedade, neste caso na classe politica guineense, é de que para que se possa governar, tem que se matar a alguém ou a algumas pessoas.  
Mas por um outro lado e numa outra vertente, constata- se o alto indice de pessoas analfabetas e incompetentes fazendo parte do governo.
Nota- se um circuito vicióso e de esquemas de fraude e desvios financeiros nos cofres do estado…, pessoas que mesmo sabendo que ali há coisa, mas continuam no cargo.

Vemos gente usando o poder apenas para pisar nos desprotegidos e alcançarem os seus objectivos sem se importarem com o sofrimento do próximo.    
Vemos governos a fecharem os olhos para que não possam ver a realidade das coisas e menosprezarem a nossa sociedade, a nossa juventude, as nossas crianças…, enfim, a desprezarem a tudo e a  todos.   

Mas se perguntarmos ou se fizermos a pergunta:  Quem foi que originou a todas as anómalias na Guiné Bissau???       A resposta é- PAIGC com certeza.     Ou estou errado???

Actualmente, na Guiné Bissau, não sabemos aonde reside a verdade, saber sabemos, mas apenas fingimos não ver.       
Pabia Kórda difunto na Guiné Bissau…, I mais fácil du ki korda alguin kuna findji kuma I na durmi pa I ka odja bardadi nundé ki sta nél.
A verdade de todas as verdades é de que o que reina na Guiné Bissau no seio dos Politicos é a ignorãncia, a burrice e a bajulação.  
E aparecendo alternativas…, ignoramos por completo.

O congresso do PAIGC, esta se apróximando…, mas o que ali se vai passar, vais ser estrondóso.  

Nenhuma candidatura foi tão badalada e maltratada como a do Braima Camará mais conhecido por Bá Kekutó.

Aqui há e temos que dar a mão a palmatória, porque dentro do PAIGC no seio de todos os candidatos, a candidatura mais bem posicionada e mais acarinhada, é a do Braima Camará…, mas, infelizmente devido aos preconceitos e a mentalidades de pessoas que não estão na altura do acompanhamento da velocidade do Século 21, acham que pessoas do tipo se assim poder dizer ou pessoas como Braima Camará, jamais poderão se candidatar a liderança do partido.    

Mas afinal de contas, quem é Braima Camará- Aqui reside todo o mistério de tanto preconceito mas acima de tudo dos seus oponentes a candidatura da liderança.   Quem é Braima Camará???
Vamos a ver se conseguimos fazer a leitura da sua personalidade.

  1. Um ser humano como qualquer outro, nasceu no interior da Guiné Bissau, veio de uma familia humilde ( do Interior ), e chegou a Bissau apenas alguns anos após a independência.
  2. Foi uma pessoa que assim que chegou a Bissau, estudava e exercia (Comércio), tinha uma mesa no Mercado de Bandim aonde vendia produtos. Éra e ainda é conhecido por muitos comerciantes dessa esfera commercial…,   com o tempo e devido a sorte, começou a expandir os seus negócios e hoje chegou aonde chegou.
  3. Como uma pessoa exemplar e batalhadôra, crente em DEUS e nas Leis Divinas, Braima Camará- Bá Kekutó, tornou- se e transformou- se num empresário de sucesso sem nunca se esquecer das suas raízes e muito menos daqueles que necessitam de ajuda.   Batalhou ardúamente, pôs as suas mãos num trabalho forte e duro.., mostrou hónestidade  e capacidade de triunfo no que fazia e no que faz .  Apresentou algo que muitos politicos e empresários guineenses um dia poderiam demonstrar- CARISMA.  Foi e reconhecido a nivél internacional por aquilo que hoje é.     UM HOMEM DE SUCESSO A NIVÉL EMPRESARIAL E UMA PROMESSA EM TERMOS POLITICOS NA GUINÉ BISSAU.

Com tudo isso, a verdade muito cedo veio a tôna.
A inveja e a rivalidade subiu a cabeça de muita gente- SEUS OPÓNENTES.
Braima Camará, neste momento encontra- se numa luta terrivél e medónha, neste preciso momento, ou mesmo durante o congresso do PAIGC…, é um alvo a ser abatido.
MÁ KIL KU BOCA KU MÓN DI PEKADUR TA DANA…, ÉL KU DEUS TA DJUNTA I KUMPU.

Neste momento dentro do seio do PAIGC, este homem, é o único que reúne condições para uma frente de unidade, dialógo e tolerãncia.   

Uma pessoa que como ele, poucos existem na Guiné Bissau.   CUMPRE com o prometido e é frontal.

Luta pela união do seu partido- PAIGC e pela recuperação da sua dignidade a nivél nacional e internacional. 
Quer um PAIGC mais forte e mais unido…, quer instaurar o dialógo e a compreensão no seio dos seus dirigentes e militantes…., mas devido a toda esta sua força de convicção em defesa de uma causa, do seu partido e do seu povo,   Braima Camará tornou- se num BAD BOY se assim podermos dizer.

Um BAD BOY a quem Procuram denegrir em todas as frentes, procuram desmoraliza- lo e neste momento tentam mastigar a data do congresso, adiando constantemente, visto que o seu projecto é determinate e é o único com a posição na sua maioria esmagadôra em termos de credibilidade.

É claro que pessoas como Braima Camará sabe o que se está a passar, tem noção do perigo de que a sua pessoa e a sua candidatura representam para muitos.
Pessoas do seu tipo, que nasceram e vieram de familias humildes e do interior, e sem nivél Universitário…,  para muita gente devido ao preconceito, acham e dizem que ele é incapacitado para tal.
Mas eu Doka digo e pergunto:
Será???
Como foi que chegou aonde chegou se hoje na nossa terra, ele é considerado como um dos principais empresários???    Foi devido a incapacidade???  Ou a incómpetência???    Hum, pensem.

Guineenses, vamos apoiar a este jovem, a esta personalidade, porque eu Doka acho que a sua mentalidade, é diferente ao de matar, roubar e desviar.


Precisamos de alternativas, e não restam dúvidas que neste momento as alternativas dentro do PAIGC e com os actuais candidatos a liderança…., não restam dúvidas que é o Braima Camará.
“DIÁLOGO DE SURDOS…”

A quem Cabo Verde julga que tem a legitimidade de atribuir o papel de interlocutor válido e credível na Guiné-Bissau? 

Isto só pode ser uma questão de comunicação e de lucidez política! 
Para os dirigentes cabo-verdianos - como dizia o outro – o ex-Primeiro-ministro Carlos Gome Júnior espelha o povo guineense. Ah, já sei, abortou com o contra- golpe de 12 de Abril de 2012 a parceria promiscua entre os dois chefes de governo, razão da toda a animosidade política de José Maria das Neves, em relação a nossa terra. 

Outro fator é a arrogância saloia da sua elite política que os transformou em esquizofrénicos e gabarolas. 
Regista- se que
depois de uma semana em que foram detidos os agentes da Polícia Nacional de 
Cabo Verde (12 de Julho), 
o Governo desse país irmão, decide agora dizer que pediu às autoridades da Guiné-Bissau que esclareçam, “com urgência”, as condições e os fundamentos legais da detenção dos arguidos.

Trata-se de um caso de justiça e os processos têm que seguir os trâmites legais. 
Mas, desde logo, vê-se as autoridades cabo-verdianas excitadas, procurando transformar o caso num assunto político-diplomático, exigindo “esclarecimento urgente”, etc.. Até já consideram a detenção “incidente” a solucionar por cunha diplomática às duas figuras –dizem eles– de “peso”:
o representante da ONU, Ramos Horta e o Embaixador da União Europeia na Guiné-Bissau. 

Contam, inclusive, com o apoio dos charlatões da Liga Guineense dos 
Direitos Humanos que entrou, histérica, no barulho, exigindo a libertação imediata dos agentes em questão.

Lastimável, meus senhores…
O Governo de Transição, através do seu 
porta-voz, Fernando Vaz, considerou estranho o fato de dois agentes entrarem ilegalmente (sem permissão ou visto adequado à permanência legal) na Guiné-Bissau, 
supostamente levando uma senhora implicada num problema da droga em Cabo Verde e 
que teria cumprido quatro anos de prisão e que foi extraditada pelos referidos agentes. 

A senhora não foi encontrada, e ainda nem tem nome. 
Não há registo de entrada da mesma. 

Em quê que ficamos? E os agentes em vez de morarem em hotel, preferiram ficar em casa de um particular (amigo?) no bairro militar, em Bissau. 
Não tinham cache suficiente? 
Engana-me que eu gosto! 
Para além de um terceiro cabo-verdiano, também detido, que alegadamente chegou a Bissau para passar férias, 
acusado de tráfico de drogas.

Perante todos estes esclarecimentos, o Governo de Cabo Verde, continua a alegar falta de informação sobre as razoes da detenção, dizendo ter enviado pedido de “habeas corpus” para a libertação “imediata” dos agentes detidos, mas que ainda não obtive resposta. 

Da parte de quem, se apenas respeita uma pessoa? 
Alega também o Governo que os agentes da DEF teriam viajado para a Guiné-Bissau em missão rotineira de escolta da tal cidadã guineense sem nome e sem que as autoridades guineenses tenham previamente tido noticiado sobre tais diligências de extradição, como manda o figurino.

E assim se vai pagando a “grande dívida” a Guiné-Bissau e a Amílcar Cabral!
Abraços!